Updates do Windows 11 melhoram experiência de jogar no PC

O Windows 11 irá receber diversas melhorias que visam aprimorar, de maneira geral, a experiência de jogar no PC. Além do aplicativo do Xbox para calibrar o sistema HDR em monitores compatíveis, o sistema também contará com refinamentos para jogos rodando em “modo janela” e “janela sem borda“.

As atualizações já estão disponíveis para os inscritos no canal de Desenvolvedores do programa Windows Insider e devem chegar em breve também aos canais de Beta e Preview.

Configurações avançadas de HDR

A nova versão do Windows já traz a ferramenta de HDR Automática, mas configurações avançadas dependem de cada programa oferecer ou não essa possibilidade e, por enquanto, apenas em tela cheia.

A ferramenta de configuração HDR, presente nos consoles Xbox Series X|S, oferecerá ao usuário três padrões para calibrar a funcionalidade de acordo com sua preferência. O update irá permitir que jogos rodando em modo janela também façam uso do HDR, taxas de quadros variável (VRR), além de outras melhorias de desempenho mais específicas.

Configuração geral de otimização define comportamento padrão do sistema para todos os programas. Fonte:  The Verge 

Otimizações para jogos antigos

As otimizações para modo janela podem ser ativadas na aba de Gráficos das Configurações do Sistema e irão afetar jogos que utilizam DirectX 10 e DirectX 11. De maneira geral, esses jogos dependem de estar em rodando em tela cheia para utilizarem ao máximo o hardware disponível.

A atualização irá permitir que o usuário force o modelo flip de apresentação do DirectX 12, mesmo em programas sem suporte nativo à ferramenta. A funcionalidade não é exatamente nova e já estava presente desde o Direct3D 9EX do Windows 7, mas sua implementação, até então, dependia da equipe de desenvolvimento de cada jogo.

Em caso de bugs, a otimização modo janela pode ser configurada individualmente. Fonte:  The Verge 

O modelo mais moderno possibilita, teoricamente, uma carga de trabalho menor sobre o hardware e uma utilização de recursos melhor otimizada. Apesar de promissora, a ferramenta pode apresentar bugs e pode ser configurada de maneira individual para cada jogo ou aplicativo.

Fonte: Tecmundo

Netflix tem planos de entrar na indústria de games, diz site

Após levar seu sucesso Stranger Things para o mundo dos jogos, e trazer o popular The Witcher para o universo das séries, a Netflix que entrar de vez nos videogames. Segundo o site The Information, o streaming está se aproximando de veteranos da indústria dos jogos para investir no setor.

As informações publicadas pelo site são de pessoas próximas da empresa. As fontes disseram também que o objetivo é criar um serviço por assinatura de jogos semelhante ao Apple Arcade e o Google Stadia. O modelo funciona através de uma afiliação mensal em que o usuário pode acessar um game via streaming.

Não foi especificado se os planos da Netflix envolvem desenvolver jogos próprios, agregar títulos de terceiros ou até mesmo unir os dois, assim como acontece com seus filmes e séries do catálogo.

Tudum nos games

Em 2017 foi lançado o primeiro jogo de Stranger Things, para Android e iOS. Já na E3 de 2019, a produtora teve um painel para apresentar algumas novidades suas nos videogames. Na época, anunciaram Stranger Things 3 e The Dark Crystal: Age of Resistance Tactics, ambos também para PC, PS4 e Xbox.

Durante uma chamada de resultados em 2020, o CEO da Netflix, Reed Hastings, falou sobre seu interesse nos videogames, afirmando que a área “tem uma série de aspectos em termos de multiplayer que estão mudando, e-sports que estão mudando, jogos para PC”.

Até o momento, o mais próximo de um videogame na plataforma são as experiências interativas Black Mirror: Bandersnatch e Você Radical, com Bear Grylls.

A empresa também está com licenças para produzir séries e filmes de grandes jogos, como o sucesso de The Witcher, com Henry Cavill, Resident Evil: Infinite DarknessAssassin’s CreedSonic Prime e Dota 2.

Fontes: The InformationIGN, e Canaltech

Celular foi plataforma mais usada para jogar no Brasil em 2020, diz estudo

Smartphones Android são os mais usados para jogar títulos como Among Us, Free Fire, 8 Ball Pool, Call of Duty Mobile e Brain Out

Os celulares foram a plataforma mais popular entre os gamers brasileiros em 2021. Segundo a Pesquisa Game Brasil 2020, um estudo anual que avalia diversos dados sobre o consumo de jogos no país, os smartphones Android e iPhone(iOS) foram os mais usados por 86,7% dos entrevistados. Os consoles, como PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X e Xbox One, ficaram em segundo, com metade do público (43%). Já os PCs foram a opção de 40%. Os dados refletem a popularização da indústria de games e a acessibilidade proporcionada pelos celulares e jogos mobile.

O sistema Androidé de longe o mais popular: 81,4% o usam, contra 13,3% do iPhone. Jogadores de smartphone estão concentrados, em sua maioria, nas classes sociais B2/C1 (55%), e outros 30% nas classes C2/DE. A plataforma do Google é a mais popular também entre as populações de renda mais baixa. Entre os games mais jogados do Brasil nos celulares Android estão Among Us, Free Fire, 8 Ball Pool, Call of Duty Mobile e Brain Out.

Celular foi plataforma mais usada para jogar no Brasil em 2020, diz pesquisa — Foto: Divulgação/PGM20

Dirigida pela GoGamers, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Blend New Research, a pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 16 de fevereiro e cobriu todos os estados brasileiros. No total, foram mais de 5.8 mil participantes que ajudaram a levantar dados importantes sobre o mercado brasileiro de jogos. O levantamento conta, ainda, com algumas outras informações sobre o mercado nacional de games, como as faixas etárias dos jogadores, suas plataformas favoritas e os gêneros mais jogados.

Quando perguntados sobre suas plataformas favoritas, 52% dos entrevistados responderam preferir jogar em smartphones. Consoles de mesa seguem na segunda posição, com 19,9%, enquanto computadores têm 14,2% do público. Se comparados os números da edição de 2020 à de 2019, é possível perceber que smartphones cresceram tanto em popularidade, quanto na preferência dos usuários.

Entre os jogadores de smartphone, 63% afirmam que nunca gastam dinheiro em jogos ou em micro-transações, contra um pequeno público que alegou investir em skins ou itens para jogos. Apenas 48% dos entrevistados costumam jogar online nos celulares, contra 65% nos PCs, e 58% nos consoles de mesa.

Outro dado importante é a liderança das mulheres quando o assunto é consumo de games no Brasil. A pesquisa indica que 53,8% das pessoas que jogam no Brasil são do sexo feminino, contra 46,2% do masculino. Essa proporção se mantém relativamente estável desde 2016. Já as informações sobre faixa etária revelam que pessoas entre 25 e 34 anos são o principal público, com 34,7%.

Fonte: Techtudo

Justiça americana acusa hackers chineses de roubarem dados de empresas de videogames

Códigos-fonte de jogos ainda não lançados, nomes de usuários e senhas, e códigos em desenvolvimento foram alguns dos itens que o órgão americano diz terem sido roubados pela dupla

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Promotores norte-americanos acusaram dois chineses por hackear e roubar mais de 200 GB de dados de três empresas de videogames, entre 2017 e 2018. Segundo informações do Departamento de Justiça, Li Xiaoyu, 34, e Dong Jiazhi, 33 roubaram códigos-fonte de jogos ainda não lançados, nomes de usuários e senhas, códigos em desenvolvimento, arquivos Java e dados de programação.

Nesta terça (21), o órgão também acusou os dois chineses por hackear várias outras empresas, organizações e agências governamentais em todo o mundo, além de roubar materiais de propriedade intelectual como dados relacionados à vacina para a Covid-19. Os dois foram acusados de operar em nome da agência de inteligência do governo chinês, o Departamento de Segurança do Estado de Guangdong (GSSD) do Ministério de Segurança do Estado (MSS).

De acordo com o comunicado enviado à imprensa, o MSS supostamente passou aos hackers informações sobre vulnerabilidades e erros que poderiam ser explorados. Li e Dong também podem ser os responsáveis por ataques ao escritório do Dalai Lama e de várias outras empresas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Suécia, Austrália e Alemanha.

“A China é a típica ameaça para empresas de jogos. Eles atacam a cada oito meses, mais ou menos”, comentou um dos engenheiros de uma empresa de games que preferiu não se identificar.

Em comunicado à imprensa, o procurador-geral da Segurança Nacional, John C. Demers, comentou a acusação. “A China agora ocupa o seu lugar, ao lado da Rússia, Irã e Coreia do Norte, naquele vergonhoso clube de nações que fornecem um refúgio seguro para cibercriminosos em troca de que esses criminosos estejam” de plantão “para trabalhar em benefício do estado”, afirmou.

Fontes: Olhar digital, Vice

Redes móveis do Brasil não são ideais para games, comprova pesquisa

Segundo estudo, Brasil está no limite entre o ‘razoável’ e o ‘fraco’

 

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O Brasil ocupa uma posição mediana em uma pesquisa da empresa de análise de conexões móveis OpenSignal, que avaliou a experiência com jogos para celulares em 100 países. Dentre os países da América do Sul, contudo, o Brasil se destaca.

O estudo analisou games de diferentes gêneros, como Battle Royale, jogos esportivos e MOBA (Multiplayer Online Battle Arena). Foram feitas 128 bilhões de avaliações, realizadas em mais de 37 milhões de aparelhos, entre outubro de 2019 e janeiro deste ano.

O estudo tenta quantificar o impacto das diferentes conexões na experiência dos usuários e como problemas de redes móveis (4G e 5G) podem afetar o desempenho dos jogadores nos games online. Para determinar os resultados, foi desenvolvido um método que avaliou itens como a experiência que os usuários têm numa partida, qualidade da rede no país e como os aplicativos reagem a diferentes conexões móveis.

Utilizando essa metodologia, foi aplicada a seguinte escala de pontuação:

  • De 0 a 40: muito fraco
  • 40 a 65: fraco
  • 65 a 75: razoável/bom
  • 75 a 85: muito bom
  • 85 a 100: excelente

De acordo com esse ranking, o país campeão em experiência multiplayer em jogos mobile foi Singapura, com a pontuação de 85,5. Em segundo lugar aparece a Holanda, com 85,4, seguida pelo Japão, que tem 85,3.

Posição do Brasil

O Brasil, juntamente com o Uruguai, foram os dois únicos países das Américas do Sul e Central que figuraram no ranking como “razoável”. Os demais países da região acabaram se enquadrando na categoria “fraco”.

A pontuação brasileira foi 65,4, no limite entre “razoável” e “fraco”. Ainda assim, o país ficou acima da média de toda a região, que é de 54,8, mas abaixo do Uruguai, líder do ranking regional com 72,5. Na comparação global, dentre os 100 países analisados, o Brasil ocupa a 53ª posição.

Com essa posição, o Brasil marcou a pontuação mais baixa na categoria razoável. Isso mostra que os usuários têm experiência mediana, tendo a maior parte deles observado um pequeno delay entre as ações que executam e o que aparece nos games.

O top 10

Dos 100 países analisados, apenas 28 atingiram o nível “bom” ou “excelente”. Para jogos do tipo “Battle Royale”, a Holanda aparece na liderança, seguida por Singapura. Neste gênero, popular por jogos como “Fortnite” e “Free Fire”, a Coreia do Sul sobe quatro posições em relação a sua colocação na comparação geral, ficando em 10º lugar.

Apenas sete países conseguiram obter pontuação excelente na categoria “Experiência em jogos Battle Royale”: Holanda, Singapura, Japão, República Checa, Áustria, Finlândia e Bélgica. O top 10 geral da experiência com jogos foi o seguinte:

  1. Singapura – 85,5
  2. Holanda – 85,4
  3. Japão – 85,3
  4. República Checa – 85,2
  5. Áustria – 83,9
  6. Bélgica – 83,6
  7. Finlândia – 83,3
  8. Dinamarca – 82,9
  9. Suíça – 82,9
  10. Hungria – 81,8

O ranking de experiência mobile evidencia um ponto interessante: países como a Coreia do Sul e os Estados Unidos, que dominam o mercado de e-sports com atletas milionários competindo nos maiores torneios do mundo, tiveram um desempenho abaixo do esperado.

A Coreia do Sul ficou com o 14º lugar no ranking, enquanto os EUA ocupam apenas a 35ª posição na experiência dos usuários nos jogos mobile.

Fonte: Olhar digital

Clássico e nostálgico: Tetris original está disponível para Android!

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Depois que a Nintendo lançou o Tetris 99, mutras empresas começaram a transformar suas versões do jogo para competitivo em 100 pessoas. Até mesmo a N3twork, detentora da marca, lançou Tetris Royale, com multiplayer para Android. Isso fez com que uma série de jogadores que só queriam o modo clássico do game ficassem sem opções.

Por conta disso, a própria N3twork trouxe de volta uma versão de Tetris, clássica, sem grandes mudanças e modos para a Play Store. Esta versão oferece uma gameplay baseada na original, de “trocentos” anos atrás.

Ou seja, temos somente as peças caindo e a possibilidade rotacioná-las para alcançar o melhor encaixe. Quando uma linha horizontal é formada, as peças são eliminadas. Simples assim, o jogador pode repetir esta sequência eternamente até a tela ser completamente preenchida.

A única mecânica “mais rebuscada” é a de adiantar a queda da peça. Ao deslizar para baixo ou segurar o dedo em cima do bloco, o objeto desce com mais velocidade.

O jogo funciona em formato gratuito com publicidade entre uma partida e outra, mas existe uma opção paga livre de anúncios. Ainda há diferentes fases para os desafios.

Tetris está disponível para usuários Android 5.1 ou superior.

Fontes: Canaltech, Android Police

Exploit de Dia Zero da Steam expõe 72 milhões de usuários do Windows 10

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A maior distribuidora digital de jogos para PC, a Steam, possui uma falha “Dia Zero” que pode ser bem crítica, já que expõe cerca de 72 milhões de usuários do Windows 10 que façam uso do client da loja pertencente à Valve Corporation.

Descoberta pelo pesquisador de segurança especializado em Windows, Vasily Kravets, o exploit consiste, em termos leigos, em conceder a invasores os mesmos direitos administrativos atribuídos ao usuário da Steam, deixando a máquina infectada vulnerável a toda uma sorte de ataques, que podem incluir até mesmo roubo de dados essenciais e instalação remota de malwares.

Kravets disse que relatou o caso à Valve há cerca de 45 dias, mas como não teve uma resposta da empresa, seguiu o curso padrão, divulgando publicamente a falha no intuito de forçar uma tomada de atitude por parte da companhia, liderada por Gabe Newell.

“Algumas dessas ameaças podem permanecer até mesmo sem os direitos de administrador”, disse o pesquisador. “Os altos privilégios de programas maliciosos podem ampliar significativamente os riscos: programas poderiam desativar um antivírus, se esconder em locais mais aprofundados do sistema, mudar quase todo tipo de arquivo ou usuário e até mesmo roubar informações particulares”.

Até o momento, a Valve não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Canaltech

ROG Phone 2: smartphone gamer da Asus tem insanos 12 GB de RAM e 512 GB para armazenamento

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O Asus ROG Phone do ano passado parecia ser um dos primeiros telefones gamers que faziam sentido. Mas, para a segunda tentativa da marca, a Asus dobrou quase tudo. Com uma tela de 6,6 polegadas, novo processador Qualcomm e uma bateria gigante, a Asus pode ter criado o mais poderoso smartphone Android do mercado.

Vamos começar com sua tela. Em vez de um display com taxa de atualização de 90 Hz, a Asus selecionou uma tela OLED ainda mais rápida, com uma taxa de atualização de 120 Hz — aliás, essa configuração é a primeira a estar presente em um smartphone e está em sintonia com a tendência de monitores para PC com telas mais responsivas. A tela também apresenta uma taxa de amostragem por toque de 240 Hz, para um um reconhecimento de entrada mais preciso. De acordo com a Asus, o display é quatro vezes mais sensível que as taxas de amostragem de 85 Hz e 87 Hz vistas no OnePlus 7 Pro e no Galaxy S10.

No entanto, por padrão, a tela é configurada apenas para 60 Hz para ajudar a economizar energia. O usuário pode selecionar apps específicos para rodar com taxas de atualização maiores, então você ainda pode maximizar o desempenho da tela quando precisar, sem reduzir a autonomia de bateria de forma inútil.

Por dentro, a Asus colocou uma memória de 12 GB e 512 GB para armazenamento com o recém-lançado Snapdragon 855 Plus, da Qualcomm, que possui velocidades de clock maiores que o Snapdragon 855 padrão. O chip também vem com um conjunto especial de funcionalidades para jogos, como o Game Jank Reducer e uma funcionalidade para abrir games mais rápido.

Porém, o verdadeiro recurso chocante do ROG Phone 2 é sua bateria de 6.000 mAh. Para efeitos de comparação, o primeiro ROG Phone tinha apenas 4.000 mAh, enquanto outros telefones top de linha, como o Galaxy S10+ e o One Plus 7 Pro contam com 4.100 e 4.000 mAh, respectivamente.

Quem joga sabe como games como PUBG Mobile e Fortnite Mobile podem acabar rapidamente com a bateria do telefone. Então, esta capacidade extra de bateria é muito bem-vinda. De fato, a Asus promete que é possível jogar PUBG Mobile por 7 horas seguidas com apenas uma carga, embora isso seja com a tela configurada em apenas 60 Hz em vez de 120 Hz.

O ROG Phone 2 inclui uma série de outros impulsionadores de desempenho, incluindo uma câmara de vapor integrada para melhor refrigeração, várias portas USB-C (para que você possa manter o telefone recarregado durante o jogo sem cabos atrapalhando) e versões mais responsivas dos botões touch sensíveis usado no ROG Phone original.

A Asus ainda incluiu um motor de vibração mais potente para dar um pouco mais ação, além de um sensor de impressão digital sob a tela. A única coisa que o ROG Phone 2 não parece ter é suporte a 5G. E, para minha decepção, o design do ROG Phone 2 é muito parecido com o do modelo do ano passado.

Se você quiser um smartphone para jogar, o ROG Phone já chega ocupando o topo da lista. De certa forma, isso deve pressionar a Samsung, pois com o lançamento do Galaxy Note 10, previsto para 7 de agosto, não iria pegar bem se a linha de telefones da Samsung que tradicionalmente vem mais carregada de especificações fosse pior que o novo smartphone gamer da Asus.

O ROG Phone 2 deve começar a ser vendido em setembro globalmente. E embora a Asus ainda não tenha revelado preços, a companhia diz que estará na mesma faixa do ROG Phone, que custava em torno de US$ 900 quando foi lançado.

Fonte: Gizmodo Brasil

 

Aparelho combina teclado, mouse e gamepad para celular e TV em um só lugar

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Uma empresa sul-coreana está lançando um teclado/controle de bolso que une praticidade e eficiência. Chamado de Power Vessel, ele possui suporte para uma ampla variedade de dispositivos diferentes, como smartphones, tablets, Smart TVs e desktops, compatível tanto com Android quanto com iOS. O aparelho combina as funções de gamepad, mouse e teclado equipados com conexão wireless e conta ainda com uma função selfie de câmera viva-voz.

O produto está em financiamento coletivo no Indiegogo, com opções de compras disponíveis a partir de US$ 59 (cerca de R$ 230). Este preço corresponde a 50% do valor sugerido para a venda no varejo, que entrará em vigor quando a campanha de crowdfunding acabar, no final de junho.

Recursos

Os recursos do Power Vessel incluem entrada All-in-One (gamepad, mouse e teclado), receptor de áudio sem fio Hi-Fi, função Câmera de Selfie Hands-Free e Teclado com luz de fundo. O teclado ainda pode ser conectado em SmartTVs para facilitar as buscas feitas na telona. Já o controle possui uma opção para atender ligações sem que seja necessário parar um jogo.

Existem três modos de uso: um otimizado para jogos para PC e Android (TV Box e smartphones), outro para computadores (Mac, Windows e Linux) e TV Box (Android e iOS) compatíveis com mouse e teclado Bluetooth e, por fim, um modo específico para dispositivos da Apple, como iPhone, iPad e Apple TV.

Fonte: Tecmundo

Google Stadia: internet brasileira se prepara para o streaming de jogos

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No dia 19 de março, a Google anunciou seu serviço de jogos por streaming, o Stadia. Através dele, gamers de todo o mundo poderão jogar os títulos mais populares usando praticamente qualquer dispositivo com acesso à internet, desde que tenham um joystick dedicado e, claro, uma internet que atenda as exigências da plataforma.

A princípio, a notícia foi muito bem recebida aqui no Brasil. Afinal, grande parte dos gamers brasileiros não pode investir pesado em hardware e/ou comprar títulos AAA no lançamento. No entanto, logo em seguida bateu a dúvida: será que a internet brasileira está preparada para suportar o Stadia de forma satisfatória?

Cabos submarinos de baixa latência

Desde 2017, a Angola Cables mantém um cabo submarino de alta capacidade de transferência de dados e baixa latência, que liga a América do Sul à África, mais precisamente as cidades de Fortaleza, no Ceará, à Luanda, em Angola. Este cabo tem capacidade de transmissão de 40 terabytes por segundo e latência de 65 ms entre os dois pontos.

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Outro cabo em operação desde 2017 e que a companhia participou da implantação é o Monet. Ele é mantido em parceria com outras empresas e interliga as cidades de Santos, Fortaleza e Miami, possuindo uma extensão de 10 mil quilômetros e capacidade de transmissão de 60 Tbps.

Como os cabos submarinos podem beneficiar os jogadores brasileiros?

A alta capacidade de transmissão de dados, aliada à baixa latência dos cabos submarinos, melhora a experiência de todas as atividades relacionadas à internet, principalmente streaming de conteúdo. Por isso, plataformas como o Stadia são diretamente impactadas positivamente.

Os jogadores brasileiros poderão competir em pé de igualdade contra adversários de outras partes do mundo, tirando proveito de jogos com melhor qualidade de som e imagem, maior taxa de FPS, comandos mais responsivos e menor tempo de espera no carregamento de conteúdo.

Além dos jogadores, os desenvolvedores e produtores de jogos também são beneficiados, uma vez que a estrutura em torno dos cabos submarinos são uma opção, com tecnologia de ponta, para o armazenamento e distribuição dos títulos criados.

Fonte: Terra