Brasileiros ficam mais de dois anos com o mesmo celular, indica pesquisa

Os brasileiros estão cada vez mais tempo com seus celulares antes de trocá-los por outro. Ao menos, é o que indica a nova pesquisa “O brasileiro e seu smartphone”, realizada por Mobile Time/Opinion Box. De acordo com os resultados, os moradores do país passam mais de dois anos usando os mesmos smartphones antes de pensar em comprar um modelo novo, mostrando que o número recorrente de lançamentos mensais por parte das fabricantes com a justificativa de que essa troca seria feita a cada 12 ou 18 meses não se justifica.

Segundo o levantamento, os usuários de iPhones são os mais fieis aos seus dispositivos e ficam, em média, dois anos e sete meses com o mesmo aparelho. Já os donos de celulares Android costumam trocar a cada dois anos e dois meses.

A pesquisa ainda revelou que, no geral, os brasileiros buscam mais por um celular com o sistema operacional do Google — 85% possuem um smartphone Android. Já os fãs da Apple representam uma parcela de 14% dos entrevistados, enquanto 1% não soube identificar o software do telefone ou usava outra plataforma.

O estudo também revelou a fabricante favorita entre a população brasileira, e a Samsung ocupa a liderança com folga. A companhia sul-coreana é a preferida entre 43% dos entrevistados, enquanto a Motorola ocupa a segunda posição, com 22%. Apple, Xiaomi e LG completam a lista dos cinco primeiros, com 13%, 10% e 7%, respectivamente. “Outros” aparelhos representam uma fatia de 5% dos participantes.

Curiosamente, a Apple representa uma fatia de 13% entre os compradores, enquanto seu sistema operacional, o iOS, representa 14% dos entrevistados. Essa pequena diferença, porém, pode ser justificada como um possível erro dos participantes na hora de responder as duas perguntas.

Também é possível conhecer quantos brasileiros compram um celular novo e quantos recorrem a dispositivos usados — segundo os dados, 90% vão às lojas para comprar um modelo “na caixa”, enquanto 10% preferem economizar e buscam por um de segunda mão.

A pesquisa indica, porém, que o cenário se divide em relação à pretensão de compra nos próximos meses. 51% dos entrevistados pretendem adquirir um novo celular em até um ano, enquanto 39% revelam que vão manter seus dispositivos atuais — 25% porque não precisam e 14% por falta de dinheiro. 10% ainda não estão decididos quanto à possibilidade de compra de um novo telefone.

Homens querem performance e mulheres querem espaço

O levantamento ainda indicou quais são as prioridades de homens e mulheres na busca por um celular novo. Segundo os resultados, os respondentes do sexo masculino focam mais no processamento e 38% deles escolhem seu celular com base no chipset com o qual o dispositivo é equipado.

Já as entrevistadas voltam sua atenção para outro fator importante: a memória interna. Ou seja, o foco delas é a quantidade de armazenamento disponível no smartphone quando vão comprar e 36% das mulheres são atentas a este fator.

Já em um panorama geral, sem separar os interesses de homens e mulheres, 32% dos entrevistados dão atenção ao processador do celular, enquanto 30% preferem mais memória. A lista das cinco características mais buscadas é finalizada com a duração da bateria, qualidade da câmera e tamanho da tela, respectivamente com 20%, 11% e 4%. Outros 3% disseram que não estão atentos a nenhum destes itens.

Também é interessante notar que essa preferência varia de acordo com a idade. Enquanto jovens de 16 a 29 anos têm a capacidade de processamento como ponto prioritário na hora da compra (32%), pessoas acima de 50 anos focam na quantidade de armazenamento (35%). A mudança também acontece em relação à importância da câmera e tamanho da tela, onde a primeira cai conforme a idade avança e a segunda aumenta. 

Preferência por um iPhone cai conforme a idade

O estudo também revelou que a preferência por um iPhone pode variar de acordo com a idade. Segundo os dados, 19% dos entrevistados entre 16 e 29 anos preferem um celular da Apple. Esse número cai para 11% na faixa de idade de 30 a 49 anos e fica ainda menor, com 6%, entre as pessoas com mais de 50 anos.

Metodologia

A pesquisa Mobile Time/Opinion Box entrevistou um total de 2.177 pessoas, entre os dias 9 e 16 de junho de 2021. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais e o estudo possui um grau de confiança de 95%, de acordo com seus organizadores.

Fonte: Canaltech

Malware Joker volta à Play Store e infecta apps com 30 mil downloads

Vírus do coringa contrata serviços pagos de apps sem consentimento do usuário.

O Joker, família de malware que rouba informações pessoais e inscreve a vítima em serviços pagos sem seu consentimento, ainda circula na Play Store. O spyware foi identificado recentemente em pelo menos 11 apps Android, baixados cerca de 30 mil vezes na loja de aplicativos do Google. A informação é do ThreatLabz, laboratório da empresa de segurança digital Zscale, que realiza o monitoramento do vírus do coringa.

Os pesquisadores também constataram que algumas categorias de aplicativos são mais suscetíveis a apresentarem o malware do que outras. Apps de ferramentas são os alvos principais, representando 41% dos payloads, seguido de aplicações de comunicação, com 28% das cargas de transmissão de dados maliciosas avaliadas no estudo, realizado nos últimos dois meses e meio.

Além de “Ferramentas” e “Comunicação”, outras três categorias de apps completam os mais de 50 bases de dados analisadas pela Zscale: “Personalização”, com 22% dos uploads; “Fotografia”, com 7%; e “Saúde e Fitness”, que soma 2%. Os 11 aplicativos infectados identificados pela empresa são:

  1. Free Affluent Message
  2. PDF Photo Scanner
  3. delux Keyboard
  4. Comply QR Scanner
  5. PDF Converter Scanner
  6. Font Style Keyboard
  7. Translate Free
  8. Saying Message
  9. Private Message
  10. Read Scanner
  11. Print Scanner

Para driblar os sistemas de segurança do Google, os cibercriminosos têm usado encurtadores de URL como bit.ly e TinyURL para esconder endereços conhecidos por fornecer esses payloads. Houve uma série de outras alterações no sistema do Joker, conhecido por estar mudando constantemente.

Outra mudança na nova versão do spyware é o uso do acesso às notificações no Android. Uma vez que o usuário concede o acesso, o app infectado consegue ler todas as notificações do dispositivo, seja do próprio sistema ou de outros aplicativos instalados. Isso dá ao malware a capacidade de rastrear SMS, coletar listas de contatos e roubar informações em geral para realizar as assinaturas.

Como se proteger?

Os analistas observaram outra característica em comum no vírus de instalação do Joker: todos usam nomes próprios como desenvolvedor, com nome e sobrenome, e cada desenvolvedor possui somente um app registrado na Play Store. Embora esses atributos possam pertencer a um serviço legítimo, é válido ficar atento a apps desse tipo na loja do Android.

Além disso, valem as dicas gerais para proteger o celular de aplicativos maliciosos. Confira se a plataforma é verificada pelo Google, o que reduz consideravelmente as chances de o app ser espião. Estar atento às permissões solicitadas também é extremamente importante, sobretudo na nova variante do Joker.

Ter um antivírus instalado no smartphone é outra precaução válida. Mesmo que um ou outro código possa passar despercebido por programa, a maioria vai oferecer uma barreira extra contra roubo de dados e outros problemas.

Com informações de Zscale

Facebook testa mudanças no Instagram para se assemelhar ao TikTok

Nesta quarta-feira (30), o chefe do Instagram e do Facebook – Adam Mosseri- anunciou os planos da rede social para começar a mostrar aos usuários vídeos recomendados em tela inteira em seus feeds.

“Também vamos experimentar como podemos abraçar o vídeo de forma mais ampla – tela inteira, imersivo, divertido, vídeo que prioriza os dispositivos móveis”, comentou Mosseri em um vídeo e que “você verá uma série de coisas ou experimentar várias coisas neste espaço nos próximos meses.”

Além disso, Mosseri revelou que o Instagram tem planos de mostrar aos usuários vídeos em tela inteira em seus feeds, incluindo vídeos que recomenda aos usuários, como aqueles de contas que eles ainda não seguem. Sendo assim, os usuários começarão a ver os experimentos do Instagram com essas mudanças nos próximos meses, disse ele.

“Não somos mais um aplicativo de compartilhamento de fotos ou um aplicativo de compartilhamento de fotos quadrado”, afirmou Mosseri.

Isso representa uma mudança drástica para o Instagram, que até agora era basicamente um aplicativo onde os usuários podem ver imagens em tamanho quadrado de seus amigos e contas que eles seguem. A mudança na apresentação do conteúdo alinhará o Instagram em uma competição mais direta com a chinesa TikTok, uma novata no mercado de aplicativos sociais.

Ademais, Mosseri destacou especificamente o TikTok, bem como o YouTube, que é propriedade do Google, como concorrentes e as razões para essas mudanças: “Vamos ser honestos, há uma competição realmente séria no momento. O TikTok é enorme, o YouTube é ainda maior e há muitos outros iniciantes também.”

O Instagram já fez da competição com o TikTok uma prioridade ao lançar o reels no ano passado. Sendo que o reels é um recurso de vídeo de formato curto que permite aos usuários do Instagram criar conteúdo com áudio sobreposto e efeitos de realidade aumentada, da mesma forma que já fazem na plataforma chinesa.

“As pessoas procuram o Instagram para se divertir, há uma competição acirrada e há muito mais a fazer”, finalizou Mosseri.

Fonte: Olhar digital

Metade da população mundial possui um smartphone, revela relatório

Os últimos dez anos foram palco de grandes mudanças relacionadas ao acesso à informação. Um dos marcos, por exemplo, foi a migração dos celulares tradicionais para os smartphones, oferecendo ao usuário acesso à internet praticamente em qualquer lugar graças ao avanço gradual da cobertura de redes móveis pelo mundo.

Agora, um novo relatório da empresa de consultoria Strategy Analytics revela um número impressionante: metade da população mundial possui um smartphone pessoal. Uma mudança dramática se comparada a era dos primeiros celulares inteligentes (de 1995 a 2005) equipados com Windows Mobile e Palm OS, em que a adoção, segundo o gráfico abaixo, nem sequer alcançou 5%.

A partir de 2008, após a chegada do iPhone e dos primeiros aparelhos com Android, foi observada uma adoção mais acentuada, principalmente entre 2010 e 2011.

“Estimamos que a base global de usuários de smartphones aumentou de apenas 30 mil pessoas em 1994 para 1 bilhão em 2012 e um recorde de 3,95 bilhões em junho de 2021. Com 7,9 bilhões de pessoas no planeta, isso significa que 50% do mundo possui um smartphone”, declarou Yiwen Wu, analista sênior da Strategy Analytics.

O CEO da Strategy Analytics, Neil Mawston, diz que o smartphone é o computador de “maior sucesso” de todos os tempos: “Os consumidores e trabalhadores adoram a conveniência, utilidade e segurança de ter um computador conectado no bolso”. Segundo o executivo, até 2030 cerca de 5 bilhões de pessoas usarão smartphones em todo o mundo.

A Strategy Analytics também afirma que o percentual da população com acesso à internet ultrapassou a marca de 50% em 2019, sem dúvida, um crescimento ligado diretamente à disseminação dos smartphones.

Fonte: Strategy Analytics e Olhar digital

Quais são os smartphones com maior bateria no Brasil?

Se vários anos atrás um aparelho podia ficar tranquilamente mais de dois dias fora da tomada, boa parte dos modelos modernos mal aguentam um dia inteiro. Assim, bateria é um dos fatores mais importantes na hora de comprar um celular. No entanto, nos últimos anos começaram a aparecer alguns smartphones com bateria bem grande, que não deve te deixar na mão quando estiver fora de casa.

A medida de tamanho da bateria é em miliamperes/hora (mAh) – basicamente o quanto de eletricidade cabe num celular. O padrão até pouco tempo atrás era na volta de 4.000 mAh (como o Galaxy A10s, de 2019), que é o que causa a impressão de, dependendo do uso, durar menos de um dia. Confira alguns modelos mais potentes disponíveis no Brasil.

Samsung Galaxy M51 – 7.000 mAh
M51
M51

Imagem: Divulgação Samsung

O campeão de carga disponível no Brasil é da Samsung. Trata-se do Galaxy M51, com imensos 7.000 mAh e que promete aguentar tranquilamente mais de dois dias de uso intenso sem precisar recarregar. Não atoa, esse quesito acaba sendo o destaque da linha M. O carregamento rápido é de 25W, o que não é nenhum pouco baixo, mas considerando a carga do aparelho pode ser demorado para atingir 100%. O Galaxy M51 foi lançado em novembro de 2020 e hoje pode ser encontrado custando R$ 1.799.

Samsung Galaxy M31 – 6.000 mAh
Samsung Galaxy M31
Samsung Galaxy M31

Imagem: Divulgação Samsung

Lembra que eu disse que a linha M gostava de bateria? Então, o segundo lugar também fica com ela, dessa vez com o irmão mais novo do M51, o Galaxy M31. Esse modelo saiu um pouco antes, em julho de 2020, e chega com 6.000 mAh, aguentando mais de dois dias fora da tomada tranquilamente. O carregamento também é mais fraco do que do smartphone seguinte, com 15W. O Galaxy M31 pode ser comprado por cerca de R$ 1.529.

Motorola Moto G60 – 6.000 mAh
Motorola Moto G60
Motorola Moto G60

Imagem: Motorola

A Motorola é outra que lança uma cacetada de modelos aqui no Brasil e um deles é o Moto G60, smartphone que chega também com 6.000 mAh de bateria e podendo aguentar até 54 horas longe da tomada segundo a empresa. O carregamento é de 20W e esse é o modelo mais recente da lista, lançado agora a pouco, em abril, e pode ser comprado por cerca de R$ 2 mil.

Moto G9 Power – 6.000 mAh
Moto G9 Power
Moto G9 Power

Imagem: Motorola

Outro da Motorola é o Moto G9 Power e o “poder” dele é justamente a bateria. Assim como o Galaxy M31, esse pequeno monstro chega com 6.000 mAh e, segundo a fabricante, aguenta até 60 horas sem carregar. O modelo foi lançado em dezembro de 2020 e pode ser encontrado hoje por volta de R$ 1.394,07 e chega com um carregamento rápido de 20W.

ROG Phone 3 – 6.000 mAh
ROG Phone 3
ROG Phone 3

Imagem: divulgação asus

Games demandam bateria e pensando nisso o smartphone gamer ROG Phone 3, da Asus, chega com 6.000 mAh. Lembrando que, como esse modelo é voltado para jogos, possui configurações bem extremas que também exigem mais bateria, então apesar da capacidade, o tempo longe da tomada do ROG Phone 3 pode variar bastante. No geral, o celular que foi lançado por aqui em outubro de 2020 deve aguentar dois dias sem muitos problemas. O destaque também fica para o carregamento rápido de 30W. Lembra que eu falei das configurações extremas? Então, por conta disso, o preço do aparelho também é bem extremo, na faixa dos R$ 5.300.

Redmi Note 9S – 5.020 mAh
Redmi Note 9S
Redmi Note 9S

Imagem: Xiaomi

Abrindo para outras empresas, a Xiaomi também tem o representante dela nessa lista, trata-se do intermediário Redmi Note 9S (e sua versão Pro). O smartphone da chinesa chega com 5.020 mAh de bateria e foi lançado em junho de 2020. A fabricante promete mais de 24 horas de autonomia. O modelo possui suporte para carregamento rápido de 18W. O Redmi Note 9S pode ser comprado no Brasil por R$ 1.469.

Esses são os smartphones com as maiores baterias disponíveis no Brasil. Na faixa dos 5.000 mAh existem vários, como o Samsung Galaxy S20 Ultra e o Motorola Edge, que também aguentam um bom tempo longe da tomada.

Fonte: Yahoo!

Xiaomi HyperCharge: nova tecnologia carrega celular em 8 minutos

A fabricante chinesa Xiaomi apresentou neste domingo (30) duas novas tecnologias de recarga de smartphones sob a marca HyperCharge.

O equipamento mais impressionante é o novo modo de recarga com fio. Ele tem 200W e, segundo a demonstração da marca, é capaz de levar um aparelho de zero a 100% em apenas oito minutos — sendo que são necessários apenas três minutos para que o dispositivo esteja utilizável com metade da bateria.

Confira abaixo a demonstração:

Neste caso, uma versão modificada do Xiaomi Mi 11 Pro com bateria de 4.000 mAh foi utilizada no teste. De acordo com a Xiaomi, esse é um novo recorde mundial na categoria.

Sem fio, mas também rápido

A segunda tecnologia demonstrada é uma recarga sem fio de 120W, que também teria estabelecido um recorde. Ela consegue a recarga completa em 15 minutos. O procedimento é diferente do Mi Air Charge, que foi apresentado em janeiro de 2021 e faz transferência de energia à distância.

Por enquanto, não há previsão para que ambas as tecnologias sejam empregadas em produtos comerciais da Xiaomi. A marca ainda precisa trabalhar com os efeitos negativos desse tipo de tecnologia: estudos recentes mostram que a bateria pode degradar mais rapidamente sob altas velocidades de carregamento e ter a vida útil prejudicada.

Fonte: Tecmundo

Google Meet adiciona modo para economizar bateria e dados no celular

Após a explosão de popularidade dos aplicativos de videoconferência, impulsionado pelo isolamento social, o Google tem trabalhado para levar aprimoramentos aos usuários do Meet. A novidade agora é uma nova configuração para permitir estabelecer um limite de uso de dados no Android e iOS.

Esta opção vai baixar a qualidade do vídeo e do áudio durante uma conferência para adequar às condições da rede. Atualmente, o Meet ajusta o dispositivo, a rede e as configurações para fornecer a “melhor experiência possível”, por isso há casos onde o consumo pode ser elevado.

A novidade deve ajudar a reduzir o uso de dados, o que é importante para quem usa planos limitados, e maximizar a vida útil da bateria. Menos qualidade de som e vídeo significam menos processamento do celular e isso tem forte impacto na duração da carga. É uma boa opção para quem precisa fazer uma reunião por vídeo fora de casa, enquanto se desloca ou em um local sem internet rápida.

Com a redução do consumo de recursos, o aparelho terá mais memória disponível para rodar outros aplicativos simultaneamente. Pode ser útil para quem tem um smartphone mais modesto e que pode travar ao rodar muita coisa junta.

Como ativar o modo de economia do Google Meet

Passo 1: Clique no menu de três traços, no canto superior esquerdo;

Passo 2: Procure por “Configurações” e pressione o botão;

Passo 3: Marque a opção “Limitar uso de dados”

(Imagem: Divulgação/Google)

Para voltar ao normal, é só desativar a opção de economia de dados e o Meet retorna com a oferta do excelente serviço de sempre.

É importante reforçar que a economia de dados vai influenciar apenas na exibição do seu aparelho, sem qualquer prejuízo para os demais participantes da reunião. Por isso, pode usar despreocupado.

O Google tinha planos para limitar o uso do Meet para o ambiente corporativo, de modo similar ao que faz o Zoom — reuniões mais curtas, número máximo de assinantes e outras. Mas, em razão da pandemia de COVID-19, a empresa decidiu adiar os planos para oferecer às pessoas alternativas gratuitas e funcionais. A tática, além de ter ajudado milhões de usuários em todo o mundo, ajudou a tornar o sucessor do Google Hangout a se popularizar.

O serviço começa a ser liberado hoje e deve ser concluído nos próximos 15 dias. Se você não consegue visualizar a opção ainda, é recomendado atualizar o app e aguardar mais alguns dias — caso o update não apareça, o jeito é esperar até desembarcar na App Store ou na Play Store.

Fontes: Google  e Canaltech

Novo malware para Android se disfarça como atualização do sistema

O malware disfarçado como app de atualização de sistema envia até notificações para a vítima. Fonte:  Zimperium 

Um novo malware para Android que está em circulação finge ser um recurso importante para o sistema, mas na verdade pode roubar todos os seus dados e ainda controlar remotamente o dispositivo.

A ameaça foi identificada pela empresa de segurança digital Zimperium, que estudou a fundo o código e a forma de atuação do golpe.

Trata-se de um spyware capaz de fazer o usuário liberar o controle completo do dispositivo aos criminosos, espionar toda a sua navegação e permitir que dados e arquivos pessoais sejam acessados sem muito esforço — incluindo informações bancárias e de redes sociais ou fotos e vídeos armazenados.

Boas intenções

A ameaça é propagandeada como um aplicativo de atualizações do sistema e deve ser instalada por fora da Google Play Store, em forma de APK. Isso dificulta o banimento por parte da empresa, já que a maior responsabilidade da instalação fica por conta do usuário.

Com todo o controle sob a vítima, o malware tem até o cuidado de não consumir muitos dados na transferência de arquivos para chamar menos atenção. Ele se conecta com um servidor da própria Firebase, a plataforma de criação de apps da Google, para atuar de forma mais livre no sistema.

Segundo a Zimperium, esse é um dos malware para Android mais sofisticados que a empresa já encontrou pelo nível de complexidade do aplicativo e as técnicas de disfarce.

Fonte: Zimperium e TECMUNDO

Flipboard: o que é e para que serve o aplicativo de notícias

Há quase uma década, o Flipboard era lançado exclusivamente para o iPad. Sucesso absoluto, o aplicativo logo chegou a outros dispositivos e sistemas operacionais, inovando com sua proposta única e promissora. Atualmente, a plataforma ainda é bastante popular e possui centenas de milhões de usuários ativos, contudo, ainda é desconhecida para muitos internautas. Afinal, para que serve?

Em termos simples, o Flipboard é um leitor digital de revistas e jornais personalizado com as preferências pessoais de um usuário. A plataforma agrupa diversos tipos de notícias em sessões e as apresenta em um formato de uso “tradicional”, permitindo “folhear” as páginas como acontece nas mídias impressas.

As notícias, artigos e matérias de variados tipos são apresentados em um formato de revista digital, com capas dedicadas que servem como “porta de entrada” para o restante do conteúdo, dentro do site ou portal que efetuou a publicação. Nesse contexto, o aplicativo também possibilita que empresas e companhias criem “revistas especiais” para o fácil acesso de seus clientes e usuários.

Seu lançamento, em 21 de julho de 2010, foi bem recebido e rendeu a nomeação de “Aplicativo de iPad do Ano”, além de também ser considerado uma entre as 50 Melhores Invenções do Ano, segundo a revista Time. Contudo, seu sucesso se tornou ainda maior com a chegada de sua versão para iPhones e iPods, no fim de 2011, que precedeu sua estreia no sistema operacional Android, começando pelo Galaxy S3, em 2012.

Desde então, o Flipboard está presente em mais de 300 milhões de dispositivos, com um acervo com mais de 28 milhões milhões de revistas digitais criadas e um número de usuários ativos estimado em 145 milhões, segundo dados do último ano.

Variante exclusiva

Recentemente, uma “nova versão” — ou variante — do Flipboard foi lançada inicialmente para dispositivos Samsung, sem previsão de chegada para outros aparelhos Android ou iOS. A alternativa em questão é chamada de Briefing e possui, basicamente, todos os principais recursos da versão “tradicional” da plataforma, com a principal diferença de já estar embutido no sistema One UI dos aparelhos Galaxy mais recentes — sem possibilidade de desinstalá-lo.

A presença “obrigatória” do aplicativo no sistema dos dispositivos Galaxy chega a incomodar certos usuários, especialmente os mais preocupados com questões como privacidade de dados, visto que o Flipboard sofreu um grande vazamento de dados em 2019.

Em suma, sem muitas diferenças, o Briefing permite acessar notícias de diferentes tópicos, enquanto aprende por meio de um algoritmo os assuntos que mais interessam ao usuário e, assim, oferece uma experiência personalizada.

Fontes: Business Insider e TECMUNDO

Primeiro celular feito de fibra de carbono pesa 30% menos

Carbon 1 MK II é primeiro celular do mundo totalmente feito de fibra de carbono — Foto: Reprodução/Pocketnow

O primeiro celular feito de fibra de carbono vai finalmente chegar ao mercado. Produzido pela fabricante alemã Carbon Mobile, o smartphone Carbon 1 MK II pesa apenas 125 gramas, cerca de 30% menos do que a média do mercado. Além disso, tem espessura de somente 6,3 mm.

A empresa anunciou o produto em fevereiro de 2020. A previsão era que fosse comercializado em junho do mesmo ano, mas o lançamento foi adiado devido à pandemia. Agora existe a expectativa de que ele chegue ao mercado ainda em março.

As principais vantagens da fibra de carbono são a leveza e a durabilidade. Este tipo de material sintético é composto basicamente por filamentos de carbono. O elemento não oxida, tal qual ocorre com metais, e não perde a resistência das ligas com o passar do tempo, como plásticos. Ele é uma opção bem resistente para compor o corpo dos smartphones.

Além disso, como não há outros metais em sua estrutura, a fibra de carbono é mais leve que outros materiais. A média dos smartphones disponíveis no mercado gira em torno de 180 gramas contra 125 gramas do novo modelo. A diferença é de 30%.

Para se ter uma ideia, o Galaxy S21 (Samsung), por exemplo, pesa 171 gramas e tem 7,9 mm de espessura. Já o Xiaomi Mi 10 (Xiaomi) tem 208 gramas e 8,96 mm de espessura.

A fabricante ainda afirma em seu site oficial que usa materiais recicláveis na composição do aparelho, sendo que o telefone contém menos de 5% de plástico na composição.

A ficha técnica engloba display AMOLED de 6 polegadas, câmera traseira dupla de 16 MP e câmera frontal de 20 MP. A bateria é de apenas 3.000 mAh, o que pode ser explicado pela espessura fina do aparelho. Há um scanner de impressão digitalna lateral e a proteção de tela é a Gorilla Glass 7.

Em relação ao hardware, o telefone tem processador MediaTek Helio P90 SoC, 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento. O celular vem com Android 10 de fábrica e a empresa promete dois anos e atualizações de software, além de atualizações mensais de segurança.

Carbon 1 Mark II tem display AMOLED de 6 polegadas e câmera dupla de 12 MP — Foto: Reprodução/Pocketnow

O aparelho deve chegar ao mercado em meados de março pelo valor sugerido de 799 euros, cerca de R$ 5.370 em conversão direta. Por enquanto, apenas em lojas selecionadas e parceiras da Carbon Mobile deverão comercializar a novidade.

Fontes: Pocketnow e Techtudo