Pasta térmica no processador | Mitos, verdades e cuidados importantes

Aplicação de pasta térmica

Um dos itens mais importantes em um computador é a pasta térmica, que tem como sua função manter a temperatura do processador mais baixa. Ela serve como um condutor de calor e auxilia a dissipar a alta temperatura do chip ao cooler.

Trata-se de um cuidado para prolongar a vida útil do componente, visando garantir o perfeito funcionamento dele por mais tempo. Infelizmente muita gente acaba ignorando a pasta térmica, e a ideia aqui é comentar algumas verdades, mitos e também citar cuidados importantes sobre esse assunto.

Quanto mais, melhor?

Muita gente acredita que colocar mais pasta térmica vai ajudar de alguma forma. Esse é um erro grande, e pode acabar, na verdade, trazendo problemas a outros componentes próximos. O ideal é colocar uma quantia mediana, geralmente do tamanho de um grão de ervilha, para que faça uma ligação sem imperfeições entre a base do cooler e o processador, na maior superfície de contato possível entre eles.

Importante ressaltar que o contrário também é válido. Colocar pouca pasta térmica não ajudará a dissipar o calor da forma correta, podendo existir imperfeições que atrapalhem no processo. Novamente, uma boa quantidade é o tamanho de um grão de ervilha, posicionada na parte central.

Pasta de dente funciona?

Embora existam muitos relatos na Internet de que utilizar pasta de dente como pasta térmica funcione, isso não é o ideal, visto que ela não foi feita para essa finalidade. Pode ser que em sua composição exista algo que seja corrosivo, que pode deteriorar o componente.

Essa é uma economia que é pequena, pois pastas térmicas podem variar de 10 a 100 reais, e foram feitas justamente visando dissipar o calor do seu processador da melhor forma possível, sem oferecer riscos ao conjunto. Ou seja, ela é essencial para garantir que o processador funcione bem e não se danifique por excesso de aquecimento.

Trocar a pasta térmica é importante?

Sim, e muito. Apesar de alguns dizerem que se for usada uma pasta de qualidade e bem aplicada, talvez não seja preciso fazer essa troca. Muitos consideram esse procedimento preventivo, que visa garantir que não vá ter problemas no futuro, já que o material pode se desgastar com o tempo e perder sua capacidade condutiva.

Existem pastas diferentes?

Atualmente dá para se encontrar alguns tipos diferentes de pasta térmicas. Opções mais simples, com base de silicone, são mais baratas e tendem a durar menos tempo. Em média, 3 anos. A de base metálica é uma opção intermediária, com tempo médio de 5 anos. Por outro lado, as opções premium, mais caras, podem chegar a durar de 8 a 10 anos.

E, claro, esse é um tempo médio, a depender do uso do computador. Dispositivos gamer são geralmente levados ao seu extremo, e portanto podem acabar precisando dessa manutenção antes. Outras coisas também devem ser levadas em consideração, como a fabricante, composto, ou mesmo o ambiente e a limpeza periódica do computador.

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fonte: Canaltech

Seagate lança edição limitada do SSD FireCuda 520 versão Cyberpunk 2077

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A Seagate acaba de lançar uma edição limitada inspirada em Cyberpunk 2077 de um de seus principais SSDs, trata-se do modelo SSD PCIe 4.0 NVMe FireCuda 520 Cyberpunk 2077. O modelo traz um design com um dissipador de calor na cor amarela com detalhes remetendo ao título que inspira a versãolimitada e luzes RGB que podem ser totalmente personalizadas pelo usuário, a Seagate disponibilizará apenas 2077 unidades dessa edição, em alusão óbvia ao ano que o título acontece. 

O produto será disponibilizado em uma única capacidade de 1TB, essa edição especial do FireCuda 520 conta com um controlador Phison PS5016-E16 com a TLC NAND Toshiba 96L. A velocidade de leitura e gravação neste modelo é de impressionantes 5,000 MBps4,400 MBps respectivamente e possui uma durabilidade de 1.800 TBW.

Com um dissipador de calor generoso, a Seagate estima que o SSD trabalhará em uma temperatura de até 22° C, em contrapartida o usuário precisará de uma placa mãe e gabinete que comportem com facilidade o tamanho do SSD, que por possui 80,15mm de comprimento, 22,9mm de largura e 18,25mm de altura.

Cyberpunk 2077 é um jogo em primeira pessoa desenvolvido pela CD Projekt, foi lançado em dezembro de 2020 e teve muitas críticas negativas devido aos problemas técnicos que o jogo apresentou em seu lançamento, meses após seu lançamento o jogo já recebeu diversas atualizações e hoje já entrega melhor performance. Foi um dos jogos mais esperados dos últimos anos principalmente por ser da mesma produtora de The Witcher 3, o lançamento dessa versão personalizada e exclusiva demonstra que o jogo superou os problemas que teve no lançamento e tem grande apelo do público.

A edição limitada está disponível pelo mundo todo em varejistas selecionados com valores que vão de U$280,00 a U$310,00. Para efeito de comparação. a versão padrão do FireCuda 520 de 1TB é encontrado a venda por 190 doláres nos Estados Unidos.

Fonte: Adrenaline

Quase 1 milhão de PCs são vendidos por dia ao redor do mundo, revela pesquisa

A falta de componentes que afeta desde o segmento de games até montadoras de automóveis ainda não parece ter data para acabar, mas isso não tem desestimulado o mercado de computadores. Segundo uma pesquisa realizada pela International Data Corporation (IDC), um total de 357 milhões de dispositivos da categoria devem ser vendidos em 2021 — quase 1 milhão por dia.

Segundo o levantamento Worldwide Quaterly Computing Device Tracker, este ano as vendas de PCs devem aumentar em 18,1%, mesmo em um momento no qual componentes como sensores e codecs de áudio estão em falta. Conforme explica Ryan Reith, vice-presidente de programas da IDC, atualmente o mercado em geral passa pela falta de componentes de menor custo, mas todos os segmentos passam por falta de inventários.

Imagem: Divulgação/IDC

A previsão é a de que o setor voltado a consumidores comuns seja o que mais tenha crescimento, seguido pelo educativo e comercial. O principal motivador do crescimento continua sendo a pandemia: trabalhando em casa, muitas pessoas são obrigadas a fazer upgrades ou adquirir novas máquinas para conseguir cumprir tarefas cotidianas.

O setor educativo está investindo mais em dispositivos de baixo custo, como Chromebooks, de forma a responder as novas necessidades do ensino à distância. Embora apresente um crescimento mais lento, o segmento comercial também investe em mais equipamentos conforme modelos de trabalho híbrido se tornam mais comuns.

Falta de componentes só deve acabar em 2022

A pesquisa espera que a falta de componentes comece a diminuir no terceiro trimestre de 2021, mas que um equilíbrio entre oferta e demanda só deve acontecer na primeira metade do próximo ano. Parte do problema pode ser explicado pelo fato de que a maioria dos componentes em falta usam tecnologias de 40 nanômetros (ou mais velhas), enquanto fabricantes preferem investir em soluções mais modernas e que fazem mais sentido para seus negócios.

Embora a IDC preveja que em 2022 o mercado de PCs vai sofrer uma retração de -2,9% em relação aos resultados deste ano, ela antecipa um crescimento total de 3% levando em consideração os 5 últimos anos. Para o longo prazo, a expectativa é que o segmento de computadores e peças voltados para games deve continuar impulsionando o crescimento do setor.

Fontes: IDC e Canaltech

22% de todos os usuários ainda executam o Windows 7 em fim de vida da Microsoft

Pesquisadores relataram na segunda-feira que 22% dos usuários de PC ainda usam o Windows 7, que a Microsoft deixou de oferecer suporte em janeiro de 2020.

Em um comunicado da empresa , a Kaspersky disse que o estudo foi baseado em metadados anônimos do sistema operacional fornecidos por usuários autorizados da Kaspersky Security Network.

“Um sistema operacional confiável pode parecer bom na superfície, mas se o fornecedor não oferecer mais atualizações importantes para o software, o sistema se torna mais suscetível a ataques”, disse Kaspersky. “Quando os sistemas operacionais atingem o fim da vida útil, as vulnerabilidades permanecerão no sistema sem atualizações de patch para resolver os problemas, fornecendo aos atacantes cibernéticos maneiras potenciais de obter acesso.”

A Kaspersky recomenda fortemente que as empresas e todos os usuários atualizem seus sistemas operacionais para o Windows 10, o sistema operacional mais recente da Microsoft. No lado positivo, a Kaspersky descobriu que 72% de todos os usuários executam o Windows 10 – e menos de 1% executam os sistemas operacionais XP ou Windows Vista, muito mais antigos.

Usar um sistema operacional que foi declarado em fim de vida e, portanto, não recebe mais atualizações de segurança é semelhante a dirigir um carro com a luz de freio ligada, disse Oliver Tavakoli, diretor de tecnologia da Vectra.

“A probabilidade de desastre é grande, mas é difícil transmitir isso aos usuários de tais sistemas sem parecer que eles estão tentando fazer com que gastem mais dinheiro”, disse Tavakoli. “Este seria um bom lugar para um governo ou ONGs intervir e fornecer incentivos e programas de atualização, pois torna todo o ecossistema mais seguro.”

Dirk Schrader, vice-presidente global de pesquisa de segurança da New Net Technologies, acrescentou que as políticas de compras públicas em muitas agências governamentais muitas vezes não têm contingências para um sistema operacional desatualizado, da mesma forma que a noção de “ainda funciona” domina as discussões quando as decisões são feito sobre onde gastar dinheiro com orçamentos limitados. Na verdade, as próprias agências governamentais costumam forçar a barra quando se trata de prazos de atualização, forçando extensões no suporte de serviço do fornecedor, o que pode gerar custos adicionais.

“Será interessante ver como esse percentual é afetado pelas iniciativas do governo Biden ao longo dos próximos 12 meses”, disse Schrader. “Como os esforços de digitalização exigirão sistemas adicionais, é muito provável que os existentes permaneçam inalterados. Em qualquer caso, as organizações que ainda usam o Windows 7 são alvos mais fáceis para ataques cibernéticos por causa da falta de atualizações e provavelmente enfrentarão alguma reação pública e perda de reputação no caso de ocorrer uma violação de dados, sem mencionar o impacto que tal cenário pode ter sobre seu status de seguro de risco cibernético. ”

John Hammond, pesquisador de segurança sênior da Huntress, disse que os sistemas operacionais em fim de vida ainda funcionam em um número considerável de sistemas de produção em todos os setores. Ele disse que quando as empresas de segurança passam por avaliações de vulnerabilidade e auditorias, esses sistemas operacionais EOL inegavelmente aparecem como uma descoberta.

“Mas quando o relatório é devolvido, a responsabilidade recai sobre a própria organização para atualizar esses sistemas”, disse Hammond.

Tradução e revisão da fonte: SCmagazine

Windows 10: grande update de 2020 já está pronto, mas só chega em maio

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De acordo com o Windows Latest, baseado em um vídeo publicado pelo Windows Central, a primeira grande atualização de 2020 para o Windows 10, chamada de 20H1, já está totalmente finalizada desde dezembro de 2019. No entanto, a Microsoft não deve liberá-la até abril ou maio de 2020.

2019 não foi um ano de muito sucesso para os updates do Windows 10. O sistema não recebeu nenhum recurso revolucionário, manteve problemas antigos, e ainda enfrentou problemas com novos bugs, que surgiram a partir de atualizações posteriores.

Agora, o Windows 10 20H1 já está pronto, o que mostra que a empresa acelerou o desenvolvimento do update. Contudo, parece que o calendário de liberações das grandes atualizações será mantido como nos anos anteriores, ou seja, o primeiro grande update de 2020 não deverá chegar para usuários finais antes de abril ou maio.

A Build 19041 deve ser a última antes da atualização 20H1. Até lá, ela deve receber apenas alguns patchs para preparar o sistema para a mudança de versão.

Windows 10 20H1 terá novos recursos

Enquanto que a grande atualização de Novembro de 2019 não trouxe nenhuma mudança drástica para o sistema, a 20H1 vai trazer alguns recursos novos, como a “Recuperação em nuvem”, que vai permitir que o usuário restaure o sistema por meio de uma ISO baixada direto da Microsoft durante o processo.

Outra nova funcionalidade vai oferecer a possibilidade de o usuário configurar o quanto de banda de internet será usada pelo sistema durante o download das atualizações. E ainda poderemos ter um novo mecanismo de busca, que usa menos recursos de hardware.

Embora a Microsoft pareça não querer adiantar os grandes updates do Windows 10 para este ano, é possível que ela o faça a partir de 2021 ou, talvez, ela só esteja se certificando de que as novas versões sejam instaladas sem grandes problemas como falha geral do sistema ou a deleção de arquivos dos usuários.

A outra grande atualização de 2020 para o Windows 10, chamada de 20H2, deverá ser liberada em outubro ou novembro.

Fontes:

AMD lança a nova Radeon RX 5500 com 8 GB de VRAM e imagens em Full HD

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A AMD anunciou a nova Radeon RX 5500, placa de vídeo de entrada da AMD com foco em eficiência. O lançamento chega para concorrer com a GeForce GTX 1650, da Nvidia, trazendo arquitetura RDNA de 7 nanômetros, até 8 GB de memória VRAM GDDR6 e suporte ao PCIe 4.0. Além disso, o produto promete velocidades de processamento até 1.845 MHz.

A placa fica disponível também em uma versão para notebooks, a RX 5500M. Esse modelo conta com especificações um pouco abaixo, e já está confirmado em laptops de marcas como MSI, Acer, HP e Lenovo. Ainda não há previsão da chegada das GPUs ao Brasil ou de preços no mercado nacional.

A RX 5500 é uma placa com 22 unidades computacionais, que por sua vez abrigam um total de 1.408 processadores stream. A placa pode operar a velocidades entre 1.717 e 1.845 MHz e contar com 4 ou 8 GB de memória RAM GDDR6. Essa memória é conectada ao chip gráfico por uma via de 128 bits. Com TDP de 150 Watts, relativamente alta para uma placa de entrada, a RX 5500 atinge ainda uma performance computacional de 5,2 teraflops, de acordo com a AMD.

Como é comum nesse tipo de lançamento, a fabricante trouxe dados de comparação entre sua nova placa e a principal rival. Segundo a própia AMD, a nova Radeon compete diretamente com a GeForce GTX 1650, entregando 135 FPS em Overwatch contra 89 FPS da rival. Já ao rodar Rainbow Six Siege, a diferença entre as duas também é grande, favorecendo a Radeon em 50 FPS.

Já a versão para notebooks, RX 5500M, traz especificações inferiores: são 4 GB de VRAM GDDR6, 22 unidades computacionais, 1.408 processadores stream e velocidades entre 1.448 e 1.645 MHz, além de TDP de 85 Watts.
Esse sacrifício em performance para reduzir o consumo fica evidente pela estimativa de desempenho computacional na opção para dispositivos portáteis, chegando a até 4.6 teraflops, número inferior ao oferecido pela GPU para desktop. A nova placa estará presente nos notebooks Alpha 15, da MSI, e em laptops de outras marcas, que ainda não foram divulgados.

Fontes: TechtudoThe VergeEngadgetAnandTech

Você sabia que Sexta-Feira 13 também foi um vírus que infectou PCs mundo afora?

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Em tempos de spywares, phishing, spoofings e outros cibergolpes cada vez mais sofisticados, a gente quase tem saudade da “inocente” época do primórdios da computação, onde a maior preocupação era com vírus que comprometiam o desempenho dos PCs. Mas, mesmo naquela época, alguns desses vírus traziam muita dor de cabeça para muita gente –  e um deles cai sob medida para a data de hoje: o Sexta-Feira 13.

Também conhecido como Jerusalém, esse vírus foi criado em 1987 e planeja se espalhar no dia 14 de maio de 1988, para “celebrar” o 40º aniversário da criação do estado judeu. Não por acaso, ele foi detectado pela primeira vez pela Hebrew University of Jerusalem. Como a internet ainda engatinhava naquela época, seu método de propagação era mais, digamos, local: ele se espalhava através de disquetes, CD-ROM  e anexos em e-mails. Para ativar o Sexta-Feira 13, bastava que o calendário do PC marcasse essa mesma data. A partir daí, todos os programas e arquivos que estavam sendo utilizados eram infectados e eliminados.

Espalhando o terror

O Sexta-Feira 13 tinha um tamanho de 419 bytes e infectava arquivos com as extensões “.com”, “.exe” e “.sys” e ampliava o tamanho dos mesmos sempre que eles eram executados no PC. Além disso, o vírus reduzia a memória disponível no computador e fazia com que o MS-DOS – o sistema operacional mais usado na época –  ficasse mais lento. E, como dissemos acima, ainda deletava tudo o que via pela frente.

Para completar, o Sexta-Feira 13 pertencia à categoria dos vírus “bomba-relógio”, ou seja, caso não fosse eliminado, ele ficava “hibernando” na máquina, sendo ativado em todas as sextas-feiras 13, apagando os arquivos que eram usados naquele dia. Outros códigos maliciosos dessa categoria que fizeram “sucesso” na época eram o Michelangelo, o Chernobyl e o Conficker, também conhecido como 1º de Abril.

Mesmo em uma época em que o acesso à internet era limitado, o Sexta-Feira 13 conseguiu fazer estragos mundo afora. Ele espalhou por diversos países, instituições, empresas e universidades, infectando milhares de computadores.

O Sexta-Feira 13 fez tanto barulho mundo afora que foi tema dos principais veículos da época. No dia 08 de outubro de 1989, o jornal The New York Times (sim, meus jovens, matérias sobre Tecnologia eram veculadas em jornal de papel, vejam vocês) publicou uma matéria sobre o malware com previsões catastróficas. Entre as citações ao vírus na reportagem, está a de Pamela Kane, presidente da Paralex Ltd., que dizia que o Sexta-feira 13 “é um verdadeiro assassino, um dos mais desagradáveis que já vimos”. Já Winn Schwartau, então presidente da American Computer Security Industries, sediada em Nashville, afirmou: “Não quero enganar ou criar um clima de pânico, mas estamos lidand com algumas empresas que possuem 10 mil PCs em rede. Nós já fornecemos software de vacina para 22 mil computadores em uma instalação no Canadá. Esse software foi desenvolvido para encontrar e neutralizar o vírus”.

Tempos inocentes…

Como “matar” o Sexta-Feira 13?

As recomendações da época em que o vírus começou a se espalhar eram as mesmas que usamos hoje: manter o sistema operacional e as soluções de segurança (como os antivírus) sempre ativados. Além disso, jamais abrir e-mails, links e anexos de origem desconhecida. Enfim, o básico. No entanto, alguns especialistas daqueles tempos também recomendavam uma solução mais, digamos, artesanal: eles aconselhavam aos usuários de PCs que alterassem o relógio do sistema para evitar que o computador “pensasse” que era sexta-feira 13 e fosse direto para o sábado, dia 14. Dessa forma, o código não seria ativado.

Além disso, o Sexta-Feira 13 acabou perdendo seu poder de destruição com a chegada do Windows e com o desenvolvimento de soluções de segurança mais eficientes. Com isso, a atuação do código ficou restrita à máquinas que ainda rodavam o MS-DOS. Hoje, é possível que o código esteja extinto ou, na melhor das hipóteses, armazenado em cópias que estão nas mãos de pesquisadores especializados em segurança digital.

Fonte: Canaltech

USB4 promete nomes mais simples e velocidades de até 40 Gb por segundo

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A USB-IF (USB Implements Forum), organização que promove e suporta a tecnologia Universal Serial Bus, divulgou novas informações sobre o USB4 – isso mesmo, sem o espaço entre os dois últimos caracteres.

A mudança no nome já é uma novidade, mas muito mais está por vir. Com uma porta que se mantém igual ao USB-C, o novo conector terá três principais melhorias em relação ao seu antecessor, o USB 3 (ou qualquer que seja o nome dessa versão tão confusa). Em primeiro lugar está a melhoria na velocidade: enquanto o USB 3 original alcança, no máximo, 4,8 Gb/s (gigabits por segundo), o USB4 chega a 40 Gb/s, ou seja, aproximadamente oito vezes a capacidade de seu antecessor.

Outro avanço é a compatibilidade com o Thunderbolt 3, conector da Intel presente nos produtos de diversas marcas, incluindo Apple. A Intel ainda forneceu as especificações do Thunderbolt 3 gratuitamente para que todos os fabricantes, tanto de dispositivos quanto de cabos, pudessem tornar seus produtos compatíveis com o padrão Intel. Spoiler: está dando certo.

Por último, mas não menos importante, vem a divisão aprimorada de exibição e dados. Resumidamente, o USB4 vai melhorar mais um recurso do USB 3. Nesse caso, a capacidade da versão anterior de utilizar um único cabo para diversas tarefas, como enviar energia, dados e sinais de vídeo, será otimizada. É uma daquelas mudanças que se ninguém te contasse, você não saberia, mas com certeza sentiria que houve um aperfeiçoamento.

Além dos avanços técnicos, temos também duas notícias – uma boa e outra ruim. A boa é que o nome USB4 será mantido assim até que apresentem um USB5. “Não planejamos entrar no tipo de caminho repetitivo dos 4.0, 4.1, 4.2. Queremos mantê-lo o mais simples possível”, disse Brad Saunders, CEO do USB Promoter Group. A ruim é que, por ser um conector de produção complexa, o USB4 demorará um pouco para chegar aos dispositivos.

Fonte: TechCrunch; PC World

T-Force anuncia primeiro SSD refrigerado a água do mercado

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A T-Force, empresa especializada em armazenamento de dados, anunciou o primeiro SSD com resfriamento líquido do mundo. Chamado de Cardea Líquid, o aparelho promete entregar desempenho superior graças ao refrigeramente feito por água.

Graças a isso, a T-Force comenta que o novo SSD consegue operar a temperaturas abaixo de 10ºC e manter os mais altos níveis de transferência de dados, sendo ideal para o público gamer e para computadores de alto desempenho. Internamente o Cardea Liquid utiliza um SSD M.2 PCIe de terceira geração e alcança taxas e leitura e escrita entre 3400/3000 MB/s.

Junto disso, a empresa também apresentou uma central box voltada para o gerenciamento de cores RGB dentro de um aparelho. Com o Capitain RGB Control Box, o usuário pode ligar uma série de dispositivos compatíveis com tecnologias de variação de cores e controlá-los de forma independente, criando o setup que desejar. Ele conta com quatro saídas de 5V e uma de 12V.

Os aparelhos ainda não estão disponíveis, mas devem chegar ao mercado já neste mês de agosto.

Fonte: Wcscftech, Canaltech

Corsair anuncia compra da Origin PC, especializada em computadores para gamers

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Famosa por seus periféricos (teclados, mouses, gabinetes, headsets, etc), a Corsair anunciou nesta quarta-feira (24) a compra da Origin PC, empresa norte-americana especializada na montagem de PCs customizados para o público gamer. O valor da transação não foi revelado, mas ambas as companhias anunciaram que continuarão operando de forma independente.

A Origin PC se destacou no mercado por construir PCs personalizados, com o objetivo de aprimorar a experiência do usuário ao rodar games. A empresa comercializa desde notebooks até workstations, além de máquinas personalizadas, que podem unificar diversos videogames em um só gabinete.

Em comunicado à imprensa, Andy Paul, fundador e CEO da Corsair, afirmou que “com o mercado de jogos para PC se expandindo à medida que um número cada vez maior de jogadores passa do console para compudores, queremos fazer mais para alcançar clientes na América do Norte que preferem comprar um sistema de games personalizado em vez de construi-lo”.

Paul ainda declarou que o expertise da Origin PC em sistemas personalizados e a força da Corsair com acessórios de alta performance para PCs, além do ecossistema do software iCue, “permite que fiquemos  empolgados em combinar nossos esforços para criar novas experiências de jogos de alto nível para os jogadores de PC”.

Fica como está

Como dissemos, a ideia é que, mesmo sendo comprada pela Corsair, a Origin PC mantenha suas operações de forma independente. Com isso, a empresa manterá a sua sede na cidade de Miami e manterá seus serviços, como suporte, garantias e serviço de compras. Além disso, Kevin Wasielewski, CEO da companhia, afirmou que a união das duas companhias possibilitará a Origin fazer um trabalho “melhor do que nunca”. Wasielewski também disse que “a integração do ecossistema do software Corsair iCue aos sistemas Origin PC oferecerá aos usuários a sincronização de iluminação e o monitoramento de desempenho de todo o sistema”. Para finalizar, o executivo declarou que a integração de produtos das duas marcas será anunciada em breve.

Do lado da Corsair, a companhia disse que a aquisição não atrapalha em nada sua oferta de computadores, e ela continuará vendendo suas linhas de PCs como o PC Vengeance, Corsair One e Corsair One Pro.

Fonte: Venture Beat, Canaltech