Primeiro celular feito de fibra de carbono pesa 30% menos

Carbon 1 MK II é primeiro celular do mundo totalmente feito de fibra de carbono — Foto: Reprodução/Pocketnow

O primeiro celular feito de fibra de carbono vai finalmente chegar ao mercado. Produzido pela fabricante alemã Carbon Mobile, o smartphone Carbon 1 MK II pesa apenas 125 gramas, cerca de 30% menos do que a média do mercado. Além disso, tem espessura de somente 6,3 mm.

A empresa anunciou o produto em fevereiro de 2020. A previsão era que fosse comercializado em junho do mesmo ano, mas o lançamento foi adiado devido à pandemia. Agora existe a expectativa de que ele chegue ao mercado ainda em março.

As principais vantagens da fibra de carbono são a leveza e a durabilidade. Este tipo de material sintético é composto basicamente por filamentos de carbono. O elemento não oxida, tal qual ocorre com metais, e não perde a resistência das ligas com o passar do tempo, como plásticos. Ele é uma opção bem resistente para compor o corpo dos smartphones.

Além disso, como não há outros metais em sua estrutura, a fibra de carbono é mais leve que outros materiais. A média dos smartphones disponíveis no mercado gira em torno de 180 gramas contra 125 gramas do novo modelo. A diferença é de 30%.

Para se ter uma ideia, o Galaxy S21 (Samsung), por exemplo, pesa 171 gramas e tem 7,9 mm de espessura. Já o Xiaomi Mi 10 (Xiaomi) tem 208 gramas e 8,96 mm de espessura.

A fabricante ainda afirma em seu site oficial que usa materiais recicláveis na composição do aparelho, sendo que o telefone contém menos de 5% de plástico na composição.

A ficha técnica engloba display AMOLED de 6 polegadas, câmera traseira dupla de 16 MP e câmera frontal de 20 MP. A bateria é de apenas 3.000 mAh, o que pode ser explicado pela espessura fina do aparelho. Há um scanner de impressão digitalna lateral e a proteção de tela é a Gorilla Glass 7.

Em relação ao hardware, o telefone tem processador MediaTek Helio P90 SoC, 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento. O celular vem com Android 10 de fábrica e a empresa promete dois anos e atualizações de software, além de atualizações mensais de segurança.

Carbon 1 Mark II tem display AMOLED de 6 polegadas e câmera dupla de 12 MP — Foto: Reprodução/Pocketnow

O aparelho deve chegar ao mercado em meados de março pelo valor sugerido de 799 euros, cerca de R$ 5.370 em conversão direta. Por enquanto, apenas em lojas selecionadas e parceiras da Carbon Mobile deverão comercializar a novidade.

Fontes: Pocketnow e Techtudo

Fone Bluetooth lembra AirPods, tem tradução offline e bateria de 36 horas

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O Timekettle M2 é um fone de ouvido Bluetooth com recurso de tradução offline e design que lembra os AirPods, da Apple. O produto bateu a meta de financiamento coletivo no Indiegogo e está à venda por a partir de US$ 89, aproximadamente R$ 478 na cotação atual. Com bateria para até 36 horas, o acessório tem capacidade para traduzir até 93 idiomas de forma simultânea mesmo sem conexão ativa com a Internet e em três modos diferentes. O modelo tem entrega prevista para outubro deste ano, e o frete para o Brasil é de US$ 10 adicionais, cerca de R$ 53 em conversão direta.

Segundo os criadores, o Timekettle M2 é a evolução de um tradutor simultâneo lançado em 2017 e que foi líder de vendas no comércio eletrônico. Entre as melhorias da nova geração está o modo de funcionamento como um fone comum, tocando músicas e realizando chamadas a partir de um celular Android ou iPhone (iOS) via Bluetooth no padrão 5.0. O acessório usa o codec de áudio Qualcomm aptX, o mesmo usado no Surface Earbuds, da Microsoft, e em modelos da Edifier, entre outras marcas.

As línguas suportadas são português, inglês, espanhol, italiano, chinês, japonês, alemão, francês, entre outras. Vale ressaltar que o total de 93 considera as variações dos idiomas nos países. As traduções têm como base quatro motores diferentes, sendo um próprio e outros três de Google, Microsoft e da chinesa iFlytek.

Há ainda, três modos de tradução. No Touch Mode, basta tocar em um dos lados do fone para iniciar um modo de conversação, que ouve a fala de alguém próximo e traduz nos ouvidos, pausando para que o usuário responda. No Lesson Mode, ideal para aulas e palestras, o Timekettle M2 apenas escuta o som ambiente e realiza a tradução simultânea o mais rápido possível. Já no Speaker Mode, o fone capta o que o próprio usuário fala, traduz para o idioma desejado e repete o áudio traduzido no viva-voz do telefone por meio de um aplicativo.

O fone de ouvido traz ainda bateria que dura cerca de 6 horas para ouvir músicas e fazer as traduções. Além disso, há outras 30 horas disponíveis no estojo carregador, que conta com um design diferente, partido em dois.

Outro recurso interessante do fone é a integração com assistentes virtuais Siri e Google Assistente, que podem ser ativados por meio de três toques nos earbuds. Também é possível utilizar a superfície sensível ao toque para pautar ou iniciar a reprodução, pular de faixa, atender e rejeitar chamadas.

Fontes: Techtudo, IndiegogoaptX

Novo malware BlackRock Android pode roubar senhas e dados de cartão de 337 aplicativos

Os aplicativos Android segmentados por este novo cavalo de Troia (BlackRock) incluem aplicativos bancários, de namoro, de mídia social e de mensagens instantâneas.

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Uma nova linhagem de malware para Android surgiu no submundo do crime, equipado com uma ampla gama de recursos de roubo de dados, permitindo atingir os 337 aplicativos Android.

Nomeada BlackRock, essa nova ameaça surgiu em maio deste ano e foi descoberta pela empresa de segurança móvel ThreatFabric.

Pesquisadores dizem que o malware foi baseado no código fonte vazado de outra linhagem de malware (Xerxes, baseada em outras linhagens de malware), mas foi aprimorado com recursos adicionais, especialmente no lado que lida com o roubo de senhas de usuários e informações de cartão de crédito.

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O BlackRock ainda funciona como a maioria dos cavalos de Troia do Android, exceto que tem como alvo mais aplicativos do que a maioria de seus antecessores.

O cavalo de Troia roubará as credenciais de login (nome de usuário e senhas), quando disponíveis, mas também solicitará que a vítima insira os detalhes do cartão de pagamento, se os aplicativos suportarem transações financeiras.

Por ThreatFabric, a coleta de dados ocorre por meio de uma técnica chamada “sobreposições”, que consiste em detectar quando um usuário tenta interagir com um aplicativo legítimo e mostrar uma janela falsa na parte superior que coleta os detalhes de login da vítima e os dados do cartão antes de permitir que o usuário para entrar no aplicativo legítimo pretendido.

Em um  relatório  compartilhado com o ZDNet nesta semana antes da publicação, os pesquisadores do ThreatFabric dizem que a grande maioria das sobreposições do BlackRock é voltada para phishing de aplicativos de mídia / comunicação financeiros e sociais. No entanto, também existem sobreposições para dados de phishing de aplicativos de namoro, notícias, compras, estilo de vida e produtividade. A lista completa de aplicativos direcionados está incluída no relatório BlackRock.

 

Para mostrar as sobreposições, o BlackRock não é tão único e, sob os bastidores, o BlackRock funciona como a maioria dos malwares do Android atualmente e usa técnicas antigas, experimentadas e testadas.

Uma vez instalado em um dispositivo, um aplicativo mal-intencionado contaminado com o Trojan BlackRock pede ao usuário que conceda acesso ao recurso de acessibilidade do telefone.

O recurso de acessibilidade do Android é um dos recursos mais poderosos do sistema operacional, pois pode ser usado para automatizar tarefas e até executar toques em nome do usuário.

O BlackRock usa o recurso de acessibilidade para conceder acesso a outras permissões do Android e, em seguida, usa um Android DPC (controlador de política de dispositivo, também conhecido como perfil de trabalho) para obter acesso de administrador ao dispositivo.

Em seguida, ele usa esse acesso para mostrar as sobreposições maliciosas, mas o ThreatFabric diz que o cavalo de Troia também pode executar outras operações intrusivas, como:

  • Interceptar mensagens SMS
  • Realizar inundações por SMS
  • Contatos de spam com SMS predefinido
  • Iniciar aplicativos específicos
  • Toque nas teclas de registro (funcionalidade do keylogger)
  • Mostrar notificações push personalizadas
  • Sabotar aplicativos antivírus móveis e muito mais

Atualmente, o BlackRock é distribuído disfarçado como pacotes falsos de atualização do Google oferecidos em sites de terceiros, e o cavalo de Troia ainda não foi visto na Play Store oficial.

No entanto, as gangues de malware do Android geralmente encontraram maneiras de contornar o processo de revisão de aplicativos do Google no passado e, em um momento ou outro, provavelmente veremos o BlackRock implantado na Play Store.

Fonte: ZDnet

5 aplicativos que podem te ajudar na criação de um novo hábito

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Começar um novo hábito é sem dúvida um desafio: especialistas afirmam que são necessários pelo menos 21 dias para que a nova atividade se torne rotineira dentro da sua vida.

Se você conseguir persistir por essas três semanas, praticando a nova atividade repetidamente, seu cérebro a assimilará como uma nova parte da rotina. Isso tornará a manutenção da atividade mais fluida e sem tanto esforço como nos primeiros dias.

O melhor momento para começar um novo hábito é sempre o agora. E nesse momento em particular, em que muitas pessoas continuam em casa devido à pandemia, começar um novo hábito talvez seja ainda mais relevante para a manutenção da saúde mental.

Encontramos nos sit Inc a indicação destes 5 aplicativos que podem te ajudar nessa missão:

Productive

Se aprender um novo hábito é difícil, usar o Productive facilita essa missão sendo uma ferramenta simples de usar.

O aplicativo fornece sugestões para diferentes hábitos que você deseja rastrear e inclui uma integração com a Siri para ajudar a tornar o rastreamento de novos hábitos ainda mais fácil.

A versão gratuita permite acompanhar até cinco hábitos, acompanhando as “faixas” ou o número de dias em que você atinge seu objetivo. A versão paga custa apenas US$ 29,99 por ano e permite acompanhar quantos hábitos você desejar.

Habitica

O Habitica ajuda a transformar o aprendizado em um novo hábito, a partir de um jogo. Basta criar um avatar pessoal, do qual aumenta ou diminui sua “saúde” à medida que trabalha com seus hábitos.

Ao fazê-lo, você “sobe de nível” quando completa hábitos positivos ou elimina hábitos negativos. O Habitica está disponível para download gratuito, com uma versão premium disponível por US$ 4,99 por mês.

Tally

O Tally é um rastreador de atividades bastante versátil, que pode ser usado para uma variedade de tarefas, além de desenvolver hábitos. Ele oferece muita flexibilidade ao estabelecer o hábito de rastrear, atribuir metas e valores diferentes, além de notificações.

A solução também possui um widget para iPhone e Apple Watch e seu formato gratuito gratuita permite que você acompanhe até três hábitos. A versão paga cobra uma taxa única de US$ 6,99 e permite hábitos ilimitados.

Flora

Este aplicativo visualiza seu processo para criar novos hábitos como uma árvore digital que cresce ou morre com base em sua atividade. Você também pode convidar amigos para participar do seu progresso.

O Flora está disponível para download gratuito, mas existe uma versão paga que, além de adicionar recursos, contribui para o plantio de uma árvore real na África ou no Oriente Médio.

A maior desvantagem do app é que ele exige que você use o Facebook para fazer login, no intuito de você se conectar com seus amigos.

Streaks

O Streaks adota uma abordagem minimalista do design, mas é tudo menos minimalista quando se trata de fornecer dados e análises sobre seus hábitos.

Ele até se conecta ao aplicativo Health no seu iPhone para rastrear etapas e atividades, e permite que você defina temporizadores para rastrear atividades como leitura ou meditação. Não há versão gratuita, mas é apenas uma taxa única de US$ 4,99 e não há necessidade de assinatura.

Os 10 smartphones mais potentes de junho de 2020

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A ferramenta de benchmarking AnTuTu divulgou os smartphones Android mais potentes do último mês. Coletando dados de 1º a 30 de junho, a ferramenta utiliza as médias dos smartphones com melhor pontuação nas faixas premium e intermediária para criar o top 10.

Desta forma, os resultados da lista são baseados nas médias, e não nas pontuações mais altas. No mês de junho, todos os 10 melhores colocados no AnTuTu utilizam a plataforma Snapdragon 865, da Qualcomm. O chipset foi anunciado em dezembro de 2019.

Nesta nova lista, o smartphone topo de linha melhor colocado é o Oppo Find X2 Pro, com 608.049 pontos. Em maio, o melhor colocado foi o Xiaomi Mi 10 Pro ao lado do OnePlus 8 Pro. Repetindo o último mês, a nova lista é composta apenas por celulares de fabricantes chinesas.

O ranking dos celulares mais bem colocados de junho, então, fica da seguinte maneira:

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  1. Oppo Find X2 Pro: 608.049 pontos

  2. Xiaomi Mi 10 Pro: 603.266 pontos

  3. Oppo Find X2: 599.306 pontos

  4. Oppo Ace2: 597.447 pontos

  5. iQOO Neo3: 596.292 pontos

  6. Redmi K30 Pro: 539.777 pontos

  7. realme X50 Pro: 590.080 pontos

  8. iQOO 3: 587.750 pontos

  9. Meizu 17 Pro: 587.527 pontos

  10. OnePlus 8 Pro: 584.596 pontos

Smartphones intermediários

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A lista do AnTuTu também considera os smartphones intermediário/intermediário premium. Nesta categoria, os chipsets são mais variados: temos, em maioria, chipsets Kirin, da Huawei, além da linha Dimensity, da MediaTek.

O intermediário mais bem colocado do mês é o Redmi 10X Pro 5G, da Xiaomi, com 402.092 pontos. Em segundo lugar está o Oppo Reno3 5G, com 400.289 pontos, e em terceiro o Redmi 10X 5G, com 398.440 pontos.

O único smartphone com um chipset Qualcomm da lista de intermediários é o Oppo Reno4 Pro 5G, que traz o Snapdragon 765G. Ele é o último colocado do ranking com 349.433 pontos.

Fonte: Tecmundo

Android 11 dificulta instalação de aplicativos via arquivo APK

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O Android 11 está vindo aí e as versões preview do sistema liberadas até agora mostram uma característica que pode incomodar a quem é adepto de aplicativos que estão fora da Google Play Store: a instalação de apps via arquivo APK deve ficar mais difícil na nova versão.

No Android 10 e versões anteriores, o procedimento de instalação — por meio de um navegador ou via APKMirror Installer, por exemplo — costuma envolver uma permissão manual de instalação. Após a permissão ser concedida, você pode voltar à tela anterior para continuar com o procedimento.

Nas prévias do Android 11, porém, o processo tem sido diferente. Usuários notaram que, após a autorização de instalação do arquivo APK ser concedida, o retorno à tela anterior não mostra mais o app a ser instalado, ou seja, não é possível continuar de onde o procedimento foi interrompido.

Bug? Restrição existente apenas nas versões preview? Os desenvolvedores do sistema operacional sinalizaram que não. De acordo com uma explicação fornecida após numerosas reclamações, essa limitação é consequência do Scoped Storage, uma novo conjunto de regras de segurança que define como os apps podem acessar o armazenamento do aparelho.

Basicamente, o Scoped Storage faz, no Android 11, um aplicativo iniciado sem permissão de armazenamento obter uma visão do sistema de arquivos que não permite gravação de dados em determinados diretórios.

Depois que a permissão é concedida, essa visão não é mais válida e precisa ser atualizada. O problema é que essa atualização não é feita em tempo real. Então, quando o usuário volta à tela de instalação após fornecer autorização para tal, percebe que o app não está mais lá para o procedimento continuar.

O Google simplesmente afirmou que está avaliando a situação. Não está claro, portanto, se e como essa limitação vai ser resolvida. O temor é o de que, no final das contas, essa seja uma forma de coibir instalações de aplicativos que estão fora dos controles da Google Play Store.

Com informações: Tecnoblog, Android Police.

Novo malware acessa todos dados no Android e já existe há 4 anos

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Um poderoso malware está rodando em aplicativos Android em todo mundo há quatro anos de forma silenciosa. Um estudo realizado pela Bitdefender, revelou um spyware chamado Mandrake que consegue convencer o usuário a dar acesso total ao smartphone para roubar dados das vítimas.

Segundo o trabalho publicado pelo Bitdefender, o programa tem capacidade de levantar informações completas do usuário: credenciais de contas de bancos, grava secretamente a tela se quiser, capta informações de GPS e outros dados mais.

O nome spyware vem de um programa malicioso que exatamente tem a função de roubar dados do usuário. Diante do potencial do Mandrake, ele foi criado para não ser exatamente espalhado em um grupo gigante de usuários em todo mundo, mas escondido para atacar vítimas pontuais.

Como funciona?

O spyware é instalado no smartphone do usuário através de aplicativos falsos na Google Play Store. Os criminosos criam programas, geralmente gratuitos e sem publicidade para serem mais atrativos, na loja para Android e montam até páginas em redes sociais para mascarar a falsidade.

Uma vez que o usuário baixa o app, o spyware ainda se mantém sem realizar nenhuma movimentação suspeita, mas entra em contato com um servidor que vai fazer o download dos conteúdos adicionais para controlar o aparelho. A ideia é que o Mandrake passe despercebido pelo sistema de análise do Google e não seja detectado.

Depois disso, ele convence o usuário a garantir acesso a todo o smartphone. Para isso, usa um termo e condições de utilização simples, aqueles formulários geralmente aceitos sem que sejam lidos. O programa mascara acesso a todas as configurações e conteúdos do smartphone por trás deste texto. Com isso, pode afetar o smartphone do usuário sem que seja percebido.

De acordo ainda com o Bitdefender, o Mandrake conta com um mecanismo de auto-eliminação para ser apagado automaticamente do smartphone do usuário quando detectado. Isso para tornar ainda mais difícil saber que o malware está sendo espalhado mundialmente.

Permanência

O Bitdefender identificou o início do Mandrake há 4 anos. A estimativa é de centenas de milhares de pessoas tenham sido infectados durante este período. O grupo ainda não sabe de onde partiu a criação, mas percebeu que regiões de países da antiga União Soviética, África e Oriente Médio não são afetados.

Ainda, percebeu que os primeiros países a serem infectados foram Ucrânia, Belarus, Quirguistão e Usbequistão.

Como o programa entra no aparelho do usuário através de um app infectado, a melhor forma de garantir a segurança é sempre ter certeza de qual programa você está baixando na loja da Google.

Fontes: Canaltech, Bitdefender Labs

Pagamento via WhatsApp pode ser lançado oficialmente ainda este mês

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Em testes na Índia, o sistema de pagamentos do WhatsApp pode ser lançado em grande escala ainda neste mês no país asiático. Fontes consultadas pelo site MoneyControl disseram que três bancos do país já estão prontos para oferecer o serviço, enquanto o State Bank of India não deve participar do lançamento.

Um dos bancos, o ICICI Bank, já participa do programa de testes do serviço, em funcionamento desde o começo de 2018. Um dos motivos apontados pelo longo período de testes é a burocracia para obter as licenças necessárias para operar o serviço, incluindo regras de uso de dados dos clientes e privacidade.

Os executivos ouvidos pelo site disseram esperar que os problemas sejam resolvidos antes do final do mês.

Outra preocupação é com a possibilidade de sobrecarga nos sistemas dos bancos parceiros, já que o aplicativo é utilizado por cerca de 400 milhões de pessoas na Índia, boa parte delas sem acesso a serviços bancários, assim como acontece no Brasil.

Para garantir o funcionamento do sistema, as empresas devem disponibilizar o serviço gradualmente, controlando o número de usuários ao longo dos próximos meses.

Fontes: Canaltech, MoneyControl

Xiaomi é acusada de coletar mais dados do que deveria

Pesquisadores dizem que navegadores da fabricante possuem backdoor; chinesa responde que pesquisas são falsas

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Gabi Cirlig, pesquisador de segurança cibernética, acusou o smartphone Redmi Note 8, da Xiaomi, de coletar mais dados do que deveria. “É um backdoor com recursos de telefone”, contou Cirlig, após perceber que o celular estava rastreando informações além das visualizadas em sua tela.

Ainda de acordo com o pesquisador, os dados coletados foram enviados para a gigante chinesa Alibaba, que tem sua plataforma utilizada ostensivamente pela Xiaomi para vender seus produtos mundo afora.

‘Backdoor’ é o termo utilizado para se referir a qualquer método pelo qual usuários autorizados e não autorizados possam contornar as medidas normais de segurança e obter acesso de usuário de alto nível (também conhecido como acesso root) em um sistema de computador, rede ou aplicativo de software. Os backdoors também podem ser instalados por fabricantes de software ou hardware como um meio deliberado de obter acesso à sua tecnologia após ser comercializada. Essa ‘porta dos fundos’ fez Cirlig pensar que sua identidade e privacidade poderiam estar expostos à sociedade chinesa.

Navegadores da Xiaomi

Ao navegar na web com o browser padrão da Xiaomi, o pesquisador percebeu que o dispositivo salvava todos os sites visitados, até mesmo os mecanismos de busca, como Google e DuckDuckGo, o último conhecido por priorizar a privacidade do usuário. Nada mudou mesmo utilizando guias anônimas, segundo Cirlig.

Todos os dados foram agregados e enviados a servidores remotos em Singapura e Rússia. Embora os domínios da web hospedados tenham sido registrados em Pequim, na China.

A fim de verificar a veracidade das alegações de Cirlig, a Forbes pediu a Andrew Tierney, pesquisador cibersegurança, que investigasse. Tierney descobriu os navegadores oferecidos pela Xiaomi na Play Store – Mi Browser Pro e Mint Browser, que possuem mais de 15 milhões de downloads no total – coletavam os mesmos dados.

E, ao testar firmwares de outros modelos da marca, como Mi 10, o Redmi K20 e o Mi Mix 3, Cirlig encontrou e confirmou que eles tinham o mesmo código do navegador, levando-o a suspeitar que eles tinham os mesmos problemas de privacidade.

Com uma capitalização de mercado de US$ 50 bilhões, a Xiaomi é uma das quatro principais fabricantes de smartphones do mundo, ficando atrás apenas da Apple, Samsung e Huawei. Apesar do baixo custo de seus dispositivos com especificações de última geração, isso pode acabar custando a privacidade dos usuários, ainda que a Xiaomi negue a existência do problema.

Posição da marca

Em resposta às descobertas, a chinesa afirmou: “As alegações de pesquisa são falsas” e “Privacidade e segurança são a principal preocupação”, acrescentando que “segue rigorosamente e é totalmente compatível com as leis e regulamentos locais sobre questões de privacidade de dados do usuário”. Entretanto, um porta-voz da companhia confirmou que estavam coletando dados de navegação, alegando que as informações eram anônimas e não estavam vinculadas a nenhuma identidade. Segundo eles, os usuários concordaram com esse rastreamento.

Quanto à gravação de dados no modo anônimo, a marca negou a ação, por outro lado, não foi o que os testes dos pesquisadores confirmaram: os hábitos eram enviados a servidores remotos, independentemente do modo no qual se encontrava definido no browser do aparelho. Cirlig e Tierney forneceram foto e vídeo como provas.

Apesar da Xiaomi afirmar que os dados são criptografados quando enviados aos servidores, os pesquisadores disseram que a marca também coletava, além de sites e pesquisas na Web, dados sobre o telefone, incluindo números exclusivos para identificar o dispositivo específico e a versão do Android, e tais “metadados” poderiam ser “facilmente correlacionados com um ser humano real atrás da tela”.

Fontes: Olhar digital e Gizchina

Whatsapp reduz em 70% número de mensagens repetidas

Desde 7 de abril usuários podem reencaminhar apenas uma vez mensagens que já foram reenviadas outras vezes dentro da plataforma

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O WhatsApp comunicou hoje, 27, que registrou redução de 70% no reenvio de mensagens classificadas como “frequentemente encaminhadas”. A queda se deveu à nova política de combate à disseminação de boatos. A iniciativa foi implantada em 7 de abril, como parte de esforços para conter a difusão de alegações falsas sobre a Covid-19.

O novo limite para mensagens frequentemente encaminhadas passou de cinco para apenas uma por vez. “Essa mudança está ajudando a manter o WhatsApp como um espaço para conversas pessoais e privadas”, ressaltou um porta-voz de empresa.

Ainda em 2018, o WhatsApp estabeleceu mudanças no encaminhamento de mensagens, limitando o reenvio a cinco conversas por vez. Essa modificação gerou, então, uma redução de 25% no encaminhamento de mensagens em todo o mundo.

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a emergência global de saúde pública, o WhatsApp tem adotado práticas para combater a desinformação. Foram lançados chatbots de informação em parceria com a OMS e com autoridades de saúde em mais de 25 países, incluindo o Ministério da Saúde do Brasil e a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, para ajudar a levar informações confiáveis à população.

A empresa também doou US$ 1 milhão à Rede Internacional de Checagem de Fatos (IFCN) para expandir o número de organizações de checagem de fatos que trabalham com a plataforma e permitir, assim, que as pessoas possam enviar possíveis notícias falsas, golpes e boatos para uma dessas instituições.

Fonte:Telesintese