Como criar uma máquina virtual na nuvem

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Você pode criar uma máquina virtual na nuvem, emulando diversos sistemas operacionais para várias finalidades. Empresas como GoogleAmazon e Microsoft oferecem serviços específicos para virtualização. No entanto, nenhum deles é gratuito.

Como criar uma máquina virtual na nuvem

Para criar uma máquina virtual na nuvem, é preciso contratar um serviço de virtualização, que servirá como o hipervisor (a camada de virtualização).

Em geral, nenhum desses programas é gratuito, além do fato de que você paga pela demanda, um valor que é proporcional aos recursos consumidos.

Os serviços mais populares são os fornecidos por Amazon, Microsoft e Google; todos são pagos e os valores são altos, sendo opções mais indicadas para clientes corporativos de médio e grande porte. No entanto, você pode usar cada um deles por um período gratuito, usando uma franquia de dados também gratuitos como “crédito”.

1. Amazon EC2

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O Amazon EC2 (ec2.amazon.com) é um serviço na nuvem indicado para empresas, mas que usuários finais também podem acessar. Suporta um grande número de sistemas operacionais, que podem ser usados livremente pelo cliente, desde versões do Windows a distribuições Linux, livres ou pagas, como SUSE Linux e Enterprise Server.

O Amazon EC2 permite que o usuário use gratuitamente 750 horas mensais em instâncias (o nome que se dá às máquinas virtuais) por um ano; findo o prazo e/ou os créditos mensais, o sistema passa a pagar conforme o uso.

2. Microsoft Azure

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O Azure (azure.microsoft.com) é o serviço da Microsoft para computação na nuvem para clientes corporativos e parceiros comerciais, mas que também conta com ferramentas para desenvolvedores e usuários. Há a possibilidade de virtualizar serviços, ferramentas e sistemas operacionais inteiros, desde Windows (lógico) e Linux, a outros menos óbvios.

O Microsoft Azure oferece 12 meses de testes e 750 GB de créditos mensais; você pode virtualizar até 14 sistemas operacionais diferentes dentro do período. Ao fim do prazo, é preciso pagar conforme o uso.

3. Google Cloud Platform

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O Google Cloud (cloud.google.com) é outro serviço de virtualização na nuvem, que suporta ferramentas de desenvolvimento e sistemas operacionais, como Windows e Linux. É possível usar qualquer instância suportada pela plataforma, em conjunto com serviços diversos, como WordPress.

O Google Cloud oferece 12 meses gratuitos e um crédito de US$ 300 para todo o período de testes; findo o prazo ou o crédito, é preciso pagar conforme o uso.

Fonte: Tecnoblog

Apple-1: primeiro PC da maçã é vendido por quase R$ 2 milhões em leilão

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Um exemplar do Apple-1, primeiro computador fabricado pela Apple, foi leiloado por quase R$ 2 milhões. O arremate final pelo modelo foi de 371.250 libras, aproximadamente R$ 1.866.590 pela cotação atual da moeda. O aparelho ainda está funcionando e foi vendido junto aos manuais originais, além de acessórios adquiridos posteriormente.

A linha foi criada por Steve Jobs e Stephen Wozniak em 1976, e a amostra leiloada foi comprada no ano seguinte, em 1977. Sua principal inovação foi trazer uma placa-mãe montada, algo até então inédito em um computador pessoal.

O exemplar de agora, leiloado pela Christie’s, tem número de série 01-0053. Ele é listado como o número 10 no Apple-1 Registry, site que mantém a documentação da linha. Por conta disso, acredita-se que ele tenha feito parte do primeiro pacote de computadores vendidos pela Apple, que somou 50 unidades e foi comercializada para a Byte Shop, uma varejista local.

Pelos registros, Rick Conte é o nome da pessoa a comprar o aparelho da loja, o que aconteceu em 1977. Em dezembro de 2009, o Apple-1 foi doado a uma organização sem fins lucrativos e, no ano seguinte, passou a uma coleção particular. O último dono, por meio de quem o computador foi leiloado, adquiriu o produto em 2014. Ao todo, foram construídos cerca de 200 modelos do Apple-1, dos quais 80 ainda existem atualmente.

Além de estar funcionando, o modelo adquirido na casa de leilões do Reino Unido se destaca por ter sido construído diretamente em uma pasta, ainda em ótimo estado. O lote incluiu ainda um gravador de fita cassete da Panasonic, um microprocessador da Motorola e outros itens de época, como o primeiro manual confeccionado pela Apple, considerado extremamente raro.

Mas o exemplar não é o primeiro Apple-1 a ser leiloado. Em setembro do ano passado, outro modelo da série foi arrematado por meio da casa RR Auction. A estimativa para aquele lote é de que a venda chegasse a US$ 300, equivalente a R$ 1,2 mi na ocasião.

Malware para Mac usa cookies para tentar roubar criptomoedas

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A Unit 42 da Palo Alto Networks descobriu recentemente um malware capaz de roubar cookies de navegadores, principalmente aqueles associados a sites famosos de transações de criptomoedas e sites de serviço de carteira de criptomoedas visitados pela vítima. Ele também rouba senhas salvas e busca mensagens de texto.

A ameaça foi batizada de CookieMiner, sendo uma variante do OSX.DarthMiner. De acordo com os especialistas da Palo Alto, o malware aproveita a combinação de logins roubados, cookies da web e dados SMS, além de configurar o sistema para carregar o falso software de mineração. O perigo é maior justamente por causa dos web cookies, que são amplamente usados para autenticação nas páginas.

De acordo com a empresa, o CookieMiner pode roubar cookies do Google Chrome e do Safari. Entre os dados coletados estão nomes de usuário e senhas salvas no Chrome, números de cartões de crédito (Visa, Mastercard, American Express e Discover), mensagens de texto do iPhone se o backup for feito no Mac, e dados e chaves da carteira de criptomoedas.

Clientes da Palo Alto já estão protegidos pelo WildFire, tecnologia própria da companhia que mantém a máquina segura. Por enquanto, a Apple ainda não bloqueou a ameaça pelo sistema XProtect do macOS, mas é recomendado que usuários limpem os cookies de seus navegadores e não salvem senhas para sistemas locais de criptomoedas.

Fonte: PC World

Novo malware é voltado para Macs.

Pesquisadores do SophosLab divulgaram nesta semana a descoberta de um novo tipo de ataque, com foco especial em usuários de Macs. A ameaça consiste em um e-mail de “entrega não efetuada”, enviado por uma suposta empresa de correios e apresentando um link para download – que curiosamente identifica o sistema operacional usado pela vítima. 



A tática do e-mail falso não é exatamente nova, mas nesse caso, o diferencial é exatamente esse uso de uma “URL inteligente”. Explicando melhor, caso o endereço falso seja aberto no Firefox ou no Chrome do Windows, por exemplo, um arquivo ZIP será baixado – e se aberto, instalará uma variável do malware Zeus na máquina. Mas se o mesmo link for carregado especificamente no Safari do Mac, um item compactado alternativo, com outro conteúdo, aparecerá nos downloads.

A parte mais preocupante, no entanto, é que o OS X Mavericks (versão mais recente do sistema da Apple) descompacta os arquivos baixados automaticamente por padrão, como aponta o blog NakedSecurity. Isso faz com que ele seja mostrado como um PDF na pasta de downloads do Mac – o que, segundo os especialistas, funciona apenas como “disfarce”.
Ao tentar abri-lo para checar os dados da suposta entrega, o usuário é avisado pelo sistema de que o PDF não é um documento de fato, e sim uma aplicação – que conta até mesmo com uma assinatura de “legitimidade”. Se a vítima resolver ignorar o alerta e prosseguir com a abertura, um processo chamado “foung” será executado em segundo plano.
A ameaça funciona mais ou menos como a que afeta o Windows, e é identificada pelos antivírus como LaoShu-A. Sua função principal, segundo os especialistas da Sophos, é roubar dados, com códigos dedicados a “procurar por arquivos com extensões como DOC, DOCX, XLS, XLSX, PPT e PPTX”, zipá-los e enviá-los para servidores operados pelos invasores. Ele também é capaz de baixar novos arquivos e até rodar comandos remotos.
Evitar o malware não é difícil, no entanto. Para começar, o e-mail que chega à caixa de entrada do usuário estará em inglês. Portanto, você já poderia ignorá-lo caso não tivesse comprado nada no exterior. O texto também traz erros ortográficos, como nota a Sophos, e o arquivo PDF que vem dentro do ZIP não é um documento, como alerta o sistema. Ou seja, é preciso ser bem descuidado para ser uma vítima – mas as consequências são grandes.

Mini Mac, conheça o menor Macintosh do mundo



O Mini Mac não é um produto oficial da Apple, mas sim uma miniatura em escala 1/3 criada artesanalmente por John Leake. E o melhor: completamente funcional. John usou PVC para construir a parte externa e, para rodar uma versão modificada do Debian que emula o sistema da Apple, utilizou um Raspberry Pi
 

Para quem não conhece, Raspberry Pi é um computador do tamanho de um cartão de crédito. Todo o hardware é integrado em uma única placa. Embora seja tão pequeno, ele tem Wi-Fi, Bluetooth, quatro portas USB, porta HDMI e uma entrada de cartão SD, para armazenamento de dados.

Por contar com uma porta HDMI e conectividade Bluetooth, é possível conectar o Mini Mac a um outro monitor e utilizá-lo com teclado e mouse Bluetooth. Como tela, John usou um display LCD de 3.5 polegadas com resolução de 320×200 pixels.

Não é possível adquirir um exemplar do Mac Mini, a não ser que você adquira um Raspberry Pi e tenha o talento e a paciência de John. Ele afirma que levou doze horas para fazer a parte externa do computador.