Brasileiros ficam mais de dois anos com o mesmo celular, indica pesquisa

Os brasileiros estão cada vez mais tempo com seus celulares antes de trocá-los por outro. Ao menos, é o que indica a nova pesquisa “O brasileiro e seu smartphone”, realizada por Mobile Time/Opinion Box. De acordo com os resultados, os moradores do país passam mais de dois anos usando os mesmos smartphones antes de pensar em comprar um modelo novo, mostrando que o número recorrente de lançamentos mensais por parte das fabricantes com a justificativa de que essa troca seria feita a cada 12 ou 18 meses não se justifica.

Segundo o levantamento, os usuários de iPhones são os mais fieis aos seus dispositivos e ficam, em média, dois anos e sete meses com o mesmo aparelho. Já os donos de celulares Android costumam trocar a cada dois anos e dois meses.

A pesquisa ainda revelou que, no geral, os brasileiros buscam mais por um celular com o sistema operacional do Google — 85% possuem um smartphone Android. Já os fãs da Apple representam uma parcela de 14% dos entrevistados, enquanto 1% não soube identificar o software do telefone ou usava outra plataforma.

O estudo também revelou a fabricante favorita entre a população brasileira, e a Samsung ocupa a liderança com folga. A companhia sul-coreana é a preferida entre 43% dos entrevistados, enquanto a Motorola ocupa a segunda posição, com 22%. Apple, Xiaomi e LG completam a lista dos cinco primeiros, com 13%, 10% e 7%, respectivamente. “Outros” aparelhos representam uma fatia de 5% dos participantes.

Curiosamente, a Apple representa uma fatia de 13% entre os compradores, enquanto seu sistema operacional, o iOS, representa 14% dos entrevistados. Essa pequena diferença, porém, pode ser justificada como um possível erro dos participantes na hora de responder as duas perguntas.

Também é possível conhecer quantos brasileiros compram um celular novo e quantos recorrem a dispositivos usados — segundo os dados, 90% vão às lojas para comprar um modelo “na caixa”, enquanto 10% preferem economizar e buscam por um de segunda mão.

A pesquisa indica, porém, que o cenário se divide em relação à pretensão de compra nos próximos meses. 51% dos entrevistados pretendem adquirir um novo celular em até um ano, enquanto 39% revelam que vão manter seus dispositivos atuais — 25% porque não precisam e 14% por falta de dinheiro. 10% ainda não estão decididos quanto à possibilidade de compra de um novo telefone.

Homens querem performance e mulheres querem espaço

O levantamento ainda indicou quais são as prioridades de homens e mulheres na busca por um celular novo. Segundo os resultados, os respondentes do sexo masculino focam mais no processamento e 38% deles escolhem seu celular com base no chipset com o qual o dispositivo é equipado.

Já as entrevistadas voltam sua atenção para outro fator importante: a memória interna. Ou seja, o foco delas é a quantidade de armazenamento disponível no smartphone quando vão comprar e 36% das mulheres são atentas a este fator.

Já em um panorama geral, sem separar os interesses de homens e mulheres, 32% dos entrevistados dão atenção ao processador do celular, enquanto 30% preferem mais memória. A lista das cinco características mais buscadas é finalizada com a duração da bateria, qualidade da câmera e tamanho da tela, respectivamente com 20%, 11% e 4%. Outros 3% disseram que não estão atentos a nenhum destes itens.

Também é interessante notar que essa preferência varia de acordo com a idade. Enquanto jovens de 16 a 29 anos têm a capacidade de processamento como ponto prioritário na hora da compra (32%), pessoas acima de 50 anos focam na quantidade de armazenamento (35%). A mudança também acontece em relação à importância da câmera e tamanho da tela, onde a primeira cai conforme a idade avança e a segunda aumenta. 

Preferência por um iPhone cai conforme a idade

O estudo também revelou que a preferência por um iPhone pode variar de acordo com a idade. Segundo os dados, 19% dos entrevistados entre 16 e 29 anos preferem um celular da Apple. Esse número cai para 11% na faixa de idade de 30 a 49 anos e fica ainda menor, com 6%, entre as pessoas com mais de 50 anos.

Metodologia

A pesquisa Mobile Time/Opinion Box entrevistou um total de 2.177 pessoas, entre os dias 9 e 16 de junho de 2021. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais e o estudo possui um grau de confiança de 95%, de acordo com seus organizadores.

Fonte: Canaltech

Quais são os smartphones com maior bateria no Brasil?

Se vários anos atrás um aparelho podia ficar tranquilamente mais de dois dias fora da tomada, boa parte dos modelos modernos mal aguentam um dia inteiro. Assim, bateria é um dos fatores mais importantes na hora de comprar um celular. No entanto, nos últimos anos começaram a aparecer alguns smartphones com bateria bem grande, que não deve te deixar na mão quando estiver fora de casa.

A medida de tamanho da bateria é em miliamperes/hora (mAh) – basicamente o quanto de eletricidade cabe num celular. O padrão até pouco tempo atrás era na volta de 4.000 mAh (como o Galaxy A10s, de 2019), que é o que causa a impressão de, dependendo do uso, durar menos de um dia. Confira alguns modelos mais potentes disponíveis no Brasil.

Samsung Galaxy M51 – 7.000 mAh
M51
M51

Imagem: Divulgação Samsung

O campeão de carga disponível no Brasil é da Samsung. Trata-se do Galaxy M51, com imensos 7.000 mAh e que promete aguentar tranquilamente mais de dois dias de uso intenso sem precisar recarregar. Não atoa, esse quesito acaba sendo o destaque da linha M. O carregamento rápido é de 25W, o que não é nenhum pouco baixo, mas considerando a carga do aparelho pode ser demorado para atingir 100%. O Galaxy M51 foi lançado em novembro de 2020 e hoje pode ser encontrado custando R$ 1.799.

Samsung Galaxy M31 – 6.000 mAh
Samsung Galaxy M31
Samsung Galaxy M31

Imagem: Divulgação Samsung

Lembra que eu disse que a linha M gostava de bateria? Então, o segundo lugar também fica com ela, dessa vez com o irmão mais novo do M51, o Galaxy M31. Esse modelo saiu um pouco antes, em julho de 2020, e chega com 6.000 mAh, aguentando mais de dois dias fora da tomada tranquilamente. O carregamento também é mais fraco do que do smartphone seguinte, com 15W. O Galaxy M31 pode ser comprado por cerca de R$ 1.529.

Motorola Moto G60 – 6.000 mAh
Motorola Moto G60
Motorola Moto G60

Imagem: Motorola

A Motorola é outra que lança uma cacetada de modelos aqui no Brasil e um deles é o Moto G60, smartphone que chega também com 6.000 mAh de bateria e podendo aguentar até 54 horas longe da tomada segundo a empresa. O carregamento é de 20W e esse é o modelo mais recente da lista, lançado agora a pouco, em abril, e pode ser comprado por cerca de R$ 2 mil.

Moto G9 Power – 6.000 mAh
Moto G9 Power
Moto G9 Power

Imagem: Motorola

Outro da Motorola é o Moto G9 Power e o “poder” dele é justamente a bateria. Assim como o Galaxy M31, esse pequeno monstro chega com 6.000 mAh e, segundo a fabricante, aguenta até 60 horas sem carregar. O modelo foi lançado em dezembro de 2020 e pode ser encontrado hoje por volta de R$ 1.394,07 e chega com um carregamento rápido de 20W.

ROG Phone 3 – 6.000 mAh
ROG Phone 3
ROG Phone 3

Imagem: divulgação asus

Games demandam bateria e pensando nisso o smartphone gamer ROG Phone 3, da Asus, chega com 6.000 mAh. Lembrando que, como esse modelo é voltado para jogos, possui configurações bem extremas que também exigem mais bateria, então apesar da capacidade, o tempo longe da tomada do ROG Phone 3 pode variar bastante. No geral, o celular que foi lançado por aqui em outubro de 2020 deve aguentar dois dias sem muitos problemas. O destaque também fica para o carregamento rápido de 30W. Lembra que eu falei das configurações extremas? Então, por conta disso, o preço do aparelho também é bem extremo, na faixa dos R$ 5.300.

Redmi Note 9S – 5.020 mAh
Redmi Note 9S
Redmi Note 9S

Imagem: Xiaomi

Abrindo para outras empresas, a Xiaomi também tem o representante dela nessa lista, trata-se do intermediário Redmi Note 9S (e sua versão Pro). O smartphone da chinesa chega com 5.020 mAh de bateria e foi lançado em junho de 2020. A fabricante promete mais de 24 horas de autonomia. O modelo possui suporte para carregamento rápido de 18W. O Redmi Note 9S pode ser comprado no Brasil por R$ 1.469.

Esses são os smartphones com as maiores baterias disponíveis no Brasil. Na faixa dos 5.000 mAh existem vários, como o Samsung Galaxy S20 Ultra e o Motorola Edge, que também aguentam um bom tempo longe da tomada.

Fonte: Yahoo!

Xiaomi HyperCharge: nova tecnologia carrega celular em 8 minutos

A fabricante chinesa Xiaomi apresentou neste domingo (30) duas novas tecnologias de recarga de smartphones sob a marca HyperCharge.

O equipamento mais impressionante é o novo modo de recarga com fio. Ele tem 200W e, segundo a demonstração da marca, é capaz de levar um aparelho de zero a 100% em apenas oito minutos — sendo que são necessários apenas três minutos para que o dispositivo esteja utilizável com metade da bateria.

Confira abaixo a demonstração:

Neste caso, uma versão modificada do Xiaomi Mi 11 Pro com bateria de 4.000 mAh foi utilizada no teste. De acordo com a Xiaomi, esse é um novo recorde mundial na categoria.

Sem fio, mas também rápido

A segunda tecnologia demonstrada é uma recarga sem fio de 120W, que também teria estabelecido um recorde. Ela consegue a recarga completa em 15 minutos. O procedimento é diferente do Mi Air Charge, que foi apresentado em janeiro de 2021 e faz transferência de energia à distância.

Por enquanto, não há previsão para que ambas as tecnologias sejam empregadas em produtos comerciais da Xiaomi. A marca ainda precisa trabalhar com os efeitos negativos desse tipo de tecnologia: estudos recentes mostram que a bateria pode degradar mais rapidamente sob altas velocidades de carregamento e ter a vida útil prejudicada.

Fonte: Tecmundo

Primeiro celular feito de fibra de carbono pesa 30% menos

Carbon 1 MK II é primeiro celular do mundo totalmente feito de fibra de carbono — Foto: Reprodução/Pocketnow

O primeiro celular feito de fibra de carbono vai finalmente chegar ao mercado. Produzido pela fabricante alemã Carbon Mobile, o smartphone Carbon 1 MK II pesa apenas 125 gramas, cerca de 30% menos do que a média do mercado. Além disso, tem espessura de somente 6,3 mm.

A empresa anunciou o produto em fevereiro de 2020. A previsão era que fosse comercializado em junho do mesmo ano, mas o lançamento foi adiado devido à pandemia. Agora existe a expectativa de que ele chegue ao mercado ainda em março.

As principais vantagens da fibra de carbono são a leveza e a durabilidade. Este tipo de material sintético é composto basicamente por filamentos de carbono. O elemento não oxida, tal qual ocorre com metais, e não perde a resistência das ligas com o passar do tempo, como plásticos. Ele é uma opção bem resistente para compor o corpo dos smartphones.

Além disso, como não há outros metais em sua estrutura, a fibra de carbono é mais leve que outros materiais. A média dos smartphones disponíveis no mercado gira em torno de 180 gramas contra 125 gramas do novo modelo. A diferença é de 30%.

Para se ter uma ideia, o Galaxy S21 (Samsung), por exemplo, pesa 171 gramas e tem 7,9 mm de espessura. Já o Xiaomi Mi 10 (Xiaomi) tem 208 gramas e 8,96 mm de espessura.

A fabricante ainda afirma em seu site oficial que usa materiais recicláveis na composição do aparelho, sendo que o telefone contém menos de 5% de plástico na composição.

A ficha técnica engloba display AMOLED de 6 polegadas, câmera traseira dupla de 16 MP e câmera frontal de 20 MP. A bateria é de apenas 3.000 mAh, o que pode ser explicado pela espessura fina do aparelho. Há um scanner de impressão digitalna lateral e a proteção de tela é a Gorilla Glass 7.

Em relação ao hardware, o telefone tem processador MediaTek Helio P90 SoC, 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento. O celular vem com Android 10 de fábrica e a empresa promete dois anos e atualizações de software, além de atualizações mensais de segurança.

Carbon 1 Mark II tem display AMOLED de 6 polegadas e câmera dupla de 12 MP — Foto: Reprodução/Pocketnow

O aparelho deve chegar ao mercado em meados de março pelo valor sugerido de 799 euros, cerca de R$ 5.370 em conversão direta. Por enquanto, apenas em lojas selecionadas e parceiras da Carbon Mobile deverão comercializar a novidade.

Fontes: Pocketnow e Techtudo

Vazamento expôs pelo menos 530 mil celulares corporativos

Foto por Sora Shimazaki em Pexels.com

Entre as mais de 102 milhões de contas de celulares brasileiros que estavam sendo vendidas na deep web, pelo menos 530 mil pertenciam a empresas. O levantamento foi feito pela empresa de segurança Syhunt, a pedido do Estadão, em uma amostra do banco de dados vazado.

O volume é muito superior ao de informações de pessoas físicas nos arquivos analisados, que não chegaram a 7 mil. Os números de telefone estavam associados ao CNPJ das empresas – a maior parte com DDD 11 (São Paulo) e 41 (Curitiba). Na amostra, não foram encontrados números do Nordeste do País.

Para os especialistas em segurança, há um aumento no risco de tentativas de invasão por parte de cibercriminosos mirando as empresas. “Podem surgir golpes de engenharia social, no qual os criminosos se passam por uma fonte legítima para extrair informações valiosas”, afirma Felipe Daragon, fundador da Syhunt.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) comunicou que que está apurando o vazamento com ajuda da Polícia Federal e outros órgãos. As informações encontradas no banco estão sendo comercializadas na deep web por US$ 1 (por registro).

Em contato com os cibercriminosos, o dfdr lab, da empresa de cibersegurança PSafe, foram informados que o banco de dados contém informações como número de celular, nome completo do assinante da linha e endereço de 57,2 milhões de usuários da Vivo e 45,6 milhões da Claro.

A investigação ainda apura se o caso tem ligação com o recente vazamento de dados de 223 milhões de brasileiros – como RG, CPF, informações financeiras e registros de veículos – que também estavam disponíveis para compra na deep web.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) prevê uma série de punições em caso de falta de cuidado com informações pessoais que resultem em vazamento de dados. Pela legislação, está prevista multa de até R$ 50 milhões a quem infringir a legislação.

fontes: Olhar digital e Estadão

Celular foi plataforma mais usada para jogar no Brasil em 2020, diz estudo

Smartphones Android são os mais usados para jogar títulos como Among Us, Free Fire, 8 Ball Pool, Call of Duty Mobile e Brain Out

Os celulares foram a plataforma mais popular entre os gamers brasileiros em 2021. Segundo a Pesquisa Game Brasil 2020, um estudo anual que avalia diversos dados sobre o consumo de jogos no país, os smartphones Android e iPhone(iOS) foram os mais usados por 86,7% dos entrevistados. Os consoles, como PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4), Xbox Series X e Xbox One, ficaram em segundo, com metade do público (43%). Já os PCs foram a opção de 40%. Os dados refletem a popularização da indústria de games e a acessibilidade proporcionada pelos celulares e jogos mobile.

O sistema Androidé de longe o mais popular: 81,4% o usam, contra 13,3% do iPhone. Jogadores de smartphone estão concentrados, em sua maioria, nas classes sociais B2/C1 (55%), e outros 30% nas classes C2/DE. A plataforma do Google é a mais popular também entre as populações de renda mais baixa. Entre os games mais jogados do Brasil nos celulares Android estão Among Us, Free Fire, 8 Ball Pool, Call of Duty Mobile e Brain Out.

Celular foi plataforma mais usada para jogar no Brasil em 2020, diz pesquisa — Foto: Divulgação/PGM20

Dirigida pela GoGamers, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Blend New Research, a pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 16 de fevereiro e cobriu todos os estados brasileiros. No total, foram mais de 5.8 mil participantes que ajudaram a levantar dados importantes sobre o mercado brasileiro de jogos. O levantamento conta, ainda, com algumas outras informações sobre o mercado nacional de games, como as faixas etárias dos jogadores, suas plataformas favoritas e os gêneros mais jogados.

Quando perguntados sobre suas plataformas favoritas, 52% dos entrevistados responderam preferir jogar em smartphones. Consoles de mesa seguem na segunda posição, com 19,9%, enquanto computadores têm 14,2% do público. Se comparados os números da edição de 2020 à de 2019, é possível perceber que smartphones cresceram tanto em popularidade, quanto na preferência dos usuários.

Entre os jogadores de smartphone, 63% afirmam que nunca gastam dinheiro em jogos ou em micro-transações, contra um pequeno público que alegou investir em skins ou itens para jogos. Apenas 48% dos entrevistados costumam jogar online nos celulares, contra 65% nos PCs, e 58% nos consoles de mesa.

Outro dado importante é a liderança das mulheres quando o assunto é consumo de games no Brasil. A pesquisa indica que 53,8% das pessoas que jogam no Brasil são do sexo feminino, contra 46,2% do masculino. Essa proporção se mantém relativamente estável desde 2016. Já as informações sobre faixa etária revelam que pessoas entre 25 e 34 anos são o principal público, com 34,7%.

Fonte: Techtudo

Android 11 dificulta instalação de aplicativos via arquivo APK

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O Android 11 está vindo aí e as versões preview do sistema liberadas até agora mostram uma característica que pode incomodar a quem é adepto de aplicativos que estão fora da Google Play Store: a instalação de apps via arquivo APK deve ficar mais difícil na nova versão.

No Android 10 e versões anteriores, o procedimento de instalação — por meio de um navegador ou via APKMirror Installer, por exemplo — costuma envolver uma permissão manual de instalação. Após a permissão ser concedida, você pode voltar à tela anterior para continuar com o procedimento.

Nas prévias do Android 11, porém, o processo tem sido diferente. Usuários notaram que, após a autorização de instalação do arquivo APK ser concedida, o retorno à tela anterior não mostra mais o app a ser instalado, ou seja, não é possível continuar de onde o procedimento foi interrompido.

Bug? Restrição existente apenas nas versões preview? Os desenvolvedores do sistema operacional sinalizaram que não. De acordo com uma explicação fornecida após numerosas reclamações, essa limitação é consequência do Scoped Storage, uma novo conjunto de regras de segurança que define como os apps podem acessar o armazenamento do aparelho.

Basicamente, o Scoped Storage faz, no Android 11, um aplicativo iniciado sem permissão de armazenamento obter uma visão do sistema de arquivos que não permite gravação de dados em determinados diretórios.

Depois que a permissão é concedida, essa visão não é mais válida e precisa ser atualizada. O problema é que essa atualização não é feita em tempo real. Então, quando o usuário volta à tela de instalação após fornecer autorização para tal, percebe que o app não está mais lá para o procedimento continuar.

O Google simplesmente afirmou que está avaliando a situação. Não está claro, portanto, se e como essa limitação vai ser resolvida. O temor é o de que, no final das contas, essa seja uma forma de coibir instalações de aplicativos que estão fora dos controles da Google Play Store.

Com informações: Tecnoblog, Android Police.

Nova bateria promete smartphones que resistem a cinco dias com uma carga

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A duração das baterias é um dos maiores inconvenientes dos produtos eletrônicos, limitando a autonomia das pessoas longe dos plugues das paredes. Mas uma nova tecnologia, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, promete melhorar de maneira significativa a capacidade de armazenamento de energia, para manter os smartphones ligados por até cinco dias, ou permitir que carros elétricos percorram mil quilômetros sem recarregamento.

Segundo os pesquisadores, a bateria de lítio-enxofre tem performance quatro vezes superior às mais modernas tecnologias. Seus criadores já abriram pedido de patente e protótipos já foram produzidos no Instituto Fraunhofer, na Alemanha. Mahdokht Shaibani, do Departamento de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da Universidade Monash e líder do estudo, garante que a nova bateria tem performance superior e gera menos impacto ambiental que as atuais de íon-lítio.

Novos testes serão realizados no início deste ano, na Austrália, mas já há interesse de fabricantes de baterias na China e na Europa. Os resultados da pesquisa foram publicados neste fim de semana na revista “Science Advances”.

— A fabricação e implementação bem-sucedida de baterias de lítio-enxofre em carros a redes elétricas vão capturar uma parte significativa dos US$ 213 bilhões da cadeia de valor do lítio na Austrália, revolucionar o mercado automotivo australiano e fornecer a todo o país um mercado mais limpo e confiável de energia — vislumbrou o professor Mainak Majumder, coautor dos estudos.

A nova bateria usa basicamente os mesmos materiais das de íon-lítio, como um novo design nos catodos de enxofre, para que eles possam acomodar melhor o estresse das cargas sem redução da capacidade e da performance. Com isso, os pesquisadores conseguiram alcançar um nível de estabilidade nunca visto numa bateria.

Para Matthew Hill, também integrante do time de pesquisadores, a solução oferece melhor performance, com custos menores de produção, matéria-prima abundante de fácil processamento e menor pegada de carbono. Faltam apenas que os testes sejam bem-sucedidos.

— Esta abordagem não favorece apenas as métricas de performance e ciclos de vida, mas também é simples e extremamente barata para produzir, usando processos baseados em água — explicou Hill. — E também pode levar a reduções significativas no descarte de resíduos ambientalmente perigosos.

Fonte: Yahoo

MicroSD de 1 TB da SanDisk chega ao mercado custando mais que um smartphone

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Se você puxar pela memória, pode ser que se lembre que a SanDisk apresentou no começo do ano o seu primeiro cartão microSD com capacidade de 1 TB. Agora, a empresa lançou oficialmente o gigantão, que é compatível com smartphones e até mesmo com consoles como o Nintendo Switch. Chamado de Extreme, o modelo, contudo, sai com um preço para lá de salgado: US$ 449,99 ( ~ R$ 1.798).

A ideia do cartão de memória é dar ao usuário a opção de aumentar a capacidade de armazenamento de seu dispositivo, principalmente se for um smartphone. Não é raro que fabricantes usem o mote de que o armazenamento é expansível até X TB, usando um cartão microSD.

Contudo, a este preço, o argumento de compra de um aparelho mais barato aliado a um cartão do tipo cai por terra. Só os US$ 449 já são mais caros que qualquer aparelho considerado intermediário, justamente a faixa de aparelhos que necessitam de espaço interno maior.

Ainda há opções de cartões mais baratos da SanDisk quando comparados a este gigantão. Um de 400 GB, com as mesmas características, sai por cerca de US$ 90 (~ R$ 360). A Samsung também oferece um modelo de 512 GB, por US$ 99,99 ( ~ R$ 399).

O Extreme vem com velocidade de 160 MB/s para leitura e 90 MB/s para gravação de arquivos. Contudo, a própria companhia já anunciou no Mobile World Congress deste ano que está criando um novo padrão de cartões com velocidades que podem chegar a 985 MB/s. A tecnologia, apesar de tentadora, ainda não está empregada em seus cartões existentes atualmente no mercado.

Fonte: BGR, Canaltech

Procura por smartphones chineses cresceu 254% neste ano

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Ao longo dos últimos anos, foi possível presenciar uma alta significativa nos preços dos smartphones (principalmente os de topo de linha), fazendo com que os consumidores voltassem os seus olhares para produtos com uma relação de custo-benefício melhor. Nesta segunda-feira (15), o site comparador de produtos e preços Zoom revelou um levantamento que aponta que as buscas referentes às duas principais fabricantes chinesas (Xiaomi e Huawei) cresceram 253% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a pesquisa, a Xiaomi foi a campeão na alta dentre as empresas do país asiático, apresentando 254% de aumento no último trimestre, contando ainda com o Mi 8 Lite, na opção de 64GB, situando-se na sexta posição no ranking dos celulares mais pesquisados no site em março.

Thiago Soares, especialista de smartphones da Zoom, explica que os modelos da Xiaomi possuem boas configurações e preços muito competitivos quando comparados a outros produtos do mercado interno, o que acaba atraindo a atenção das pessoas. Outro grande nome do mercado chinês, a Huawei, demonstrou um crescimento de 195%, no primeiro trimestre de 2019 frente ao mesmo período de 2018.

Todavia, Soares destaca que, apesar dos produtos possuírem características muito atraentes, é importante ressaltar o fato de que as fabricantes não estão no país de forma oficial. Dessa forma, a maioria desses smartphones chineses acaba pecando na oferta da garantia ou de assistência técnica.

Uma boa notícia nessa história é que, conforme foi anunciando recentemente, a DL irá representar a Xiaomi no Brasil, trazendo o Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro ao nosso país e entregando o suporte pós-venda a esses dispositivos. A Huawei, por outro lado, também anunciou a sua volta às terras tupiniquins com os modelos P30 Pro e o P30 Lite.

Fonte: Canaltech