Brasileiros ficam mais de dois anos com o mesmo celular, indica pesquisa

Os brasileiros estão cada vez mais tempo com seus celulares antes de trocá-los por outro. Ao menos, é o que indica a nova pesquisa “O brasileiro e seu smartphone”, realizada por Mobile Time/Opinion Box. De acordo com os resultados, os moradores do país passam mais de dois anos usando os mesmos smartphones antes de pensar em comprar um modelo novo, mostrando que o número recorrente de lançamentos mensais por parte das fabricantes com a justificativa de que essa troca seria feita a cada 12 ou 18 meses não se justifica.

Segundo o levantamento, os usuários de iPhones são os mais fieis aos seus dispositivos e ficam, em média, dois anos e sete meses com o mesmo aparelho. Já os donos de celulares Android costumam trocar a cada dois anos e dois meses.

A pesquisa ainda revelou que, no geral, os brasileiros buscam mais por um celular com o sistema operacional do Google — 85% possuem um smartphone Android. Já os fãs da Apple representam uma parcela de 14% dos entrevistados, enquanto 1% não soube identificar o software do telefone ou usava outra plataforma.

O estudo também revelou a fabricante favorita entre a população brasileira, e a Samsung ocupa a liderança com folga. A companhia sul-coreana é a preferida entre 43% dos entrevistados, enquanto a Motorola ocupa a segunda posição, com 22%. Apple, Xiaomi e LG completam a lista dos cinco primeiros, com 13%, 10% e 7%, respectivamente. “Outros” aparelhos representam uma fatia de 5% dos participantes.

Curiosamente, a Apple representa uma fatia de 13% entre os compradores, enquanto seu sistema operacional, o iOS, representa 14% dos entrevistados. Essa pequena diferença, porém, pode ser justificada como um possível erro dos participantes na hora de responder as duas perguntas.

Também é possível conhecer quantos brasileiros compram um celular novo e quantos recorrem a dispositivos usados — segundo os dados, 90% vão às lojas para comprar um modelo “na caixa”, enquanto 10% preferem economizar e buscam por um de segunda mão.

A pesquisa indica, porém, que o cenário se divide em relação à pretensão de compra nos próximos meses. 51% dos entrevistados pretendem adquirir um novo celular em até um ano, enquanto 39% revelam que vão manter seus dispositivos atuais — 25% porque não precisam e 14% por falta de dinheiro. 10% ainda não estão decididos quanto à possibilidade de compra de um novo telefone.

Homens querem performance e mulheres querem espaço

O levantamento ainda indicou quais são as prioridades de homens e mulheres na busca por um celular novo. Segundo os resultados, os respondentes do sexo masculino focam mais no processamento e 38% deles escolhem seu celular com base no chipset com o qual o dispositivo é equipado.

Já as entrevistadas voltam sua atenção para outro fator importante: a memória interna. Ou seja, o foco delas é a quantidade de armazenamento disponível no smartphone quando vão comprar e 36% das mulheres são atentas a este fator.

Já em um panorama geral, sem separar os interesses de homens e mulheres, 32% dos entrevistados dão atenção ao processador do celular, enquanto 30% preferem mais memória. A lista das cinco características mais buscadas é finalizada com a duração da bateria, qualidade da câmera e tamanho da tela, respectivamente com 20%, 11% e 4%. Outros 3% disseram que não estão atentos a nenhum destes itens.

Também é interessante notar que essa preferência varia de acordo com a idade. Enquanto jovens de 16 a 29 anos têm a capacidade de processamento como ponto prioritário na hora da compra (32%), pessoas acima de 50 anos focam na quantidade de armazenamento (35%). A mudança também acontece em relação à importância da câmera e tamanho da tela, onde a primeira cai conforme a idade avança e a segunda aumenta. 

Preferência por um iPhone cai conforme a idade

O estudo também revelou que a preferência por um iPhone pode variar de acordo com a idade. Segundo os dados, 19% dos entrevistados entre 16 e 29 anos preferem um celular da Apple. Esse número cai para 11% na faixa de idade de 30 a 49 anos e fica ainda menor, com 6%, entre as pessoas com mais de 50 anos.

Metodologia

A pesquisa Mobile Time/Opinion Box entrevistou um total de 2.177 pessoas, entre os dias 9 e 16 de junho de 2021. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais e o estudo possui um grau de confiança de 95%, de acordo com seus organizadores.

Fonte: Canaltech

WhatsApp concentra quase 90% das mensagens de phishing do Brasil

Bastante popular entre a população brasileira, o WhatsApp é o alvo preferencial dos criminosos que enviam mensagens falsas (phishing) para realizar golpes ou roubar dados privados. Segundo uma análise conduzida pela Kaspersky a partir de usuários do sistema operacional Android, 89,6% dos links maliciosos reportados se concentram no mensageiro pertencente ao Facebook.

Embora outras plataformas de comunicação também sejam usadas para aplicar golpes, elas surgem de forma mais discreta: 5,7% das mensagens se concentram no Telegram, enquanto o Viber responde por 4,9% delas. A decisão de usar o WhatsApp como alvo é justificada pelo fato de que o aplicativo está instalado em 98% dos celulares brasileiros, fornecendo uma base abrangente de alvos aos criminosos.

As informações foram coletadas de forma voluntária e anônima pelos clientes da plataforma Kaspersky Internet Security for Android, e servem como alerta para quem usa o mensageiro. Enquanto muitos dos golpes usam links maliciosos — muitas vezes detectados por programas de proteção —, ações que usam da engenharia social para obter números de confirmação enviados por mensagens de SMS também são comuns.

Imagem: Divulgação/Kaspersky

Segundo o analista de segurança Fabio Assolini, os usuários não devem subestimar as ameaças digitais, especialmente em um cenário no qual o Brasil é recordista em golpes de phishing. Usando táticas que se repetem, golpes do tipo usam assuntos de interesse público como a pandemia do COVID-19 e datas como a Black Friday para chamar a atenção e conquistar a confiança das vítimas.

Como se proteger dos golpes?

A Kasperky oferece algumas dicas para não ser vítimas de tentativas de phishing pelo WhatsApp:

  • Preste atenção a esquemas de corrente e evite compartilhar links suspeitos com seus contatos;
  • Não confie em mensagens com muitos erros de ortografia ou que apresentem links com formatos incomuns;
  • Mesmo que um contato seja conhecido, desconfie de mensagens que prometem promoções imperdíveis e possuem textos que demonstrem urgência. É possível que ele tenha sido vítima de um golpe que roubou sua conta para espalhar mensagens maliciosas;
  • Instale soluções de segurança e as mantenha atualizadas: as melhores bloqueiam links inseguros e impedem que seus dados sejam comprometidos.

Algo que facilita a ação dos criminosos é um fato de que três em cada dez brasileiros não sabem reconhecer uma mensagem de e-mail falso, algo que também afeta as mensagens recebidas por mensageiros. “Soma-se a esta dificuldade a popularidade dos app de mensagens. Isso permite que as mensagens maliciosas tenho o potencial de alcançar uma quantidade alta de pessoas de forma rápida”, alerta.

O analista também afirma que, mesmo sendo percebidos pelo público como algo comum, golpes de phishing ainda funcionam e atingem muitos alvos. Como exemplo, ele cita um caso recente de uma mensagem que oferecia material escolar gratuito que trazia um link malicioso que foi clicado 675 mil vezes em cinco dias. A situação, que simulou uma promoção semelhante realizada um ano antes, mostra que é preciso ter todo o cuidado para lidar com criminosos que se mostram cada vez mais sofisticados e inteligentes em suas ações.

Fonte: Canaltech

Golpe financeiro impacta uma pessoa a cada 6 segundos; saiba se proteger

Os primeiros seis meses do ano tiveram um monte de tentativas de golpes financeiros. Quem diz isso é a empresa de segurança Psafe, que calculou que houve uma detecção a cada seis segundos durante o período. Ao todo foram, 2,3 milhões de tentativas no primeiro semestre.

Por tentativas de golpe financeiro, a empresa se refere especificamente a ataques que visam o roubo de informações bancárias e de cartão de crédito. Na maioria das vezes, eles ocorrem via mensagem de texto enviada para o celular.

“O cibercriminoso se passa por um banco solicitando o bloqueio ou desbloqueio de um cartão de crédito através de um link, ou pedindo a confirmação de dados bancários supostamente para bloquear uma compra não autorizada. A vítima, aflita e com medo de estar sofrendo uma fraude, é convencida a informar dados sensíveis que serão utilizados nos golpes”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, o laboratório de segurança digital da Psafe, em comunicado.

A empresa de segurança cita ainda alguns agravantes que facilitaram a vida de golpistas neste ano. Em meados de fevereiro, houve o vazamento de uma grande base de dados consolidada, que contava com informações pessoais de milhares de brasileiros. A disponibilização dessas informações em fóruns facilita bastante a tarefa de criminosos.

“Se no passado, um banco ligasse para você, dissesse seu nome completo e CPF, você poderia confiar que era realmente alguém do banco ao telefone. Hoje em dia, com os criminosos de posse dessas informações vazadas, é preciso sempre desconfiar e não passar mais dados se não tiver certeza sobre quem está solicitando as informações”, diz Simoni.

O problema de ceder dados para estranhos é que cibercriminosos podem realizar compras virtuais, assinar serviços online ou ainda abrir contas em nome das vítimas.

Evitando golpes

Para reduzir o risco de golpes, fique esperto com:

  • Mensagens de texto via SMS solicitando informações bancárias ou códigos não solicitados
  • Links compartilhados via SMS, WhatsApp e redes sociais de modo geral. Nunca informe ou clique em links que você desconhece a procedência Empresas, como a própria Psafe, contam com soluções de segurança que ajudam a analisar links maliciosos
  • Acesso a redes wi-fi públicas ou sem senha para realizar transações financeiras. Nestes ambientes, pode haver um cibercriminoso monitorando seu acesso e o que você digita em seu dispositivo.

Fonte: UOL

Governo é o principal alvo de ataques cibernéticos no Brasil, revela análise

Com a pandemia e o isolamento social decorrente dela, muitas pessoas intensificaram seu uso da internet e dos meios digitais. A tendência também foi seguida pelos criminosos, que intensificaram suas atividades para aproveitar as vulnerabilidades geradas pelo trabalho remoto e por campanhas como a do Auxílio Emergencial, no caso brasileiro.

Segundo um estudo conduzido pela Trend Micro, a maioria dos ataques no Brasil se concentrou em prejudicar entidades ligadas ao governo (35,3%). Em seguida, os principais alvos foram o setor da manufatura (9,7%) e da saúde (9,2%) em uma tendência que destoou um pouco dos números globais.

Em uma escala mundial, a maioria dos ataques detectados durante o ano de 2020 se concentraram no setor da manufatura (13,9%), seguido pelo órgãos governamentais (13,9%), educação (10%) e saúde (9,6%). Somente no ano passado, os setores somados foram responsáveis por mais de 1,4 milhão de detecções.

De janeiro a maio de 2021, foram registrados 5 milhões e meio de ataques contra empresas que usam as plataformas de proteção da Trend Micro. No Brasil, o setor mais atingido continua sendo o governo (35,7% dos casos), enquanto o setor da manufatura continua liderando o cenário mundial de ataques (20,6%).

Imagem: Divulgação/Trend Micro

Além de ter obrigado muitas empresas a adotar o sistema de home office, a COVID-19 também foi usada como isca para a realização de crimes virtuais. Segundo a Trend Micro, em 2020 foram registradas mais de 16 milhões de ameaças relacionadas à pandemia, sendo que 90% delas estavam relacionadas a spam — 60% delas tiveram origem em países como Estados Unidos, Alemanha e França.

Fonte: Canaltech

Saiba o que mudou e como a lei brasileira para cibercrimes está mais rígida

Celulares, tablets e computadores são dispositivos essenciais nos dias de hoje. Por isso, estão repletos de informações pessoais e, muitas vezes, até confidenciais. O furto mediante fraude desses dados pode causar bastante transtorno se as informações forem expostas ou usadas em estelionatos (quando o indivíduo é enganado por um golpista e tem prejuízo financeiro por isso).

A norma legal para lidar com situações envolvendo delitos cometidos no meio tecnológico, os chamados crimes cibernéticos, é o Código Penal. As regras são de 1940, quando ainda nem havia computadores, e, por isso, precisaram ser alteradas já algumas vezes para se adaptarem às necessidades atuais.

O Art. 154, por exemplo, estabelece penalidade para exposição de informações. Assim, quem “revelar, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem” pode ser punido de acordo com o determinado nessa norma — ou seja, detenção, de três meses a um ano, ou multa. Na detenção, o início do cumprimento da punição não admite o regime fechado.

Em 2012, o Art. 154-A foi acrescido a ele. Esse tópico é voltado especificamente para quem “invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita”. “A pena foi mantida a mesma e, nesse caso, era muito branda”, explica o advogado criminalista Marcelo Campelo.

Outros dois crimes cometidos no ambiente tecnológico são o furto mediante fraude, para o qual utilizava-se o Art. 155, e o estelionato, regido pelo Art. 171. As penalidades previstas para esses casos eram reclusão, de um a quatro anos, e multa, e reclusão, de um a cinco anos, e multa, respectivamente. O regime de cumprimento da pena de reclusão pode ser fechado.

Regra legal mais rígida

No fim de maio, porém, o governo federal sancionou a Lei 14.155, de 2021, com publicação no Diário Oficial da União. Com a nova norma, vítimas de invasão de dispositivo informático, furto mediante fraude e estelionato nesse ambiente ganharam mais proteção. “Com as alterações nesses artigos, houve melhor definição dos crimes cibernéticos”, analisa Campelo.

Além disso, houve substancial aumento de pena, pondera Luiz Augusto D’Urso, especialista em Direito Digital. “Agora, a invasão de dispositivo informático implica reclusão de um a quatro anos, enquanto o furto mediante fraude pela internet e o estelionato pela internet ou pelas redes sociais têm, cada um, pena de reclusão de quatro a oito anos.”

Em que casos a nova lei pode ser aplicada?

Embora não seja inédita, a regra busca tornar a punição aos crimes cibernéticos mais proporcional. “Muitas vezes, havia um furto significativo de dados, mas a punição era uma detenção de três meses a um ano, que não leva ninguém à cadeia”, lembra D’Urso. “Além disso, houve mudanças em aspectos processuais e isso impede a troca da reclusão por penalidades alternativas, como o pagamento de cestas básicas.”

Um dos crimes cibernéticos mais comuns atualmente é a invasão do WhatsApp. “Se o golpista se passa pelo titular da conta no aplicativo e usa isso para conseguir dinheiro dos contatos da vítima, a partir de agora comete estelionato mediante fraude. É muito interessante o aumento de pena trazido pela nova lei, pois garante mais rigor na punição”, diz D’Urso.

Outro exemplo de ocorrência em que a nova norma se aplica é o furto mediante fraude: o criminoso coleta informações bancárias da vítima e furta dinheiro diretamente da conta dela por meio de transferências. “Nesse caso, incide o Art. 154-A. Como causou prejuízo, a pena tem aumento de ⅓ a ⅔ e pode chegar a 7 anos de reclusão”, ilustra Campelo. O mesmo acréscimo se aplica quando o crime é praticado contra idoso ou vulnerável.

E se o invasor estiver no exterior? Embora a competência seja definida pelo local de domicílio da vítima, a aplicação da punição com base na lei brasileira não é tão simples. “Depende do delito e do país em que o criminoso está. É preciso considerar a extraterritorialidade da lei penal e se há acordo de cooperação entre os países”, diz D’Urso. Por outro lado, se o crime for praticado com o uso de servidor mantido fora do país, o aumento da pena pode ser de ⅓ a ⅔.

O que fazer se for vítima?

Qualquer usuário que for vítima dos delitos previstos na Lei 14.155 deve preservar as provas e procurar a autoridade policial para registrar o ocorrido. “No caso de fraude por WhatsApp, as principais provas são documentos que demonstram a perda de valores, como os extratos bancários com as movimentações”, informa Campelo. “Além disso, é importante fazer uma ata notarial para ter mais segurança e fé pública”, orienta.

A instauração de um inquérito, com base nas provas da prática do delito, vai permitir que os investigadores identifiquem os golpistas. “A partir disso, os criminosos podem ser punidos com base nessa nova norma legal”, comenta D’Urso. “Espera-se que esse efeito pedagógico ajude a diminuir os crimes na internet.”

Fonte: Canaltech

Quais são os smartphones com maior bateria no Brasil?

Se vários anos atrás um aparelho podia ficar tranquilamente mais de dois dias fora da tomada, boa parte dos modelos modernos mal aguentam um dia inteiro. Assim, bateria é um dos fatores mais importantes na hora de comprar um celular. No entanto, nos últimos anos começaram a aparecer alguns smartphones com bateria bem grande, que não deve te deixar na mão quando estiver fora de casa.

A medida de tamanho da bateria é em miliamperes/hora (mAh) – basicamente o quanto de eletricidade cabe num celular. O padrão até pouco tempo atrás era na volta de 4.000 mAh (como o Galaxy A10s, de 2019), que é o que causa a impressão de, dependendo do uso, durar menos de um dia. Confira alguns modelos mais potentes disponíveis no Brasil.

Samsung Galaxy M51 – 7.000 mAh
M51
M51

Imagem: Divulgação Samsung

O campeão de carga disponível no Brasil é da Samsung. Trata-se do Galaxy M51, com imensos 7.000 mAh e que promete aguentar tranquilamente mais de dois dias de uso intenso sem precisar recarregar. Não atoa, esse quesito acaba sendo o destaque da linha M. O carregamento rápido é de 25W, o que não é nenhum pouco baixo, mas considerando a carga do aparelho pode ser demorado para atingir 100%. O Galaxy M51 foi lançado em novembro de 2020 e hoje pode ser encontrado custando R$ 1.799.

Samsung Galaxy M31 – 6.000 mAh
Samsung Galaxy M31
Samsung Galaxy M31

Imagem: Divulgação Samsung

Lembra que eu disse que a linha M gostava de bateria? Então, o segundo lugar também fica com ela, dessa vez com o irmão mais novo do M51, o Galaxy M31. Esse modelo saiu um pouco antes, em julho de 2020, e chega com 6.000 mAh, aguentando mais de dois dias fora da tomada tranquilamente. O carregamento também é mais fraco do que do smartphone seguinte, com 15W. O Galaxy M31 pode ser comprado por cerca de R$ 1.529.

Motorola Moto G60 – 6.000 mAh
Motorola Moto G60
Motorola Moto G60

Imagem: Motorola

A Motorola é outra que lança uma cacetada de modelos aqui no Brasil e um deles é o Moto G60, smartphone que chega também com 6.000 mAh de bateria e podendo aguentar até 54 horas longe da tomada segundo a empresa. O carregamento é de 20W e esse é o modelo mais recente da lista, lançado agora a pouco, em abril, e pode ser comprado por cerca de R$ 2 mil.

Moto G9 Power – 6.000 mAh
Moto G9 Power
Moto G9 Power

Imagem: Motorola

Outro da Motorola é o Moto G9 Power e o “poder” dele é justamente a bateria. Assim como o Galaxy M31, esse pequeno monstro chega com 6.000 mAh e, segundo a fabricante, aguenta até 60 horas sem carregar. O modelo foi lançado em dezembro de 2020 e pode ser encontrado hoje por volta de R$ 1.394,07 e chega com um carregamento rápido de 20W.

ROG Phone 3 – 6.000 mAh
ROG Phone 3
ROG Phone 3

Imagem: divulgação asus

Games demandam bateria e pensando nisso o smartphone gamer ROG Phone 3, da Asus, chega com 6.000 mAh. Lembrando que, como esse modelo é voltado para jogos, possui configurações bem extremas que também exigem mais bateria, então apesar da capacidade, o tempo longe da tomada do ROG Phone 3 pode variar bastante. No geral, o celular que foi lançado por aqui em outubro de 2020 deve aguentar dois dias sem muitos problemas. O destaque também fica para o carregamento rápido de 30W. Lembra que eu falei das configurações extremas? Então, por conta disso, o preço do aparelho também é bem extremo, na faixa dos R$ 5.300.

Redmi Note 9S – 5.020 mAh
Redmi Note 9S
Redmi Note 9S

Imagem: Xiaomi

Abrindo para outras empresas, a Xiaomi também tem o representante dela nessa lista, trata-se do intermediário Redmi Note 9S (e sua versão Pro). O smartphone da chinesa chega com 5.020 mAh de bateria e foi lançado em junho de 2020. A fabricante promete mais de 24 horas de autonomia. O modelo possui suporte para carregamento rápido de 18W. O Redmi Note 9S pode ser comprado no Brasil por R$ 1.469.

Esses são os smartphones com as maiores baterias disponíveis no Brasil. Na faixa dos 5.000 mAh existem vários, como o Samsung Galaxy S20 Ultra e o Motorola Edge, que também aguentam um bom tempo longe da tomada.

Fonte: Yahoo!

Sistema judiciário brasileiro do Rio Grande do Sul atingido pelo ransomware REvil

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul foi atingido ontem por um ataque de ransomware REvil que criptografou arquivos de funcionários e forçou os tribunais a desligar sua rede.

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS) é o sistema judiciário do estado do Rio Grande do Sul.

O ataque começou ontem de manhã quando os funcionários descobriram repentinamente que todos os seus documentos e imagens não estavam mais acessíveis e notas de resgate apareceram em seus desktops Windows.

Logo após o início do ataque, a conta oficial do Twitter do TJRS alertou os funcionários para não fazerem login nos sistemas da rede do TJ localmente ou por acesso remoto.

“O TJRS informa que enfrenta instabilidade nos sistemas de informática. A equipe de segurança dos sistemas orienta os usuários internos a não acessar computadores remotamente, nem se logar em computadores da rede do TJ”, tuitou a Justiça do TJRS.

Ransomware REvil responsável pelo ataque cibernético

Um pesquisador de segurança brasileiro conhecido como  Brute Bee  compartilhou uma captura de tela com a BleepingComputer de funcionários compartilhando as notas de resgate e discutindo o ataque entre si.

Essas notas de resgate são para a operação de ransomware REvil, que o BleepingComputer confirmou independentemente ser a responsável pelo ataque.

A BleepingComputer foi informada de que a operação de ransomware REVil exigia um resgate de US $ 5.000.000 para descriptografar arquivos e não vazar dados.

Em uma gravação de áudio traduzida e compartilhada com o BleepingComputer, uma pessoa descreveu o ataque como “horrível” e “a pior coisa que já aconteceu lá”, com a equipe de TI tendo um “ataque de estresse histérico” enquanto correm para restaurar milhares de dispositivos.

Este ciberataque não é o primeiro ataque de ransomware aos sistemas judiciais do Brasil.

Em novembro passado, o Superior Tribunal de Justiça do Brasil foi  atacado pela gangue de ransomware RansomEXX,  que começou a criptografar dispositivos no meio de sessões de videoconferência no tribunal.

Ao mesmo tempo, sites de outras agências do governo federal brasileiro estavam offline, mas não estava claro se eles estavam fechados para segurança ou sob ataque.

Fonte: Bleeping computer

Internet fixa é serviço de telecomunicações com pior avaliação entre os usuários

Foto por Brett Sayles em Pexels.com

A internet fixa de banda larga foi o serviço de telecomunicações com pior avaliação entre os usuários no ano de 2020. Os dados são da pesquisa de percepção da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e foram divulgados na última semana. 

Em uma escala de 0 a 10, a internet fixa ficou com uma média de 6,51. O serviço melhor avaliado foi a telefonia móvel pós-paga, com média de 7,49, seguido pela telefonia móvel pré-paga, com 7,45, a telefonia fixa, com 7,36 e os serviços de TV por assinatura, com 7,17. 

Desde o início da série história, em 2015, a internet fixa foi a única que piorou do ponto de vista dos consumidores. Na primeira pesquisa, a média do serviço foi de 6,58. Na contramão, todas as outras melhoraram suas médias ano após ano. 

Metodologia utilizada

Para chegar a essa média, a Anatel ouviu 92,2 mil pessoas das 27 unidades da federação entre os meses de julho e novembro de 2020. A pesquisa avaliou o grau de satisfação geral dos cidadãos em uma série de indicadores, como canais de atendimento, oferta e contratação e funcionamento do serviço. 

Os indicadores com maiores notas foram cobrança e recarga (7,23), reparo e instalação (7,10) e oferta e canais de atendimento (6,82). Entre os piores aspectos dos serviços ficaram capacidade de resolução (6,06), atendimento telefônico (6,16) e funcionamento (6,45). 

Em cinco desses indicadores, houve queda em relação aos dados de 2019, são eles atendimento telefônico, canais de atendimento, capacidade de resolução, funcionamento e reparo e instalação.  

De acordo com a Anatel, isso ocorreu por conta da pandemia, em que os serviços ganharam mais atenção dos usuários por conta da adoção do trabalho remoto por muitas empresas e também do ensino à distância por escolas e universidades. 

Piores e melhores operadoras

Entre as operadoras citadas, a que recebeu a melhor avaliação foi a Unifique, que atua exclusivamente em Santa Catarina, com 7,76, seguida pela Brisanet, que atua em parte do Nordeste, com uma avaliação de 7,73. Fechando o pódio, a Algar, de Goías e Minas Gerais, com 7,13. 

Já entre as piores, ficaram operadoras que atuam em todo o Brasil, com destaque para a Hughes, que foi a pior avaliada, com 4,86, seguida de longe pela Oi, com 5,78 e pela Sky, que ficou com uma média de 6,08. 

Com informações da Agência Brasil 

Vazamento global expõe mais de 10 milhões de senhas de brasileiros

Foto por Christina Morillo em Pexels.com

Análise feita pela empresa de cibersegurança Syhunt a pedido do Estadão mostrou que mais de 10 milhões de senhas de e-mails de brasileiros foram expostas na internet em um vazamento global de 3,2 bilhões de dados, ocorrido no começo de fevereiro. As credenciais brasileiras vazadas incluem mais de 70 mil senhas do setor público, como de e-mails da Câmara dos Deputados, do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Petrobrás.

O arquivo de 100 GB foi publicado em um fórum que, em janeiro, foi o lugar escolhido por hackers para colocar à venda bases de dados que comprometeram 223 milhões de CPFs, 40 milhões de CNPJs e 104 milhões de registros de veículos. Outros órgãos públicos com senhas presentes no documento incluem agências de governo, como Anac e Anatel; bancos públicos, como Caixa e BNDES; ministérios, como Turismo e Transportes; e secretarias estaduais de Saúde. Além disso, endereços ligados a prefeituras, como Santos, Santo André e Salvador, também estão no pacote.

As bases de senhas foram postadas em 2 de fevereiro e removidas logo em seguida para serem repostadas em 17 de fevereiro. O vazamento de senhas foi disponibilizado integralmente no fórum de forma gratuita e podem ser baixadas por qualquer pessoa.

O novo vazamento aumentou e muito as informações de uma mega compilação de 2017, que tinha 1,4 bilhão de senhas. É possível que a compilação atual traga os mesmos arquivos vazados há quatro anos. Mas não é possível saber se há alguma ligação entre os hackers por trás do vazamento de janeiro e o de agora.

Entre as informações de brasileiros, existem pelo menos 10 milhões de senhas, com este número de credenciais referente apenas a e-mails do domínio “.br”. Além disso, diversos e-mails tiveram mais de uma senha vazada, o que permite identificar o padrão de criação de senhas.

Além disso, diversos e-mails tiveram mais de uma senha vazada, o que permite identificar o padrão de criação de senhas. Porém, a presença das senhas ‘gov.br’ no arquivo não significa que os sistemas da administração pública tenham sido invadidos. De qualquer forma, diante desta situação só é possível fazer uma coisa: trocar as senhas.

Fontes: ITforum e Estadão.

Vivo fecha acordo bilionário com novo sócio para expandir fibra óptica

A Vivo divulgou nesta terça-feira (2) um acordo comercial para expandir sua rede de fibra óptica no Brasil. Em conjunto com o fundo canadense CDQP, a operadora criou o provedor neutro FiBrasil que será responsável pela cobertura de internet fixa em 5,5 milhões de domicílios. O modelo de rede neutra também é adotado por concorrentes como TIM e Oi.

O fundo CPQD pagará R$ 1,8 bilhão por 50% de participação na FiBrasil. A Telefônica Brasil ficará responsável por 25% da empresa, enquanto a espanhola Telefónica Infra terá os demais 25%.

Na nova companhia, a Vivo irá contribuir com parte da sua rede e destinará 1,6 milhão de domicílios já cobertos (home passed) com fibra óptica. A operadora se manterá como cliente âncora da FiBrasil, mas o provedor neutro deverá atender outras empresas.

A Vivo não divulgou exatamente quais as localidades da sua rede que serão incorporadas na FiBrasil. O comunicado ao mercado esclarece que que o foco da nova empresa é atingir 5,5 milhões de lares em quatro anos, com foco em cidades médias fora do estado de São Paulo.

A companhia já havia anunciado na divulgação do balanço financeiro que mantinha negociações avançadas com um grande investidor internacional. A estratégia de encontrar um sócio para expansão de fibra óptica também foi adotada por outras operadoras como TIM e Oi.

Vivo aposta em outras redes neutras e modelo de franquia

A criação da FiBrasil é apenas mais uma forma encontrada pela Vivo para expandir a fibra óptica. Em algumas localidades de Minas Gerais, a operadora já utiliza a rede neutra da American Tower para levar a internet Vivo Fibra a municípios do interior do estado.

A Vivo ainda aposta no modelo de franquias para expandir a presença de fibra óptica no Brasil: com a alcunha “Terra conectado por Vivo Fibra”, a operadora busca empreendedores com capacidade de investimento mínimo de R$ 2,5 milhões para atender cidades pequenas ou bairros periféricos de grandes centros urbanos.

TIM e Oi também apostam em rede neutra

Além da Vivo, outras operadoras se movimentam para montar suas redes neutras:

  • A Oi é o exemplo mais rico e complexo quando se trata desse assunto: a operadora aposta no modelo de separação estrutural e criou a InfraCo, que será responsável pelos mais de 400 mil km de fibra óptica da tele. Com valor comercial avaliado em R$ 20 bilhões, um acordo de exclusividade foi firmado para negociação com o banco BTG Pactual e a Globenet, que atua com cabos submarinos.
  • A TIM também criou sua companhia de rede neutra e informou que mantém negociações avançadas com quatro investidores. A operadora irá contribuir com cobertura nas localidades onde já atende com fibra óptica e cobre (xDSL), e aposta na separação estrutural para expandir os investimentos de banda larga fixa.

Fonte: Tecnoblog