Apple inaugura loja flutuante em Singapura

Frente da loja Apple Marina Bay Sands

A Apple se prepara para inaugurar sua primeira loja flutuante, a “Apple Marina Bay Sands”, na orla de Singapura. A data de inauguração ainda não foi revelada, mas a companhia divulgou hoje algumas imagens externas do local.

O design empreendimento é uma grande mudança em relação ao de outras Apple Stores. O formato esférico é composto por placas de vidro, que refletirão na baía de Singapura durante o dia. À noite, a iluminação externa formará um novo cartão postal da cidade.

O acesso à loja terá duas entradas diferentes: uma passarela flutuante que dá a volta na esfera e um túnel submerso com entrada pelo shopping ao lado. Anteriormente, o local era ocupado pela boate Avalon.

A Apple abriu sua primeira fábrica no país em 1981 e a nova loja marca os 40 anos de história da Apple por lá. A marca já tem outras duas lojas na cidade: a Apple Orchard Road e a Apple Jewel Changi Airport.

Fonte: Olhar digital

FBI invade iPhone de atirador e critica Apple por não ajudar

Apple recebe críticas de autoridades por não facilitar acesso à informações criptografadas em iPhone de atirador

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A Apple recebeu críticas depois de o FBI ter invadido dois iPhones de um atirador durante uma investigação policial. Os celulares pertenciam a Mohammed Saeed Alshamrani, autor de disparos no atentado da Base Área Naval de Pensacola, na Flórida, ocorrido em 6 de dezembro de 2019.

A invasão aos smartphones de Alshamrani pelo FBI foi revelada ao público nesta segunda-feira (18). De acordo com o Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos, as informações presentes nos dois celulares, um iPhone 7 e um iPhone 5, foram acessadas com sucesso pela força policial, onde encontraram relações entre o autor dos disparos e grupos terroristas.

O acesso aos dados criptografados, porém, não evitou críticas à Apple, mesmo após fornecer dados do iCloud para auxiliar nas investigações. “Graças ao excelente trabalho do FBI – e não à Apple –, conseguimos desbloquear os telefones da Alshamrani”, afirmou o secretário de Justiça dos Estados Unidos, William Barr.

O caso reacendeu mais um episódio na queda de braço entre a Apple e o FBI, que solicita à empresa uma brecha para acessar dados de iPhones apreendidos em investigações desde 2016. A companhia, porém, se nega a atender aos pedidos, já que poderiam prejudicar a segurança dos usuários e abrir outros precedentes.

“Nós sempre sustentamos que não existe um backdoor apenas para os “mocinhos”. Os backdoors também podem ser explorados por aqueles que ameaçam nossa segurança nacional e a segurança de dados de nossos clientes”, afirmou a Apple em janeiro sobre o caso de Pensacola.

Apesar das negativas, o FBI busca seus próprios meios para acessar os celulares da Apple sem precisar de ajuda da companhia. Em janeiro, a unidade de polícia do Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou que levou dois meses para invadir um iPhone 11.

Com informações: Tecnoblog e CNET e MacRumors

Apple-1: primeiro PC da maçã é vendido por quase R$ 2 milhões em leilão

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Um exemplar do Apple-1, primeiro computador fabricado pela Apple, foi leiloado por quase R$ 2 milhões. O arremate final pelo modelo foi de 371.250 libras, aproximadamente R$ 1.866.590 pela cotação atual da moeda. O aparelho ainda está funcionando e foi vendido junto aos manuais originais, além de acessórios adquiridos posteriormente.

A linha foi criada por Steve Jobs e Stephen Wozniak em 1976, e a amostra leiloada foi comprada no ano seguinte, em 1977. Sua principal inovação foi trazer uma placa-mãe montada, algo até então inédito em um computador pessoal.

O exemplar de agora, leiloado pela Christie’s, tem número de série 01-0053. Ele é listado como o número 10 no Apple-1 Registry, site que mantém a documentação da linha. Por conta disso, acredita-se que ele tenha feito parte do primeiro pacote de computadores vendidos pela Apple, que somou 50 unidades e foi comercializada para a Byte Shop, uma varejista local.

Pelos registros, Rick Conte é o nome da pessoa a comprar o aparelho da loja, o que aconteceu em 1977. Em dezembro de 2009, o Apple-1 foi doado a uma organização sem fins lucrativos e, no ano seguinte, passou a uma coleção particular. O último dono, por meio de quem o computador foi leiloado, adquiriu o produto em 2014. Ao todo, foram construídos cerca de 200 modelos do Apple-1, dos quais 80 ainda existem atualmente.

Além de estar funcionando, o modelo adquirido na casa de leilões do Reino Unido se destaca por ter sido construído diretamente em uma pasta, ainda em ótimo estado. O lote incluiu ainda um gravador de fita cassete da Panasonic, um microprocessador da Motorola e outros itens de época, como o primeiro manual confeccionado pela Apple, considerado extremamente raro.

Mas o exemplar não é o primeiro Apple-1 a ser leiloado. Em setembro do ano passado, outro modelo da série foi arrematado por meio da casa RR Auction. A estimativa para aquele lote é de que a venda chegasse a US$ 300, equivalente a R$ 1,2 mi na ocasião.

Malware para Mac usa cookies para tentar roubar criptomoedas

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A Unit 42 da Palo Alto Networks descobriu recentemente um malware capaz de roubar cookies de navegadores, principalmente aqueles associados a sites famosos de transações de criptomoedas e sites de serviço de carteira de criptomoedas visitados pela vítima. Ele também rouba senhas salvas e busca mensagens de texto.

A ameaça foi batizada de CookieMiner, sendo uma variante do OSX.DarthMiner. De acordo com os especialistas da Palo Alto, o malware aproveita a combinação de logins roubados, cookies da web e dados SMS, além de configurar o sistema para carregar o falso software de mineração. O perigo é maior justamente por causa dos web cookies, que são amplamente usados para autenticação nas páginas.

De acordo com a empresa, o CookieMiner pode roubar cookies do Google Chrome e do Safari. Entre os dados coletados estão nomes de usuário e senhas salvas no Chrome, números de cartões de crédito (Visa, Mastercard, American Express e Discover), mensagens de texto do iPhone se o backup for feito no Mac, e dados e chaves da carteira de criptomoedas.

Clientes da Palo Alto já estão protegidos pelo WildFire, tecnologia própria da companhia que mantém a máquina segura. Por enquanto, a Apple ainda não bloqueou a ameaça pelo sistema XProtect do macOS, mas é recomendado que usuários limpem os cookies de seus navegadores e não salvem senhas para sistemas locais de criptomoedas.

Fonte: PC World

O FBI obrigou dono de Apple iPhone X a desbloquear o dispositivo através do Face ID

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A polícia dos Estados Unidos forçou um usuário do Apple iPhone X a desbloquear o dispositivo com o rosto como parte de uma investigação.

Embora a aplicação da lei nos EUA possa forçar um suspeito a desbloquear seu dispositivo da Apple por meio da Touch ID, acredita-se que esse seja o primeiro incidente registrado em que as autoridades policiais de qualquer país usaram um mandado de busca para forçar um proprietário de dispositivo móvel ao desbloqueio com a tecnologia de reconhecimento.

Uma investigação da Forbes revelou que em 10 de agosto, a casa de um homem de 28 anos de idade foi revistada pelo Departamento Federal de Investigações dos Estados Unidos (FBI) com base em um caso de abuso infantil em potencial.

Com a execução da lei, mandado de busca na mão, então exigiu-se que o homem desbloqueasse seu iPhone X, que era protegido pelo Face ID. O indivíduo obedeceu, o que deu ao FBI acesso a sua mídia, comunicações e muito mais.

Uma declaração para a autorização de busca permitiu que os oficiais pesquisassem “todas e quaisquer notas, documentos, registros ou correspondências em qualquer formato ou meio (incluindo, mas não se limitando a, cartas, e-mails, registros de bate-papo, mensagens eletrônicas, outros arquivos digitais e informações de cache da web). “

O aplicativo de bate-papo Kik Messenger forneceu evidências para o FBI. O indivíduo havia comunicado-se sem saber com um policial disfarçado via aplicativo e este estava posando como um pai interessado em sexo com menores.

Fonte: ZDnet

Este texto foi revisado e adaptado para português brasileiro por Alexandre Furquim de Camargo.

 

Polícia desmantela quadrilha que roubou mais de US$ 1 milhão em produtos Apple

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Policiais americanos desmantelaram um esquema de roubo de produtos que teria gerado prejuízos de mais de US$ 1 milhão para a Apple. Os crimes foram cometidos em 19 distritos do estado da Califórnia e sempre ocorriam da mesma maneira, com os ladrões entrando nas lojas ocultando o rosto com capuzes e bandanas para, na sequência, fugirem correndo e carregando o máximo de equipamentos que conseguissem.

Oito pessoas foram presas e outras nove estão sendo procuradas pela polícia por furtarem produtos como iPhones, Watches, iPads, MacBooks e outros de displays expositores em lojas da Apple. Os crimes ocorriam à luz do dia e durante o horário de funcionamento das lojas, antes que os funcionários ou a segurança pudessem fazer algo a respeito. Imagens de câmera de segurança ajudaram a identificar os responsáveis.

O número de lojas que foram alvo dos furtos não foi divulgado, mas a imprensa local fala em, pelo menos, 21 Apple Stores, com crimes que aconteceram ao longo dos últimos cinco meses. Alguns estabelecimentos foram roubados mais de uma vez, com ladrões diferentes em cada ocasião, como forma de dificultar o trabalho das autoridades.

A investigação data de meados do primeiro semestre deste ano, mas ganhou força em agosto quando dois criminosos foram capturados pelos próprios funcionários de uma das lojas da Apple. Ao desconfiarem que um furto do tipo estava prestes a acontecer, os trabalhadores conseguiram dominar a dupla em um estabelecimento de Los Angeles, com a polícia prendendo mais três suspeitos horas depois, sendo que dois deles estavam, supostamente, em carros que aguardavam os ladrões em uma esquina próxima, de forma a agilizar a fuga.

Em pronunciamento, o procurador geral Xavier Beccera, responsável pelo caso, afirmou que quadrilhas organizadas desta categoria estão causando milhões de dólares em prejuízos para os lojistas da Califórnia, pois as operações de uma gangue acabam inspirando outras a fazerem o mesmo. Na visão dele, no final quem paga a conta é o consumidor, que sofre com a falta de produtos e o aumento de preços para compensar os furtos.

De acordo com Beccera, a série de prisões e indiciamentos é apenas a primeira de uma série que ainda está por vir, com investigações que visam acabar com a viabilidade desse tipo de prática. As autoridades, entretanto, não deram detalhes sobre a investigação, até mesmo como forma de proteger seu andamento e não alertar outros possíveis envolvidos. A Apple também não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: SF GateDigital Trends, Canaltech

Vulnerabilidade de código CSS permite travar e reiniciar iPhones

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Usuários de iPhone, iPod Touch e iPad com iOS 7 ou superior devem ficar atentos a um novo bug que afeta seus aparelhos e foi exposto pelo pesquisador de segurança online Sabri Haddouche em sua conta oficial no Twitter. Segundo o especialista, algumas poucas linhas de código CSS são suficientes para induzir o sistema operacional ao chamado “kernel panic”, forçando a reinicialização do aparelho para evitar danos de hardware.

De acordo com a descrição do especialista, o bug afeta a interpretação de filtros gráficos dos aparelhos. De uma forma crua, a explicação para isso é: quando se abre o código através do Safari, um erro constante de leitura é provocado nas tags da página, o que acaba sobrecarregando o sistema de renderização usado pelo navegador, forçando o travamento e reinicialização do aparelho (uma medida instalada para evitarem-se os danos de hardware).

O bug vem sendo chamado de “Reaper Crash” e, segundo o pesquisador, também afeta o macOS.

Fonte: Canaltech

Apple inicia programa para substituir placas-mãe defeituosas do iPhone 8

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A Apple anunciou na noite desta sexta-feira, 31, véspera de um fim de semana prolongado nos EUA por causa do feriado do Dia do Trabalhador no país, um programa de reparo do iPhone 8. Segundo o comunicado da empresa, algumas unidades do celular foram vendidas com placas lógicas (também conhecidas como placas-mãe) defeituosas.

O comunicado informa que os aparelhos afetados tendem a apresentar problemas como reiniciar de forma aleatória, travar a tela sem motivo ou simplesmente parar de ligar.

Segundo a empresa, apenas um percentual baixo de aparelhos foi afetado. As unidades afetadas foram comercializadas apenas entre setembro de 2017 e março de 2018 na Austrália, China, Hong Kong, Índia, Japão, Macau, Nova Zelândia e Estados Unidos. Como muitos brasileiros costumam comprar iPhones em viagens, é possível que haja alguns casos de iPhones defeituosos em atividade no Brasil.

Para descobrir se o seu iPhone comprado no exterior faz parte do lote defeituoso, a Apple orienta os usuários a colocar o número de série do aparelho neste link para fazer a verificação.

No entanto, se você comprou um celular no exterior que seja habilitado ao reparo, existe uma possibilidade que o celular não possa ter a peça substituída no Brasil. “A Apple pode restringir ou limitar o reparo ao país ou região de compra original. Para iPhones 8 comprados em países membros do EEA (sigla para Espaço Econômico Europeu), o serviço está disponível em outros países do EEA”, diz o comunicado. Ou seja: se você comprou o celular problemático nos EUA, você pode não conseguir repará-lo aqui no Brasil.

Fonte: Olhar Digital

Apple lança iOS 11.2.6 para corrigir falha que travava iPhone

O iOS 11.2.6 foi lançado pela Apple nesta quinta-feira (19) e inclui a correção de erros para o idioma telugo, língua oficial em Andhra Pradesh, na Índia. Os caracteres do idioma faziam aplicativos de mensagens como o iMessage, Facebook Messenger e o WhatsApp travarem.

O erro foi descoberto na semana passada, permitindo que indivíduos mal intencionados enviassem mensagens na língua telugo para travar os aplicativos nos iPhones e iPads. A falha também foi detectada no navegador Safari e no aplicativo de mensagens utilizado pelo macOS e pelo Apple Watch.

Também foram lançadas atualizações corrigindo qualquer eventualidade relacionada a esse erro para watchOS e tvOS.

Essa foi a terceira emissão de atualizações do iOS 11 visando corrigir erros que levam iPhones a travarem nos últimos três meses. Na primeira, ocorrida em dezembro, a Apple trouxe uma solução rápida poucas horas depois que um erro de bloqueio do iPhone surgiu. A segunda, em janeiro, corrigiu um erro em que um link poderia congelar o uso do smartphone.


Fonte: Canaltech

Apple admite estar desacelerando iPhones antigos para sua proteção


Esta semana a Apple confirmou as suspeitas de muitos donos de iPhone de que deliberadamente torna aparelhos antigos mais lentos. Não para forçar a compra de um aparelho novo, como acreditam muitos consumidores, mas em função da piora da performance da bateria de íon-lítio com o tempo, segundo a empresa. Com isso, a companhia estaria evitando o desligamento inesperado do dispositivo para proteger seus componentes eletrônicos.
A atitude da Apple gerou polêmica, principalmente, por não avisado previamente os usuários. O recurso que reduz a performance foi implementado no ano passado, no lançamento para o iPhone 6, iPhone 6s e iPhone SE, para suavizar os picos instantâneos e impedir que o dispositivo desligue inesperadamente durante essas condições. “Agora ampliamos esse recurso para o iPhone 7 com o iOS 11.2 e planejamos adicionar suporte para outros produtos no futuro”, disse a empresa em comunicado para a imprensa.
O argumento é que as baterias mais antigas podem tornar-se menos capazes de fornecer energia de desempenho máximo, o que significa que os dispositivos às vezes desligam para evitar danos nos componentes internos. Existe também um risco ao usar dispositivos em clima muito quente ou muito frio.
Fonte: IDG now