WhatsApp testa prévias de links aprimoradas nos Status

Foto por Anton em Pexels.com

O WhatsApp prepara prévias de links mais elaboradas para publicações no Status. Ainda indisponível para testadores, a função permitiria incluir endereços da web anexadas a uma prévia da página em posts temporários, tal qual acontece em chats comuns.

As prévias de links do Status do WhatsApp favorecem a composição das publicações temporárias, poupando o autor de recorrer a outras ferramentas (como prints próprios) para isso. A novidade funcionaria de forma semelhante às prévias enviadas em conversas, composta por título, subtítulo e imagem, aparentemente interativos ao toque.

Prévias de links tem formato retangular e apresentam imagem, subtítulo e versão simplificada da URL (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

Segundo o WABetaInfo, que descobriu a novidade, as prévias de links do WhatsApp aparecem de forma automática ao adicionar detalhes ao link compartilhado. Primeiro, a função foi encontrada em desenvolvimento no app para iOS, mas é bastante provável que ela seja disponibilizada de forma similar no Android e possivelmente no programa para Desktop.

Ainda sem previsão

Quanto à previsão de lançamento, pouco se sabe. Por se tratar de uma função ainda indisponível para testadores e em processo de implementação, deve levar algum tempo até ela ser liberada para o público geral. Aos que esperam pela novidade, resta apenas aguardar.

Fontes: WABetaInfo e Canaltech

WhatsApp é campeão de fraudes na internet, mostra pesquisa. Saiba como se proteger

Embora os brasileiros estejam mais atentos e informados sobre a prática de golpes virtuais, uma pesquisa da plataforma Reclame Aqui revelou que fraudes envolvendo o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp continuam sendo apontadas como as que fazem o maior número de vítimas.

De acordo com os dados, a maioria das pessoas que caíram em golpes diz que foi enganada por meio de mensagens recebidas pelo WhatsApp e teve a conta do aplicativo clonada (22,1%). Além disso, outras vítimas acabaram clicando em links fraudulentos que receberam por mensagem de texto de SMS (20,7%) e por boletos falsos com o código de barras adulterado (20,8%).

Outro dado preocupante revela que 76,4% dos consumidores que foram vítimas de golpes não conseguirem reaver o prejuízo, e somente 24,7% registraram boletins de ocorrência.

Entre as consequências dos golpes, 30,1% passaram dados pessoais e bancários, 20,4% tiveram os CPFs e os nomes usados em compras de terceiros não autorizadas, e 49,5% fizeram transferências financeiras para os golpistas.

— As pessoas se comunicam muito usando o WhatsApp, onde recebem muitas mensagens de confirmação de serviços que foram contratados. E isso acaba passando uma aparência de credibilidade. É uma forma de o criminoso te contatar porque, fora isso, não teria como chegar na pessoa de uma maneira mais fácil. No e-mail, por exemplo, ainda tem alguns filtros para que (a mensagem) caia no spam — afirma a advogada Cláudia Bernard, especializada em crimes cibernéticos.

A pesquisa revela ainda que cuidados simples podem fazer a diferença e evitar fraudes. Das pessoas que conseguiram evitar os golpes, 51,4% disseram que não abrem links desconhecidos, enquanto 48,5% leem bastante para identificar os traços do crime.

Como se proteger

Clonagem de WhatsApp

A clonagem do WhatsApp é um golpe que continua em alta. Os golpistas mandam mensagens dizendo que são de empresas com as quais as vítimas têm cadastros ativos. A partir disso, é solicitado o código de segurança, enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, uma manutenção ou uma confirmação de cadastro. Com o código, é replicada a conta de WhatsApp em outro celular. Com isso, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela e pedindo dinheiro emprestado e transferência via Pix.

Engenharia Social no WhatsApp

No golpe de engenharia social com WhatsApp, o criminoso escolhe uma vítima, pega sua foto em redes sociais, e, de alguma forma, consegue descobrir números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, envia mensagens para contatos, informando que teve de trocar de número devido a algum problema. Assim, aproveita e pede uma transferência via Pix, dizendo estar em alguma emergência.

Phishing

Os ataques de phishing são muito comuns e usam mensagens que aparentam ser reais para que o indivíduo forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões. Por isso, muito cuidado com qualquer mensagem que receber por e-mail ou por redes sociais, principalmente, as que têm links suspeitos ou que pedem dados pessoais.

Falsos funcionários

No golpe do falso funcionário de instituição financeira, a vítima recebe contato passando por funcionário do banco ou empresa financeira oferecendo ajuda para cadastro da chave Pix ou afirmando a necessidade de realizar algum teste, induzindo à realização de transferência bancária que será feita, na realidade, para a conta do golpista.

Golpe do bug

Esse golpe aproveita da má-fé da vítima, pois espalha em redes sociais (vídeos ou mensagens de WhatsApp, por exemplo), informações de que o Pix está com alguma falha em seu funcionamento (chamado de bug), e é possível ganhar dinheiro ao transferir valores para chaves aleatórias. Contudo, ao tentar tirar proveito dessa ação, a vítima enviará dinheiro para golpistas.

O que fazer?

As pessoas devem sempre suspeitar de mensagens pedindo dinheiro, principalmente, quando são urgentes. Dessa forma, antes de qualquer ação, busque ter certeza de saber com quem está falando.

Verificação em duas etapas

Uma medida simples para evitar golpe é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas”, basta acessar e seguir o seguinte caminho: Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app. Porém, os golpistas já estão conseguindo vencer essa barreira também. Por isso, deixe a família e os conhecidos avisados de que nunca vai solicitar dinheiro por esse meio.

Desconfie de promoções

Fique atento a sorteios e promoções que pedem o número de telefone do usuário. Além disso, recebendo mensagem de alguém que afirma ter mudado o número, certifique-se dessa informação.

Instituições financeiras

As instituições financeiras não solicitam dados pessoais ativamente e bancos não fazem teste de Pix. Os sistemas bancários não enfrentam bugs que dê dinheiro às pessoas.

Fontes: Extra Globo

Google Chrome ganha atualização de emergência para fechar brecha

Shutterstock

O Google lançou nesta segunda-feira (14) uma nova e importante atualização de segurança para o navegador Google Chrome. O download deixa o navegador na versão 98.0.4758.102 e é válido para as versões Windows, Mac e Linux.

Segundo a própria empresa, o motivo é corrigir uma vulnerabilidade de dia zero que foi identificada por um dos membros do Threat Analysis Group, a equipe de caçadores de bugs e brechas de segurança que trabalha de forma paralela à empresa.

O erro gerado por essa vulnerabilidade, batizada de CVE-2022-0609, permite a execução de códigos remotos em computadores, o que pode levar a diferentes consequências, desde transformá-lo em uma botnet até o roubo de credenciais de acesso.

Caso grave

Segundo o Bleeping Computer, a empresa confirmou que detectou ataques que se aproveitaram dessa brecha, mas não detalhou exatamente o que foi descoberto. Novas informações podem ser liberadas depois que a maior parte dos usuários estiver devidamente protegido contra a ameaça.

Por isso, a Google recomenda que você atualize o seu Google Chrome ou, se o processo estiver automatizado, ao menos confira nas configurações do navegador se ele está de fato na versão mais recente do programa.

Fonte: Tecmundo

Google começa a tornar verificação de dois fatores obrigatória

As recomendações de segurança pedem para, sempre que possível, o usuário ativar a autenticação de dois fatores em todos os sites onde a tecnologia está disponível. Agora, o Google caminha para tornar a verificação obrigatória para algumas contas e vai ativar automaticamente o sistema para mais de 150 milhões de usuários até dezembro, segundo um anúncio feito nesta segunda-feira (1°).

Na verificação de dois fatores, além de digitar a senha, o usuário precisa autorizar o login em algum outro dispositivo, normalmente um smartphone. Isso adiciona uma camada extra de segurança já que mesmo que sua senha seja exposta, o acesso não vai ser liberado.

Verificação de dois fatores do Google

De acordo com o Google, os usuários que estiverem incluídos na lista obrigatória vão receber um aviso nas próximas semanas falando sobre a verificação de dois fatores e sua ativação. A empresa ainda recomenda que os usuários ativem a função manualmente.

Por enquanto, apenas contas que possuem sistemas de backup seguros vão ser incluídas na ativação automática. O Google não informa quantas contas atuais já utilizam a autenticação, mas já disse em outras ocasiões que trabalha para tornar o sistema de dois fatores obrigatório.

A verificação também via ser obrigatória para membros do Programa de Parcerias do YouTube (YPP), cujo login também é feito pela conta do Google. O recurso vai ser necessário para acessar o YouTube Studio e gerenciar o conteúdo na plataforma.

A verificação em dois passos é um método comum de proteção às contas de usuários de serviços online. Quando ativada, ela adiciona uma camada extra de segurança além da inserção de nome de usuário e senha, normalmente oferecendo um código aleatório por mensagem de texto (SMS), aplicativo de autenticação como o Google Authenticator, ou ainda um dispositivo físico que gera chaves randômicas. Em tese, como este código é aleatório e alterado depois de alguns instantes, a invasão de sua conta por, digamos, um hacker, fica mais difícil de ocorrer.

Fonte: Olhar digital

Microsoft Excel resolve um dos problemas mais antigos e irritantes do programa

A Microsoft anunciou que o Excel passará a ter suporte a uma rolagem de tela mais suave na próxima atualização do seu aplicativo para desktop. Hoje, a rolagem ainda segue o modelo antigo que desce ou sobe várias células simultâneas, o que pode fazer o usuário se perder em planilhas muito longas ou colar informações em locais errados.

O Excel nunca adotou esse sistema mais fluido porque foi projetado para destacar automaticamente a célula no canto superior esquerdo da planilha. Segundo o engenheiro da Microsoft Steve Kraynak, embora possa parecer uma mudança simples, resolvida em algumas linhas de código, há todo um complexo sistema estrutural por trás que impedia a mudança.

Antes, você só conseguia rolar a tela ao enquadrar as células (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Kraynak destacou que esse ajuste impacta em várias outras funcionalidades, como congelar painéis, redimensionar linhas, cortar e colar, filtrar a pesquisa, ler ou inserir comentários e estilos de células. Após analisarem todos os impactos, foi necessário dividir o processo em duas partes: uma para quem usa a roda do mouse e outra para as barras de rolagem — em telas sensíveis ao toque, essa rolagem da tela já era suave.

Agora, você poderá parar de descer ou subir a tela no meio de uma linha/coluna, algo impossível no modelo antigo. Além disso, o update deve trazer também alguns outros recursos como arrastar a barra para definir o local exato da visualização e entregar mais precisão para os botões da barra de rolagem e durante o movimento do arrasto de seleção (quando você seleciona várias células a ponto de precisar “descer a tela”).

O recurso já está disponível para testadores beta do programa Windows Insiders e deve chegar gradualmente para todos os assinantes do Microsoft 365 “nos próximos meses”.

Fonte: Microsoft  

Procon-SP notifica WhatsApp, que pode ser multado em R$ 10 milhões

Logo após o apagão nas plataformas do Facebook na segunda-feira (4), o Procon-SP emitiu, nesta terça (5), uma notificação ao aplicativo de mensagens WhatsApp. Além dos dois, o Instagram, que também é de propriedade da empresa de Mark Zuckerberg, também ficou fora do ar por mais de seis horas.

Em decorrência disso, usuários das plataformas, além de pequenas e médias empresas, podem ter sido afetados, avalia Fernando Capez, diretor do órgão de defesa do consumidor. “Somente em caso fortuito externo, que é um terremoto ou um evento muito forte, poderá isentar o WhatsApp de responsabilidade”, disse.

“O consumidor que se sentir prejudicado com a queda do sinal deverá aguardar as informações prestadas pelo WhatsApp ao Procon”, avaliou Capez. Segundo ele, as falhas internas “não eximem a responsabilidade da prestadora de serviço”. A multa por eventuais danos morais e materiais pode chegar a R$ 10,7 milhões, adiantou o órgão à Folha de S.Paulo.

O aplicativo de mensagens, que também possui uma versão para negócios chamada WhatsApp Business, deverá responder os motivos da indisponibilidade de funcionamento. A partir das respostas, o Procon deverá analisar as justificativas e decidir se prosseguirá com a multa, que também poderá ser recorrida pelo aplicativo.

Em nota ao TecMundo, o WhatsApp esclarece que “ainda não recebeu uma notificação formal do Procon-SP, mas  permanece à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos necessários.” “O WhatsApp reconhece a importância do seu papel e a confiança depositada por empresas e pessoas no aplicativo. A empresa trabalhou com afinco para restaurar o serviço o mais rápido possível, o que aconteceu no mesmo dia”, diz a nota.

Facebook se desculpa com usuários

O Facebook pediu desculpas aos usuários pelo inconveniente e restaurou os serviços ainda na noite de ontem. Segundo a empresa, o que aconteceu foi um erro de configuração em roteadores, mas que não colocou em risco os dados dos usuários.

“Nossas equipes de engenharia descobriram que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam a comunicação”, diz o comunicado.

Além das plataformas do Facebook, o tráfego na internet ficou instável em diversas outras. O Telegram sentiu um número massivo de usuários utilizando o seu serviço, enquanto o Twitter também sofreu com instabilidades.

Fonte: Tecmundo

App Google Home vai contar se está tudo certo com a sua conexão com a internet

Fonte: Google

O Google Home ganhará a capacidade de verificar a velocidade de conexão entre um dispositivo e o ponto de internet Wi-Fi. A funcionalidade era exclusiva do antigo Google Wifi, mas agora foi incorporada ao gestor de aparelhos inteligentes. O Google Home passa a ser capaz de identificar se uma smartTV interligada está com a qualidade do sinal boa ou não, por exemplo.

Para ter acesso a essa novidade, é preciso atualizar para a versão 2.43.1.10, a mais recente do app para Android e iOS. Concluído o update, você verá uma seção chamada “Velocidade do dispositivo”, dentro da guia “Informações” de cada aparelho conectado. O Google Home permite analisar a velocidade dos dados transmitidos em um só aparelho ou na totalidade, no intuito de checar a casa inteligente está abastecida com internet.

O app contará com um histórico para que seja possível comparar os resultados atuais com anteriores. Mas é preciso ressaltar que a checagem só vale para aparelhos ligados nas conexões sem fio — o que for conectado via cabo Ethernet, direto ao roteador, não entra na verificação.

Preferência de acesso do ISP

Embora o teste seja a grande novidade, a atualização do Google Home traz ainda um ajuste relacionado a preferência de “acesso do ISP”. O ISP é o provedor de serviços de internet e o recurso permitirá gerenciar questões técnicas vinculadas à conexão. Assim, os provedores poderão detectar quando o roteador está offline e reiniciá-lo ou fazer ajustes em configurações da rede de modo remoto, com objetivo de aprimorar a experiência.

É claro que isso abre as portas para que empresas de internet tenham acesso a dados (status da rede, versão do software do roteador e histórico de instalação) e possam fazer ajustes sem estar presencialmente na sua casa, o que pode ser algo invasivo para muita gente. Em razão disso, haverá uma opção que permite desabilitar o serviço e revogar o acesso remoto a qualquer tempo.

O teste de velocidade já está liberado, mas o recurso que permite o acesso do ISP ainda não — deve ficar para uma atualização posterior subsequente do app. O Google Home funciona em aparelhos Android e embarca dispositivos inteligentes da companhia, como telas e caixas de som.

Fontes: 9to5Google e Canaltech

O WhatsApp está prestes a tornar suas mensagens mais seguras do que nunca

O WhatsApp em breve estará aprimorando suas opções de criptografia, permitindo que os usuários armazenem suas mensagens criptografadas como backup no Google Drive e no iCloud , uma inovação sem precedentes para a empresa de propriedade do Facebook.

O anúncio foi feito na página do Facebook de Mark Zuckerberg . O CEO do Facebook observou que “o WhatsApp é o primeiro serviço global de mensagens nesta escala a oferecer backups e mensagens criptografadas de ponta a ponta”, enquanto adicionar o desafio técnico envolvido para fazer isso acontecer não foi uma façanha pequena.

Se tudo correr conforme o planejado, esta solução de criptografia ponta a ponta deve fornecer uma camada extra de segurança para os usuários do WhatsApp, que em breve poderão armazenar backups de suas mensagens em seu serviço de armazenamento em nuvem preferido.

Análise: Mais segurança, menos problemas

Dado o tamanho da base de instalação do WhatsApp em comparação com outros aplicativos de mensagens semelhantes, uma solução de criptografia extra como essa se torna uma necessidade, especialmente quando centenas de bilhões de mensagens são compartilhadas todas as semanas. Agora, os usuários frequentes do WhatsApp têm uma camada extra de segurança para sua tranquilidade. 

Pense nisso como uma autenticação de dois fatores, mas protegendo históricos de mensagens criptografadas em vez de sua conta. O resultado final oferece um nível semelhante de proteção, apenas para um tipo diferente de dados.

Anteriormente, os usuários do WhatsApp podiam criar backups de seu histórico de mensagens no caso de perderem o telefone, por exemplo. No entanto, os usuários não puderam fazer backup com segurança de suas mensagens criptografadas em um serviço separado até agora, pois os backups em nuvem perderiam sua criptografia quando carregados para o serviço.

O Facebook enfatizou que nem ele nem empresas como o Google ou a Apple (proprietários do Google Drive e iCloud, respectivamente) serão capazes de acessar os arquivos criptografados de um usuário. Isso significa que seu histórico de mensagens será seu e somente seu para fazer backup e mantê-lo seguro.

O Facebook insiste que esse recurso de armazenamento será opcional e será lançado para usuários iOS e Android nas próximas semanas. 

Fonte: Techradar

WhatsApp ganhará reações como as do Facebook para mensagens

Assim como no Facebook, o WhatsApp deve ganhar, em breve, reações às mensagens. A novidade, identificada pelo site WABetaInfo, teve uma captura de tela revelada na sexta-feira (3). Nela, é possível ver que os usuários poderão reagir a outras mensagens com emojis, o que, aparentemente, funcionará em chats individuais e em grupos.

De acordo com o site, que monitora novidades em teste do aplicativo, as reações podem usar qualquer emoji da galeria. Elas também não são anônimas, então todos os participantes de uma conversa podem ver cada adição. Por enquanto, o recurso está em desenvolvimento no iOS e deverá chegar também ao Android no futuro.

Na captura de tela compartilhada, o WhatsApp exibe três emojis de reações a uma mensagem e um contador, à direita, com um número que corresponde ao total de interações. Como trata-se de uma novidade em fase de testes, é possível que detalhes visuais e de funcionalidades sejam alterados até a finalização da ferramenta.

Em paralelo, o WhatsApp tem dado mais passos rumo à independência do celular. Prova disso é que, no mês de julho, o aplicativo lançou a função, ainda em testes, de múltiplos dispositivos. Com isso, o usuário consegue utilizar o app sem precisar de um celular de maneira direta — já que eles ainda são essenciais para validar as contas.

Fontes: WABetaInfo e tecmundo

Telegram chega ao clube dos aplicativos com mais de 1 bilhão de downloads

Foto por cottonbro em Pexels.com

O Telegram atingiu a impressionante marca de um bilhão de downloads, o que o torna o 15º aplicativo em todo o mundo a chegar neste patamar. Segundo dados da Sensor Tower, o programa alcançou esse número incrível nesta segunda-feira (30), um feito notável para um app que não tem uma Big Tech por trás, como Google, Facebook ou Microsoft.

O relatório publicado com exclusividade pelo site TechCrunch revela que a Índia é o país com mais usuários, com um total aproximado de 22% das instalações do programa. Completam o TOP 3 a Rússia e a Indonésia, respectivamente, com cerca de 10% e 8% de todos os descarregamentos. Como o relatório da Sensor Tower ainda não foi tornado público, não dá para saber em qual posição o Brasil está.

As instalações do Telegram aceleraram em 2021 e chegaram a 214 milhões só no primeiro semestre, o que representa 61% de crescimento no comparativo com o ano anterior (133 milhões). Embora não faça uma associação direta, esse crescimento do Telegram pode ter relação com a polêmica do WhatsApp e sua nova política de privacidade, que autoriza o compartilhamento de dados dos usuários com o Facebook.

Essa quantidade de instalações não significa base ativa: no início de 2021, estimou-se um total de 500 milhões de usuários mensais. O número varia porque há muita gente que instala o app e não o utiliza ou que então já o teve em alguma conta perdida no passado. Mesmo assim, não dá para negar a importância desses números, principalmente quando comparados com os de outros rivais mais “endinheirados”.

Com sede em Dubai, o app de origem russa lançado em 2013 levou algum tempo para se tornar conhecido, mas ganhou fama ao apresentar recursos inéditos que os concorrentes levaram anos para implementar — ou ainda nem o fizeram. A plataforma arrecadou, no início desde ano, mais de US$ 1 bilhão para investimentos, mas ainda segue fiel aos seus princípios de levar a privacidade do usuário a sério.

Fonte: TechCrunch e Canaltech