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350 mil malwares surgem por dia; como se proteger deles?

Todos os dias, cerca de 350 mil novas ameaças digitais (entre malwares e outros aplicativos potencialmente perigosos) são detectadas pelas empresas especializadas. Esses são dados da AV-TEST, uma instituição independente de segurança digital que acompanha estatísticas relacionadas ao mercado de tecnologia e proteção de dados.

Diante de um cenário em que os perigos cibernéticos estão cada vez mais presentes, é natural sentir-se um pouco inseguro e procurar formas de se proteger contra malwares. Essa é uma questão ainda mais relevante para os leigos em computação e outras tecnologias, já que a falta de conhecimento pode criar situações potencialmente danosas para o patrimônio e a integridade das pessoas.

O que fazer, então? Como se proteger diante de um número crescente de ameaças digitais e que estão se tornando cada vez mais complexas e eficientes para enganar, extorquir e roubar os desavisados? Neste artigo, queremos compartilhar algumas dicas realmente úteis para quem quer sentir mais segurança ao navegar nos “mares” desconhecidos da internet.

Não se preocupe: abordaremos dicas básicas de como se proteger de malwares, mas também traremos aspectos que até mesmo usuários avançados devem estar desconsiderando.

O que é malware?

Os malwares são ferramentas criadas por criminosos para extorquir e lucrar por meio de atividades ilegais. Vírus, cavalo de troia (trojan), ransomware, worm, backdoor, spyware, keylogger, sniffer, exploit e adware são exemplos de malwares que causam prejuízos bilionários todos os meses.

De acordo com a AV-TEST, somente em 2021 foram detectados mais de 82 milhões de novos malwares ou softwares potencialmente maliciosos. Esse é um número bastante assustador se levarmos em conta que hoje passamos boa parte do dia conectados e expostos a esses perigos digitais. O momento atual em que vivemos hoje, com muitos trabalhando de casa, potencializa ainda mais esse cenário.

Além disso, o cibercrime gerou um prejuízo estimado de US$ 6 bilhões em 2021 no mercado mundial. O que torna essa situação ainda mais crítica é o fato de que 93% dos programas maliciosos são polimórficos, isso significa que eles estão mudando constantemente o seu código interno para evitar a detecção por programas antivírus e outros softwares de segurança.

Mas como se proteger diante de tantas ameaças?

Como se proteger contra os malwares?

Uma das melhores maneiras de proteger seus dispositivos contra os malwares é utilizando programas da categoria antivírus, que são projetados especificamente para proteger os usuários das ameaças digitais. Eles atuam de forma passiva, monitorando constantemente os arquivos, sites, e-mails e outros materiais (mantendo o sigilo e a privacidade das pessoas) em busca de malwares que podem ser prejudiciais ao sistema.

Os antivírus também atuam proativamente oferecendo uma série de ferramentas que estão à disposição para oferecer mais segurança aos usuários. Um bom exemplo é o Avast, que oferece uma vasta gama de produtos para garantir a proteção de quem utiliza o programa para navegar na internet, baixar arquivos e interagir nas redes sociais.

Um bom exemplo de ferramenta útil é a Sandbox, disponibilizada para computadores e que cria um espaço virtual isolado do resto do PC. Isso é útil para rodar um aplicativo do qual você esteja desconfiado, abrir um arquivo desconhecido ou usar o seu navegador para checar os sites que você acessa, mas não conhece muito bem. Também é possível testar um aplicativo antes de instalá-lo, algo muito útil para usuários leigos.

De acordo com a Avast, a Sandbox vem pré-carregado em todos os produtos pagos da empresa. Para utilizá-la e manter-se protegido ao usar o computador, basta apenas clicar em qualquer arquivo do seu PC com o botão direito e escolher a opção “Executar na Sandbox”. Se você preferir, pode fazer com que um determinado aplicativo seja executado sempre na Sandbox usando as opções dentro das configurações do antivírus.

Outro destaque desse tipo de programa é o fato de ele se manter sempre atualizado. Como os vírus e malwares estão em constante evolução, é realmente preciso manter a base atualizada para garantir a proteção do sistema diante das ameaças. A Avast mais uma vez garante que ele está sempre em dia com as últimas modificações dos programas maliciosos com microatualizações a cada 5-7 minutos.

A educação também ajuda a se proteger contra malwares

Por fim, outra forma eficiente de se manter protegido contra malwares é buscar informações e educar-se sobre como garantir a sua segurança digital. Como estamos imersos em um mundo cada vez mais conectado, não é recomendável desconhecer os diversos perigos que rondam a internet.

Em se tratando de dispositivos móveis, por exemplo, não é nada aconselhável buscar e baixar aplicativos de fontes desconhecidas. Aquele app recebido pelo WhatsApp ou que você achou em algum site desconhecido pode infectar o seu smartphone ou tablet e prejudicar o sistema, ou até roubar os seus dados. Portanto, sempre recorra às lojas oficiais de aplicativos antes de instalar algo em seu aparelho.

Outra dica útil para navegação tanto em computadores como em smartphones é o cuidado com o clique nos links. Essa é uma recomendação antiga, mas que precisa ser reforçada por conta do advento e popularidade dos aplicativos de mensagem. Como hoje é muito fácil e prático receber e enviar alguns links, muitos estão caindo em armadilhas escondidas em links maliciosos. Nem todos os antivírus para celular oferecem proteção contra links falsos, confira nas configurações do seu antivírus.

Por fim, também gostaríamos de destacar a importância de manter o aprendizado constante sobre os meios digitais. As tecnologias estão mudando em uma velocidade incrível e é muito fácil ficar desatualizado diante das inovações. Portanto, buscar conhecimento é essencial para se manter seguro contra os malwares ao navegar pela internet, seja pelo computador, seja pelos dispositivos móveis.

Fonte: Tecmundo

Seagate lança edição limitada do SSD FireCuda 520 versão Cyberpunk 2077

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A Seagate acaba de lançar uma edição limitada inspirada em Cyberpunk 2077 de um de seus principais SSDs, trata-se do modelo SSD PCIe 4.0 NVMe FireCuda 520 Cyberpunk 2077. O modelo traz um design com um dissipador de calor na cor amarela com detalhes remetendo ao título que inspira a versãolimitada e luzes RGB que podem ser totalmente personalizadas pelo usuário, a Seagate disponibilizará apenas 2077 unidades dessa edição, em alusão óbvia ao ano que o título acontece. 

O produto será disponibilizado em uma única capacidade de 1TB, essa edição especial do FireCuda 520 conta com um controlador Phison PS5016-E16 com a TLC NAND Toshiba 96L. A velocidade de leitura e gravação neste modelo é de impressionantes 5,000 MBps4,400 MBps respectivamente e possui uma durabilidade de 1.800 TBW.

Com um dissipador de calor generoso, a Seagate estima que o SSD trabalhará em uma temperatura de até 22° C, em contrapartida o usuário precisará de uma placa mãe e gabinete que comportem com facilidade o tamanho do SSD, que por possui 80,15mm de comprimento, 22,9mm de largura e 18,25mm de altura.

Cyberpunk 2077 é um jogo em primeira pessoa desenvolvido pela CD Projekt, foi lançado em dezembro de 2020 e teve muitas críticas negativas devido aos problemas técnicos que o jogo apresentou em seu lançamento, meses após seu lançamento o jogo já recebeu diversas atualizações e hoje já entrega melhor performance. Foi um dos jogos mais esperados dos últimos anos principalmente por ser da mesma produtora de The Witcher 3, o lançamento dessa versão personalizada e exclusiva demonstra que o jogo superou os problemas que teve no lançamento e tem grande apelo do público.

A edição limitada está disponível pelo mundo todo em varejistas selecionados com valores que vão de U$280,00 a U$310,00. Para efeito de comparação. a versão padrão do FireCuda 520 de 1TB é encontrado a venda por 190 doláres nos Estados Unidos.

Fonte: Adrenaline

Compilado com 8,4 bilhões de senhas vazadas é postado em fórum

Foto por Negative Space em Pexels.com

O que parece ser o maior compilado de senhas de todos os tempos foi postado em um fórum hacker e contém 8,4 bilhões de chaves de acesso a contas diversas, presentes em um arquivo TXT de impressionantes 100 GB. De acordo com o CyberNews, supõe-se que a coleção seja uma combinação de informações coletadas em invasões e vazamentos anteriores.

O responsável pelo documento é o usuário RockYou2021, que alega haver 82 bilhões de combinações de seis a 20 caracteres e cuja identificação é uma provável referência ao RockYou, evento ocorrido em 2009 em que 32 milhões de senhas de usuários do aplicativo homônimo chegaram às redes. Entretanto, após análise, verificou-se a real extensão do problema.

Aliás, em abril deste ano, descobriu-se que 3,28 bilhões de senhas vinculadas a 2 bilhões de e-mails era comercializado também em um fórum hacker – detendo, até então, o recorde de exposição. Neste novo caso, todas elas dão as caras em um trabalho que demandou anos de dedicação da pessoa por trás do compilado.

Dando uma olhadinha…

Ainda segundo o CyberNews, criminosos, munidos de um material tão completo, serão capazes de criar um dicionário de senhas e disparar ataques de espelhamento contra um alto número de contas – atingindo, potencialmente, milhões ou até bilhões delas, já que muitas pessoas reutilizam seus códigos de acesso em diversos serviços.

Por fim, verificar a integridade de informações pessoais por meio de serviços dedicados à tarefa e alterar as senhas comprometidas são algumas das medidas de proteção que podem ser aplicadas, assim como habilitar autenticação de dois fatores sempre que possível e suspeitar de qualquer e-mail e mensagem de texto não solicitada, ignorando eventuais links que contenham.

Vale notar que não há confirmação da existência de senhas novas neste compilado. O uploader montou um conjunto de senhas vazadas anteriormente no arquivo. Isso significa que você não precisa se preocupar, a princípio. De todo modo, na dúvida, por que não se precaver e alterar suas senhas?

Fontes

CyberNews e Tecmundo

Fujifilm é atacada por ransomware e paralisa operações

Na noite da última terça-feira (1°), a Fujifilm se tornou a nova vítima de um ataque de ransomware, que paralisou suas operações. Em comunicado publicado na sexta-feira (04), a empresa explicou que está investigando a ocorrência de um “possível acesso não autorizado de terceiros a seus servidores”.

De acordo com a empresa, uma força-tarefa especial, que incluía especialistas externos, entrou em ação imediatamente, assim como todas as redes e equipamentos foram desligados para a determinação da extensão e da escala do problema.

A princípio, apenas uma rede específica do Japão teria sido afetada – o que possibilitou o retorno das atividades dos demais setores, cujas avaliações atestaram estarem devidamente protegidos.

“Informamos o incidente às autoridades governamentais competentes e à polícia. Continuaremos tomando todas as medidas necessárias para atender a nossos clientes e parceiros de negócios de forma segura. Pedimos sinceras desculpas pelo inconveniente que isso causou”, explicou a empresa.

Desdobramentos

Suspeita-se que a invasão tenha sido empreendida pelo grupo REvil, o mesmo responsável pelo ataque à JBS. Ao BleepingComputer, Vitali Kremez, da Advanced Intel, disse que o trojan da vez era o Qbot, capaz de fornecer acesso remoto de equipamentos a criminosos.

Por fim, não se sabe se a Fujifilm pagou algum resgate e é provável que, caso tenha negado pedidos, dados sejam liberados em sites de vazamentos, método comum de ameaça para a efetivação de extorsões.

Fontes:

BleepingComputer, Fujifilm, Tecmundo

Microsoft anuncia evento que pode revelar Windows 11; veja rumores

A Microsoft deve revelar uma nova edição do Windows no dia 24 de junho. Rumores indicam que o anúncio iria além de uma simples atualização do Windows 10 e apresentaria um Windows 11, uma versão completa com novas funcionalidades, Windows Store remodelada, além do rejuvenescimento de interface gráfica e iconografia, reaproveitando o trabalho iniciado no ciclo de desenvolvimento do Windows 10X.

Não há confirmação de que a Microsoft irá mesmo apresentar o novo Windows 11 na data, mas rumores e indícios dos últimos meses indicam que a nova geração é real e chega seis anos depois do lançamento do Windows 10.

Muito do que se antecipa para essa potencial nova versão do Windows tem relação com mudanças profundas no visual do sistema, cheio de elementos com origem ainda no Windows 95. As alterações do novo projeto gráfico, que são designadas pelo nome de “Sun Valley” internamente, representariam uma profunda remodelagem da interface do Windows com vistas a torná-lo mais moderno, funcional e competitivo diante de sistemas com interfaces mais flexíveis.

Esse redesign teria origem no projeto do Windows 10X, uma edição do Windows que seria mais leve para rodar em dispositivos mais simples, mas também mais adequada às realidades de novos formatos de aparelhos, como notebooks com duas telas e dispositivos com displays dobráveis. No fim das contas, a Microsoft interrompeu o desenvolvimento do 10X.

Além da mudança de interface, o sistema ganharia uma Windows Store mais eficiente e remodelada para atrair um maior número de desenvolvedores e finalmente cumprir o papel de se tornar a principal fonte de aplicações para o sistema. A loja se tornaria franca, permitindo que qualquer desenvolvedor distribua software por meio dela e derrubando antigas restrições, como as barreiras existentes hoje para navegadores.

O novo Windows 11 também viria com um sistema de áudio por Bluetooth de maior qualidade, omissão que poderia acabar com o problema crônico de delay no uso de fones sem fio com o sistema da Microsoft, além de entregar suporte ao codec AAC para som de maior qualidade na conexão sem fio.

O sistema também teria melhorias no modo de trabalho com múltiplos monitores, suporte ao recurso Auto HDR, que tem feito sucesso nos Xbox Series S/X ao aplicar HDR em games sem esse tipo de recurso.

Até o momento, nada confirma que o anúncio seja realmente de um Windows 11, e não de uma nova atualização para a edição 10. Entretanto, há uma série de indícios para a grande novidade: declarações de executivos da Microsoft há meses, o fato de a apresentação do dia 24 ser às 11h da manhã e até uma imagem com um novo logo do Windows projetando uma sombra que lembra duas barras verticais, indicando o número 11. Há ainda rumores que circulam na Internet de fontes críveis, como Evan Blass, famoso por acertar lançamentos no mercado de smartphones, sugerindo que o Windows 11 vem aí.

Lançado em 2015, o Windows 10 representou uma ruptura no modelo de distribuição de software da Microsoft com período de gratuidade de 12 meses, e até de mais tempo em alguns casos. A desenvolvedora de Redmond chegou a categorizar o Windows 10 como “a última versão do Windows”, prometendo atualizações frequentes que expandiriam o escopo e capacidade da plataforma com o tempo.

As atualizações vieram, mas os tempos são outros e algumas novas realidades têm exposto limitações para o Windows 10: mais pesado, ele carece de um apetite mais espartano em termos de hardware encontrado em plataformas mais leves como o Chrome OS. Outra questão é a necessidade de fazer com que o Windows 10 encaixe melhor na arquitetura ARM, usada em processadores de smartphones e, mais recentemente, com enorme sucesso nos Macs da Apple rodando macOS.

Com informações de The Verge (1 e 2), XDA-Developers, Engadget e Twitter e Techtudo

Quais são os smartphones com maior bateria no Brasil?

Se vários anos atrás um aparelho podia ficar tranquilamente mais de dois dias fora da tomada, boa parte dos modelos modernos mal aguentam um dia inteiro. Assim, bateria é um dos fatores mais importantes na hora de comprar um celular. No entanto, nos últimos anos começaram a aparecer alguns smartphones com bateria bem grande, que não deve te deixar na mão quando estiver fora de casa.

A medida de tamanho da bateria é em miliamperes/hora (mAh) – basicamente o quanto de eletricidade cabe num celular. O padrão até pouco tempo atrás era na volta de 4.000 mAh (como o Galaxy A10s, de 2019), que é o que causa a impressão de, dependendo do uso, durar menos de um dia. Confira alguns modelos mais potentes disponíveis no Brasil.

Samsung Galaxy M51 – 7.000 mAh
M51
M51

Imagem: Divulgação Samsung

O campeão de carga disponível no Brasil é da Samsung. Trata-se do Galaxy M51, com imensos 7.000 mAh e que promete aguentar tranquilamente mais de dois dias de uso intenso sem precisar recarregar. Não atoa, esse quesito acaba sendo o destaque da linha M. O carregamento rápido é de 25W, o que não é nenhum pouco baixo, mas considerando a carga do aparelho pode ser demorado para atingir 100%. O Galaxy M51 foi lançado em novembro de 2020 e hoje pode ser encontrado custando R$ 1.799.

Samsung Galaxy M31 – 6.000 mAh
Samsung Galaxy M31
Samsung Galaxy M31

Imagem: Divulgação Samsung

Lembra que eu disse que a linha M gostava de bateria? Então, o segundo lugar também fica com ela, dessa vez com o irmão mais novo do M51, o Galaxy M31. Esse modelo saiu um pouco antes, em julho de 2020, e chega com 6.000 mAh, aguentando mais de dois dias fora da tomada tranquilamente. O carregamento também é mais fraco do que do smartphone seguinte, com 15W. O Galaxy M31 pode ser comprado por cerca de R$ 1.529.

Motorola Moto G60 – 6.000 mAh
Motorola Moto G60
Motorola Moto G60

Imagem: Motorola

A Motorola é outra que lança uma cacetada de modelos aqui no Brasil e um deles é o Moto G60, smartphone que chega também com 6.000 mAh de bateria e podendo aguentar até 54 horas longe da tomada segundo a empresa. O carregamento é de 20W e esse é o modelo mais recente da lista, lançado agora a pouco, em abril, e pode ser comprado por cerca de R$ 2 mil.

Moto G9 Power – 6.000 mAh
Moto G9 Power
Moto G9 Power

Imagem: Motorola

Outro da Motorola é o Moto G9 Power e o “poder” dele é justamente a bateria. Assim como o Galaxy M31, esse pequeno monstro chega com 6.000 mAh e, segundo a fabricante, aguenta até 60 horas sem carregar. O modelo foi lançado em dezembro de 2020 e pode ser encontrado hoje por volta de R$ 1.394,07 e chega com um carregamento rápido de 20W.

ROG Phone 3 – 6.000 mAh
ROG Phone 3
ROG Phone 3

Imagem: divulgação asus

Games demandam bateria e pensando nisso o smartphone gamer ROG Phone 3, da Asus, chega com 6.000 mAh. Lembrando que, como esse modelo é voltado para jogos, possui configurações bem extremas que também exigem mais bateria, então apesar da capacidade, o tempo longe da tomada do ROG Phone 3 pode variar bastante. No geral, o celular que foi lançado por aqui em outubro de 2020 deve aguentar dois dias sem muitos problemas. O destaque também fica para o carregamento rápido de 30W. Lembra que eu falei das configurações extremas? Então, por conta disso, o preço do aparelho também é bem extremo, na faixa dos R$ 5.300.

Redmi Note 9S – 5.020 mAh
Redmi Note 9S
Redmi Note 9S

Imagem: Xiaomi

Abrindo para outras empresas, a Xiaomi também tem o representante dela nessa lista, trata-se do intermediário Redmi Note 9S (e sua versão Pro). O smartphone da chinesa chega com 5.020 mAh de bateria e foi lançado em junho de 2020. A fabricante promete mais de 24 horas de autonomia. O modelo possui suporte para carregamento rápido de 18W. O Redmi Note 9S pode ser comprado no Brasil por R$ 1.469.

Esses são os smartphones com as maiores baterias disponíveis no Brasil. Na faixa dos 5.000 mAh existem vários, como o Samsung Galaxy S20 Ultra e o Motorola Edge, que também aguentam um bom tempo longe da tomada.

Fonte: Yahoo!

Xiaomi HyperCharge: nova tecnologia carrega celular em 8 minutos

A fabricante chinesa Xiaomi apresentou neste domingo (30) duas novas tecnologias de recarga de smartphones sob a marca HyperCharge.

O equipamento mais impressionante é o novo modo de recarga com fio. Ele tem 200W e, segundo a demonstração da marca, é capaz de levar um aparelho de zero a 100% em apenas oito minutos — sendo que são necessários apenas três minutos para que o dispositivo esteja utilizável com metade da bateria.

Confira abaixo a demonstração:

Neste caso, uma versão modificada do Xiaomi Mi 11 Pro com bateria de 4.000 mAh foi utilizada no teste. De acordo com a Xiaomi, esse é um novo recorde mundial na categoria.

Sem fio, mas também rápido

A segunda tecnologia demonstrada é uma recarga sem fio de 120W, que também teria estabelecido um recorde. Ela consegue a recarga completa em 15 minutos. O procedimento é diferente do Mi Air Charge, que foi apresentado em janeiro de 2021 e faz transferência de energia à distância.

Por enquanto, não há previsão para que ambas as tecnologias sejam empregadas em produtos comerciais da Xiaomi. A marca ainda precisa trabalhar com os efeitos negativos desse tipo de tecnologia: estudos recentes mostram que a bateria pode degradar mais rapidamente sob altas velocidades de carregamento e ter a vida útil prejudicada.

Fonte: Tecmundo

Stalking: crime de perseguição reacende alerta ao uso da tecnologia

Há pouco menos de 2 meses, a Lei nº 14.132/2021 incluiu no texto do Código Penal o crime de perseguição, tipificando a conduta comumente referida pelo termo, em inglês, stalking. O novo tipo penal consiste em “perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade”.

Mediante denúncia pela vítima, o autor do crime poderá ser condenado à pena de reclusão, de 6 meses a 2 anos, e multa. A pena pode vir a ser aumentada pela metade se: o ato for cometido contra criança, adolescente ou idoso; contra mulher por razões da condição de gênero; se praticado por duas ou mais pessoas; se cometido com emprego de arma.

Com essa inovação legislativa, o Brasil se iguala a países como França, Itália, Alemanha, Índia, Holanda, Canadá, Portugal e Reino Unido, cujas leis penais também reputam criminosa a prática de “stalking”.

Destaca-se que o crime muitas vezes se concretiza por meio virtual (cyberstalking), em que o perseguidor se vale da tecnologia para amplificar atos de perseguição, como o envio de mensagens via ferramentas de mídias sociais. Há casos, inclusive, de aplicações que são desenvolvidas com o intuito de apoiar práticas do gênero permitindo, por exemplo, que o usuário monitore os horários em que a pessoa que está no alvo de perseguição permanece on-line ou vigie as atividades dela.

Há, ainda, aplicações que originalmente teriam sido pensadas para propósitos legítimos como é o caso do monitoramento da atividade on-line do menor pelo pai ou responsável, mas que acabam tendo seu uso desvirtuado por stalkers.

Essa desvirtuação do propósito de uma ferramenta tecnológica, fenômeno conhecido como “function creep”, paralelamente à possibilidade de repreensão criminal da conduta de usuários, pode acarretar consequências de ordem reputacional para as organizações responsáveis pela tecnologia explorada indevidamente.

Black Mirror da vida real

Para exemplificar, em 2012, duas grandes empresas de tecnologia tiveram de responder publicamente em razão do surgimento de um aplicativo, desenvolvido por uma empresa terceira, chamado Girls Around Me (em tradução livre: “garotas ao meu redor”).

Em síntese, o aplicativo extraía e combinava dados de plataformas de mídias sociais e, então, exibia perfis e localização de pessoas do sexo feminino que teriam registrado on-line a presença em estabelecimentos próximo ao usuário (ato conhecido como “fazer check-in”).

Na página de download do app, anunciava-se: “Girls Around Me é um ‘scanner’ revolucionário que transforma sua cidade em um paraíso do namoro”. Contudo, ao contrário do que ocorre em plataformas normais de namoro, as garotas exibidas no aplicativo não tinham a menor ideia da existência da ferramenta, sendo que a criação de seus perfis era totalmente involuntária e não comunicada.

Nesse contexto, na época muito se discutiu em que medida a existência do aplicativo representaria violação legal. Surgiram argumentos de que, uma vez que as mulheres tornaram públicos os dados em seus perfis nas mídias sociais consumidas pelo aplicativo, a mera organização e disponibilização de tais informações não configura qualquer irregularidade.

Essa desculpa é uma versão adaptada dos dizeres “ela estava pedindo”, tentativa absurda e descabida de justificar abusos ao imputar à vítima culpa que jamais lhe deveria ser atribuída. Ainda que os dados que alimentavam a plataforma tenham sido, de fato, originariamente disponibilizados pelas mulheres em perfis de mídias sociais, isso não significa que o aplicativo poderia livremente explorar tais informações, ainda mais da forma pretendida, empacotando-as e fornecendo-as de maneira a quase que incentivar o cometimento de prática criminosa. Não à toa, o episódio rendeu a necessidade de explicações e culminou na retirada do aplicativo das lojas virtuais.

Seja como for, independentemente da discussão quanto à licitude do Girls Around Me, o evento serve de alerta para empresas de tecnologia no geral, cujas soluções podem amanhã serem utilizadas para apoiar projetos de desenvolvedores pouco ortodoxos, por assim dizer, e gerar a necessidade de explicação quanto à ausência de providências para evitar esse desvio de propósito.

Logo, vale a lembrança de que, ao desenvolver tecnologia, as organizações devem medir os possíveis impactos à privacidade desde a concepção (abordagem conhecida como “Privacy by Design”), indagando “e se?” para eventuais abusos que possam vir a ser praticados pelos diversos potenciais usuários, evitando assim a ocorrência de “function creep”, que pode implicar graves consequências reputacionais. Cada vez mais, as organizações devem estar aptas a demonstrar que promovem e zelam pelo uso lícito, mas também justo e ético, dos dados pessoais que lhes são confiados.

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Paulo Vidigal, colunista do TecMundo, é sócio do escritório Prado Vidigal, especializado em Direito Digital, Privacidade e Proteção de Dados, certificado pela International Association of Privacy Professionals (CIPP/E). Ele é pós-graduado em MBA em Direito Eletrônico pela Escola Paulista de Direito, com extensão em Privacidade e Proteção de Dados pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Privacy by Design pela Ryerson University.

Quase 1 milhão de PCs são vendidos por dia ao redor do mundo, revela pesquisa

A falta de componentes que afeta desde o segmento de games até montadoras de automóveis ainda não parece ter data para acabar, mas isso não tem desestimulado o mercado de computadores. Segundo uma pesquisa realizada pela International Data Corporation (IDC), um total de 357 milhões de dispositivos da categoria devem ser vendidos em 2021 — quase 1 milhão por dia.

Segundo o levantamento Worldwide Quaterly Computing Device Tracker, este ano as vendas de PCs devem aumentar em 18,1%, mesmo em um momento no qual componentes como sensores e codecs de áudio estão em falta. Conforme explica Ryan Reith, vice-presidente de programas da IDC, atualmente o mercado em geral passa pela falta de componentes de menor custo, mas todos os segmentos passam por falta de inventários.

Imagem: Divulgação/IDC

A previsão é a de que o setor voltado a consumidores comuns seja o que mais tenha crescimento, seguido pelo educativo e comercial. O principal motivador do crescimento continua sendo a pandemia: trabalhando em casa, muitas pessoas são obrigadas a fazer upgrades ou adquirir novas máquinas para conseguir cumprir tarefas cotidianas.

O setor educativo está investindo mais em dispositivos de baixo custo, como Chromebooks, de forma a responder as novas necessidades do ensino à distância. Embora apresente um crescimento mais lento, o segmento comercial também investe em mais equipamentos conforme modelos de trabalho híbrido se tornam mais comuns.

Falta de componentes só deve acabar em 2022

A pesquisa espera que a falta de componentes comece a diminuir no terceiro trimestre de 2021, mas que um equilíbrio entre oferta e demanda só deve acontecer na primeira metade do próximo ano. Parte do problema pode ser explicado pelo fato de que a maioria dos componentes em falta usam tecnologias de 40 nanômetros (ou mais velhas), enquanto fabricantes preferem investir em soluções mais modernas e que fazem mais sentido para seus negócios.

Embora a IDC preveja que em 2022 o mercado de PCs vai sofrer uma retração de -2,9% em relação aos resultados deste ano, ela antecipa um crescimento total de 3% levando em consideração os 5 últimos anos. Para o longo prazo, a expectativa é que o segmento de computadores e peças voltados para games deve continuar impulsionando o crescimento do setor.

Fontes: IDC e Canaltech

Netflix tem planos de entrar na indústria de games, diz site

Após levar seu sucesso Stranger Things para o mundo dos jogos, e trazer o popular The Witcher para o universo das séries, a Netflix que entrar de vez nos videogames. Segundo o site The Information, o streaming está se aproximando de veteranos da indústria dos jogos para investir no setor.

As informações publicadas pelo site são de pessoas próximas da empresa. As fontes disseram também que o objetivo é criar um serviço por assinatura de jogos semelhante ao Apple Arcade e o Google Stadia. O modelo funciona através de uma afiliação mensal em que o usuário pode acessar um game via streaming.

Não foi especificado se os planos da Netflix envolvem desenvolver jogos próprios, agregar títulos de terceiros ou até mesmo unir os dois, assim como acontece com seus filmes e séries do catálogo.

Tudum nos games

Em 2017 foi lançado o primeiro jogo de Stranger Things, para Android e iOS. Já na E3 de 2019, a produtora teve um painel para apresentar algumas novidades suas nos videogames. Na época, anunciaram Stranger Things 3 e The Dark Crystal: Age of Resistance Tactics, ambos também para PC, PS4 e Xbox.

Durante uma chamada de resultados em 2020, o CEO da Netflix, Reed Hastings, falou sobre seu interesse nos videogames, afirmando que a área “tem uma série de aspectos em termos de multiplayer que estão mudando, e-sports que estão mudando, jogos para PC”.

Até o momento, o mais próximo de um videogame na plataforma são as experiências interativas Black Mirror: Bandersnatch e Você Radical, com Bear Grylls.

A empresa também está com licenças para produzir séries e filmes de grandes jogos, como o sucesso de The Witcher, com Henry Cavill, Resident Evil: Infinite DarknessAssassin’s CreedSonic Prime e Dota 2.

Fontes: The InformationIGN, e Canaltech