Cartões microSD chegam em 1 TB

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Em todo lançamento de smartphones escutamos “o aparelho suporta até 2 TB de micro SD”, com uma empresa concorrente dizendo “nem tem isso uai”. Hoje (25), na MWC 2019, que acontece em Barcelona durante esta semana, chegamos na metade deste caminho do “não existente 2 TB”: a SanDisk apresentou seu cartão de 1 TB e que é menor do que uma unha.

Sim, se você pensou que tanto espaço tem seu preço, acertou mizerávi. Começando por ele, a SanDisk cobra US$ 450 pra tanta memória – dá mais ou menos R$ 1,7 mil taokeys, sem levar em conta impostos ou taxas de importação. Agora vamos pra parte legal: números que não são de dinheiros.

Ao máximo, o micro SD da SanDisk pode alcançar velocidades de 160 MB/s em leitura e 90 MB/s de escrita. É rápido? É, mas em velocidade que é inferior ao novo padrão SD e micro SD Express, que também foram apresentados durante a feira de Barcelona e conseguem marcar até 985 MB/s – quase mil Meio Bits (piada infame Fogaça!).

Bônus, tem mais um fabricante com 1 TB

Outra empresa que mostrou ao mundo sua visão de muito espaço em um produto tão pequeno é a Micron com o c200. Ela exibiu exatamente a mesma coisa que a SanDisk, com menor velocidade de leitura, em 100 MB/s – só que escrevendo mais rápido, em 95 MB/s.

Tudo isso funciona com uma tecnologia de memória QLC NAND 3D, que armazena mais bits nas células – ao todo são quatro bits por célula e quanto mais bits entram no mesmo espaço, mais denso é o cartão SD. Quanto mais denso, mais memória pode ocupar e isso deixa o caminho pro “micro SD de 2 TB que não existe” mais plano e com a certeza que ele vai existir em pouco tempo.

Com tecnologia mais chamativa, o Micron ainda não tem preço e nem data de lançamento. O micro SD da SanDisk, chamado de Extreme UHS-I, chega ao mercado em abril deste ano e o preço você já leu lá no segundo parágrafo. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil, mas certamente ele virá pra cá.

É, esses dois micro SDs utilizam tanto espaço quanto meu notebook. Jesus.

Com informações: Micron, Meiobit

Após 19 anos, WinRAR corrige falha de segurança

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O WinRAR, aquele programa que se usa nos computadores para compactar arquivos, disponibilizou nesta quinta-feira, 21, uma atualização que corrige uma falha de segurança que existiu durante 19 anos no programa. O problema foi descoberto por pesquisadores da empresa de segurança Check Point, que afirmaram que cerca de meio bilhão de usuários foram colocados em risco por causa da vulnerabilidade.

A falha de segurança do WinRAR estava associada ao suporte dos arquivos chamados ACE. A Check Point percebeu que para o WinRAR suportar esse tipo de formato seria necessário um sistema considerado inseguro.

Durante 19 anos, a partir de arquivos ACE era possível inserir vírus em computadores. O ataque funcionava da seguinte maneira: o usuário que baixasse um arquivo em formato ACE e depois extraísse o documento permitia que um programa malicioso fosse instalado automaticamente no computador. Depois do ataque, quando a vítima ligasse o computador novamente, a máquina estaria infestada por vírus.

Após a notificação, o WinRAR abandonou totalmente o suporte a arquivos do formato ACE.

Fonte: Terra

Samsung anuncia fim de produção de players de Blu-Ray nos EUA

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Primeiro foi o VHS; depois, o DVD; agora, a próxima mídia para reprodução de vídeo a entrar em extinção deve ser o Blu-Ray, pelo que indica uma decisão da Samsung. A empresa optou por não produzir mais reprodutores de Blu-Ray 4K Ultra HD, o que pode ser um indício de que este mercado está deixando de ser interessante.

A informação obtida pela CNET é de que a Samsung também deve interromper a produção de alguns modelos de reprodutores de Blu-Ray de resolução 1080p convencional. A mudança também é interessante porque a coreana foi uma das primeiras empresas a abraçar os Blu-Rays 4K.

A mudança é válida para os Estados Unidos, o que significa que a empresa ainda pode continuar produzindo e distribuindo modelos de reprodutores Blu-Ray 4K e 1080p em outras regiões. No entanto, o significado da ação é global e os reflexos devem ser sentidos pela indústria no mundo inteiro.

Isso porque é um caminho inevitável: mídia física está em declínio, e não é apenas no vídeo. O streaming se consolidou como uma opção preferencial do público para assistir filmes e séries, o que pode ser facilmente observado quando notamos a ascensão da Netflix como um império midiático nos últimos anos, mas isso também pode ser observado na música, com o Spotify e outros concorrentes, e até nos videogames, onde as mídias digitais já são bastante comuns, e o modelo de assinatura como o GamePass do Xbox começa a ganhar fôlego.

Isso significa que o Blu-Ray vai morrer completamente? Certamente não, mas ele terá cada vez menos relevância. A mídia física sempre terá um espaço entre colecionadores e aos puristas, já que o Blu-Ray 4K realmente é a melhor opção para quem quer assistir a um filme ou seriado em altíssima resolução, já que independe da qualidade de internet e garante a melhor imagem em qualquer situação.

Como produto de massa, no entanto, o Blu-Ray tende a deixar de ser o foco tanto das fabricantes de reprodutores quanto para as produtoras de cinema e seriados, que devem voltar suas atenções cada vez mais para o streaming. É apenas questão de tempo.

Fonte: Olhar digital

Fraudes no ecommerce caíram 27,3% em 2018

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Uma pesquisa da Konduto mostrou que a taxa de fraudes contra ecommerces brasileiros caiu 27,3% em 2018, quando comparado com o índice de 2017. A Konduto analisou 120 milhões de transações que aconteceram entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2018.

Sobre todas as transações realizadas, o índice de fraude ficou em 2,20% — 3,03% em 2017. No geral, as fraudes envolvem cartões de crédito clonados. A Konduto explica que este percentual, composto basicamente por pagamentos com cartões de crédito clonados, representa apenas a “tentativa”, e não o índice de fraude efetivo: a maioria destas investidas é bloqueada por sistemas de análise de risco ou pela própria loja virtual, antes mesmo da autorização do pagamento no site ou aplicativo.

O ecommerce brasileiro recebeu 220 milhões de pedidos em 2018, ou seja, 4,8 milhões de investidas criminosas.

“Ver uma diminuição neste índice é inicialmente animador, mas é preciso analisar o cenário do e-commerce brasileiro mais friamente. Dizer que o índice de tentativas caiu não significa a fraude tenha diminuído – muito pelo contrário. O comércio eletrônico e o mercado de pagamentos digitais estão crescendo muito no Brasil ano após anos, então acreditamos que a diminuição desta taxa representa uma ‘diluição’ da atividade criminosa em meio a tantas transações legítimas”, explica Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o ecommerce brasileiro recebeu 220 milhões de pedidos em 2018, ou seja, 4,8 milhões de investidas criminosas — 1 a cada 45.

Fonte: Tecmundo

 

Celulares Android podem ser hackeados apenas por visualizar imagens maliciosas

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O seu Android pode ser controlado simplesmente visualizando uma imagem de aparência inocente – seja no navegador da internet ou recebida por texto – de acordo com o Boletim de Segurança do Android publicado neste mês. Embora isso certamente não se aplique a todas as imagens, o Google descobriu que uma imagem PNG criada com códigos maliciosos poderia ser usada para sequestrar uma ampla variedade de Androids – aqueles que executam o Android Nougat (7.0), Oreo (8.0) e até mesmo o mais recente Android OS Pie (9.0).

O boletim mais recente lista 42 vulnerabilidades no total – 11 das quais são classificadas como críticas. A falha crítica mais grave está no Framework; “poderia permitir que um invasor remoto usando um arquivo PNG especialmente criado executasse o código arbitrário dentro do contexto de um processo privilegiado”.

Embora o Google não tenha informado que as falhas de segurança estão sendo ativamente exploradas, ainda não se sabe se e quanto tempo levará até que os invasores usem a falha para ataques do mundo real. Os proprietários de Android foram solicitados a corrigir o problema assim que as atualizações de segurança forem disponibilizadas. Mas vamos à realidade: mesmo que o seu Android ainda receba atualizações de segurança, não há como dizer quanto tempo levará (semanas ou meses) até que os fabricantes e as operadoras se juntem para enviar os patches.

Fonte: IT Midia

Raspberry Pi agora roda versão completa do Windows 10

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O microcomputador Raspberry Pi agora pode rodar a versão completa de uma das plataformas móveis mais populares do mundo: o Windows 10. Isso graças a um desenvolvedor chamado Jose Manual Nieto que utilizou o WoA Installer, uma ferramenta específica para Rasperry Pi 3 que instala a versão completa do software da Microsoft, sem precisar de muitos ajustes.

Até então, a única maneira de rodar o Windows em um Raspberry Pi era por meio do Windows 10 IoT Core, que agora foi atualizado para o Windows 10 para ARM. Apesar de ainda ter algumas limitações – por exemplo, a plataforma ainda trava bastante -, o novo modelo permite uma experiência de uso menos exigente do que a versão anterior.

Para realizar o procedimento, Jose afirma que são necessários um Raspberry 3 Modelo B ou B+, um cartão microSD de recomendação A1 com pelo menos 16 GB de espaço interno livre e a imagem oficial do Windows 10 ARM64. Este último requisito pode ser encontrado na página do desenvolvedor no Github, que inclui ainda outras instruções de como prosseguir com a instalação.

Fontes: Extreme Tech, PC World

Servidores alugados são a nova “arma” dos ataques a sites

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Ataques do tipo DDoS (denial-of-service attack: quando o criminosos sobrecarrega o servidor da vítima para tirá-lo do ar) diminuíram em 2018 em relação ao ano anterior, porém, estão mais fatais e trazem um componente extra: o aluguel de máquinas para o ataque. É o que aponta o Relatório de DDoS do quarto trimestre de 2018 da Kaspersky Lab.

O estudo, que inclui as estatísticas do último trimestre e de todo o ano de 2018, destaca uma queda de 13% no número total de ataques DDoS em relação ao ano anterior. Porém, a duração dos ataques mistos e de inundação HTTP está aumentando, o que sugere que os cibercriminosos estão recorrendo a técnicas mais sofisticadas de ataque DDoS. O baixo custo do DDoS de aluguel torna esses ataques uma das ciberarmas mais viáveis financeiramente para concorrentes perversos ou trolls da internet. Independentemente de seu tamanho ou setor de atividade, as empresas podem ser vítimas dessa ameaça e sofrer prejuízos financeiros e de reputação, caso usuários legítimos e clientes não consigam acessar os recursos web da companhia.

Apesar do número de ataques DDoS ter diminuído em 2018, é cedo demais para comemorar, pois essa redução não reflete uma diminuição de sua gravidade. Segundo os pesquisadores da Kaspersky Lab, conforme mais e mais organizações adotam soluções para se proteger dos tipos mais simples de ataques, provavelmente os invasores vão aprimorar suas habilidades neste ano para superar as medidas de proteção contra DDoS padrão e levar a complexidade geral desse tipo de ameaça a um novo patamar.

A análise dos especialistas da Kaspersky Lab mostrou ainda que a duração média dos ataques está aumentando e ela mais que dobrou durante o ano passado, passando de 95 minutos no primeiro trimestre para 218 minutos no último. Outro destaque é que os ataques de inundação UDP (quando o atacante envia um grande número de pacotes UDP para as portas do servidor da vítima a fim de sobrecarregá-las e impedi-las de responder aos clientes) foram responsáveis por quase metade (49%) dos ataques DDoS em 2018 e estes eram muito curtos, raramente duravam mais do que 5 minutos.

Ao mesmo tempo, ataques mais complexos – como o uso incorreto do HTTP –, que exigem tempo e dinheiro, continuarão sendo demorados. Conforme mostrado pelo relatório, o método de inundação HTTP e os ataques mistos com esses componentes, cujas participações foram relativamente pequenas (17% e 14%), correspondem a cerca de 80% do tempo de ataques DDoS em 2018.

Quando os ataques DDoS mais simples não atingem seu objetivo, as pessoas que ganham dinheiro lançando esses ataques têm duas opções. Elas podem redirecionar as capacidades necessárias para os ataques DDoS para outras fontes de receita, como a mineração de criptomoeda”, comentou Alexey Kiselev, gerente de desenvolvimento de negócios da equipe do Kaspersky DDoS Protection. “Por outro lado, os cibercriminosos que coordenam ataques DDoS precisam aprimorar suas técnicas, pois os clientes vão buscar soluções de segurança mais experientes. Considerando isso, podemos prever que os ataques DDoS vão evoluir em 2019 e que se tornará mais difícil para as empresas detectarem e se protegerem deles.

A Kaspersky Lab recomenda as seguintes medidas para proteger as organizações de ataques DDoS: Treinar as equipes para reagir corretamente a esse tipo de incidentes; Garantir que os sites e aplicativos web da empresa possam lidar com um grande volume de tráfego; Usar soluções de segurança robustas para proteger-se de ataques.

Fonte: Terra tecnologia

 

Microsoft anuncia atualização do “Paciência” para o Windows 10

 

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Quem nunca jogou uma partida de Paciência, o viciante jogo de baralho do Windows? Em breve, o aplicativo vai receber uma aguardada atualização, ganhando uma versão mais moderna para o Windows 10. Com o update, anunciado no canal da Microsoft Casual Studio, no YouTube, será adicionado ao game um sistema de níveis e de pontos de experiência (EXP).

A novidade para o Microsoft Solitaire Collection, coleção que abriga todas as variedades do Paciência (Pirâmide, Spider, Free-Cell, TriPeak e a popular Klondike), é proporcionar aos jogadores o acompanhamento não só do seu progresso, como também dos seus amigos. O jogo também vai acrescentar premiações por diferentes conquistas alcançadas.

De acordo com o divertido vídeo de anúncio (veja abaixo), os níveis serão diferentes para cada modalidade e devem ir até o 100, mas não se sabe ao certo como vão afetar a experiência de jogo. As informações pessoais de classificação serão apresentadas ao jogador na tela de início.

A Microsoft ainda não divulgou uma data exata para o lançamento. No entanto, não deve demorar para que você possa instalar a nova versão no seu Windows e se amarrar de um jeito inédito nesse tradicional passatempo!

Fonte: Olhar digital

Brasil é um dos países mais caros do mundo para comprar aparelhos eletrônicos

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Não é surpresa que os preços dos produtos da Apple chegam muito mais altos no Brasil do que custam originalmente em dólares. Um relatório do banco BTG Pactual, publicado no mês passado, analisa 20 países do mundo e confirma os valores excessivos dos produtos importados para o país.

Segundo a análise, o Brasil está entre os países mais caros do mundo para comprar produtos da Apple. Um iPhone XS de 64GB, por exemplo, custa 74% a mais no Brasil do que nos EUA. Já para comprar um iPad de 32GB, o consumidor brasileiro desembolsa 140% a mais do que o valor do produto em dólares.

Outro exemplo que mostra essa discrepância é a quarta edição do Índice Zara. O estudo compara preços de uma cesta de 12 itens vendidos pela rede varejista espanhola nos EUA com outras 44 nações onde a marca atua. De acordo com o relatório, o Brasil é o país mais caro do mundo para comprar os produtos da empresa: brasileiros chegam a pagar 18% a mais do que nos EUA pela cesta com 12 peças.

Os desafios para os mercados estrangeiros no Brasil incluem altas taxas de importação, complexidades e burocracia, bem como processos logísticos complicados. De acordo com a pesquisa da Zara, isso significa que empreendedores com fabricação local terão vantagem nos próximos anos.

Fonte: Olhar digital

Gmail captura mais de 100 milhões de spams a mais por dia com uso de IA

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Em pouco mais de um mês de uso, o framework de machine learning aplicado pela Google no Gmail já ajudou a detectar 100 milhões de mensagens de spam adicionais por dia. O sistema, desenvolvido na plataforma TensorFlow, trabalha no treinamento dos filtros de spam, e ajudou o serviço de e-mail da empresa a impedir que mais de 99,9% de mensagens contendo spam, phishing e malwares chegassem às caixas de entrada dos usuários.

A inteligência artificial ajudou a Google a identificar como spam mensagens com base em imagens, e-mails com conteúdo incorporado oculto e mensagens de domínios recém-criados, que tentam ocultar um volume baixo de mensagens mesclando-se ao tráfego legítimo.

“O TensorFlow nos ajuda a capturar spammers que passam por menos de 0,1% dos filtros, sem bloquear acidentalmente as mensagens importantes para os usuários”, explica o gerente de produtos de tecnologia contra-abuso da Google, Neil Kumaran, num comunicado oficial. A tecnologia de machine learning do TensorFlow permite identificar padrões em grandes conjuntos de dados que mesmo os humanos que os criam conseguem perceber. Isso permite ao sistema se adaptar às rápidas tentativas de mudança nos spams.

Lançado pela Google em 2015, o TensorFlow é uma plataforma de código aberto de machine learning, que permite aos desenvolvedores a criação de ferramentas de inteligência artificial para uma variedade de tarefas. No caso do Gmail, a solução tem ajudado a personalizar as proteções contra spam para cada usuário. “O que uma pessoa considera como spam, outra pode considerar uma mensagem importante, como assinaturas de newsletters ou notificações de e-mail regulares de um aplicativo”, afirma Kumaran.

Mais de 1,5 bilhão de pessoas usam o Gmail todos os meses e 5 milhões de empresas pagantes usam o Gmail no local de trabalho como parte do G-Suite.

Fonte: Google Cloud Blog