Empresa de Alphabet lança versão de antivírus voltado para o mercado corporativo

virustotal-logo

A Chronicle anunciou uma versão enterprise do seu antivírus, o VirusTotal. A companhia faz parte do grupo Alphabet, mesma detentora da Google. A proposta, como o nome sugere, é fornecer uma opção mais eficiente, customizável e segura para detecção de malwares e rastreamentos de servidores para grandes empresas.

O produto chega com uma opção chamada Private Graph, com que uma companhia pode criar um sistema para visualizar toda sua infraestrutura e saber quais aparelhos provavelmente estão afetados com programas maliciosos.

Em um sistema com vários servidores e aparelhos, muitas vezes há um complexo emaranhado de possibilidades para que técnicos de informática e segurança possam identificar as falhas de segurança e evitar que toda a rede seja prejudicada pelo malware. Logo, a ideia do Private Graph é dar uma visão simplificada, porém segura, de todo o caminho em caso de uma infecção.

Embora uma ferramenta parecida já estivesse disponível na versão gratuita do produto, a Chronicle informa que a versão paga é cem vezes mais rápida que a convencional, voltada a servidores e sistemas com vigilância e controles constantes.

Assim, caso haja uma suspeita de infecção, basta que se faça uma varredura com o programa. Ainda, na identificação de um malware, o sistema é capaz de identificar suas atividades e informar qual tipo de ação resultou na entrada do malware, seja uma falha de segurança automática ou erro humano.

O sistema é encabeçado pela Alphabet e utiliza inteligência artificial e outras ferramentas da Google para funcionar. A companhia ainda não divulgou os preços, sendo que ela somente oferece orçamentos sob demanda para este tipo de solicitação.

Fontes: CanaltechTechCrunch

Polícia desmantela quadrilha que roubou mais de US$ 1 milhão em produtos Apple

iPhone_mercado_negro-720x471

Policiais americanos desmantelaram um esquema de roubo de produtos que teria gerado prejuízos de mais de US$ 1 milhão para a Apple. Os crimes foram cometidos em 19 distritos do estado da Califórnia e sempre ocorriam da mesma maneira, com os ladrões entrando nas lojas ocultando o rosto com capuzes e bandanas para, na sequência, fugirem correndo e carregando o máximo de equipamentos que conseguissem.

Oito pessoas foram presas e outras nove estão sendo procuradas pela polícia por furtarem produtos como iPhones, Watches, iPads, MacBooks e outros de displays expositores em lojas da Apple. Os crimes ocorriam à luz do dia e durante o horário de funcionamento das lojas, antes que os funcionários ou a segurança pudessem fazer algo a respeito. Imagens de câmera de segurança ajudaram a identificar os responsáveis.

O número de lojas que foram alvo dos furtos não foi divulgado, mas a imprensa local fala em, pelo menos, 21 Apple Stores, com crimes que aconteceram ao longo dos últimos cinco meses. Alguns estabelecimentos foram roubados mais de uma vez, com ladrões diferentes em cada ocasião, como forma de dificultar o trabalho das autoridades.

A investigação data de meados do primeiro semestre deste ano, mas ganhou força em agosto quando dois criminosos foram capturados pelos próprios funcionários de uma das lojas da Apple. Ao desconfiarem que um furto do tipo estava prestes a acontecer, os trabalhadores conseguiram dominar a dupla em um estabelecimento de Los Angeles, com a polícia prendendo mais três suspeitos horas depois, sendo que dois deles estavam, supostamente, em carros que aguardavam os ladrões em uma esquina próxima, de forma a agilizar a fuga.

Em pronunciamento, o procurador geral Xavier Beccera, responsável pelo caso, afirmou que quadrilhas organizadas desta categoria estão causando milhões de dólares em prejuízos para os lojistas da Califórnia, pois as operações de uma gangue acabam inspirando outras a fazerem o mesmo. Na visão dele, no final quem paga a conta é o consumidor, que sofre com a falta de produtos e o aumento de preços para compensar os furtos.

De acordo com Beccera, a série de prisões e indiciamentos é apenas a primeira de uma série que ainda está por vir, com investigações que visam acabar com a viabilidade desse tipo de prática. As autoridades, entretanto, não deram detalhes sobre a investigação, até mesmo como forma de proteger seu andamento e não alertar outros possíveis envolvidos. A Apple também não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: SF GateDigital Trends, Canaltech

Firefox lança navegador compatível com realidade aumentada e virtual

FOTO-COVER-3-1024x512

No início deste ano, a Mozilla anunciou que estava trabalhando em um projeto interessante: um novo navegador que tivesse funções de realidade aumentada para headsets. A ideia do projeto surgiu quando os desenvolvedores perceberam que o futuro da web será feito de realidade virtual e aumentada – pensando nisso, é claro que os navegadores não poderiam ficar de fora.

O “Firefox Reality” foi lançado recentemente e já está disponível para plataformas como Oculos e Google Daydream. De forma semelhante ao que ocorre com as versões para desktop, o Firefox Reality também poderá ser complementado com extensões de terceiros para trazer experiências novas, como jogos e experimentos que serão acessados diretamente da tela inicial do navegador.

No vídeo, é possível ver uma tela 2D que pode ser ajustada para exibir os conteúdos da web, junto de um ambiente virtual. Claro que o projeto ainda está em desenvolvimento, de modo que o navegador ainda não possui todos os recursos desejados. Porém, futuramente, é provável que a Mozilla adicione funções como vídeos em 360 graus, suporte para contas, entre outras.

De acordo com Andre Vrignaud, chefe de estratégia de plataformas de realidade mista da Mozilla, foram necessários muitos anos de pesquisa e diversas conversas com usuários, criadores de conteúdo e parceiros de hardware. Para ele, o público vai adorar os novos recursos do browser. Clique aqui para fazer o download do navegador.

Fonte: Tecmundo

Celulares terão que informar nível de radiação emitida, determina Anatel

cell-phone-radiation-704x400

A Anatel definiu em reunião de seu Conselho Diretor da última quinta-feira, 20, uma medida interessante. A agência decidiu que, entre outras ações, as fabricantes de celulares deverão informar ao público quanta radiação emitem os aparelhos. O prazo para adequação à mudança é de 120 dias após a publicação.

Desta forma, os aparelhos comercializados no Brasil deverão carregar um alerta de que o produto “atende o limite de SAR estabelecido pela Anatel de 2,0 W/kg”. Além disso, os aparelhos deverão contar com um alerta de que o produto deve ser mantido a uma distância mínima de 1,5 centímetro do corpo “para garantir conformidade com os limites de exposição de radiofrequência”.

SAR, caso você não saiba, é uma sigla em inglês que em tradução literal significa “taxa de absorção específica”, que determina quanto da energia emitida por um dispositivo é absorvida pelo corpo humano. Quanto maior o nível de absorção, mais arriscado é o uso do aparelho.

A questão da radiação emitida por celulares é complicada. Até hoje, não há estudos definitivos sobre os riscos dos aparelhos para a saúde, mas é uma preocupação cada vez mais maior. A medida da Anatel também pode ser vista na Alemanha, por exemplo, onde existe até mesmo um catálogo que mostra quais aparelhos emitem mais radiação, como você pode conferir neste link.

Fonte: Olhar digital

Dell lança desktops gamer com processador Intel de oitava geração no Brasil

dellgame

 

A Dell anunciou hoje (19) o lançamento oficial de novos modelos de computadores voltados para o público gamer, dentro da linha PC Gamer Inspiron, em formato de gabinete e com visual menos agressivo. A novidade fica por conta da chegada de processadores Intel Core de oitava geração e opções que vão desde a GeForce GTX 1050, até uma 1060 com 6GB de memória RAM dedicada.

Os desktops já estavam no mercado, mas com processadores AMD Ryzen 3, 5 e 7. A partir de agora, eles contam com opções que podem ser um Intel Core i3, i5 ou i7 de oitava geração, todas as variantes contam com 8GB de memória RAM DDR4, leitor e gravador de DVD e podem trabalhar com até 1TB de HDD, que pode ser acompanhado com um SSD de 128 GB.

Os upgrades estão garantidos com placa mãe que suporta até duas GPUs, cinco unidades de armazenamento (sendo três HDDs e dois SSDs), junto de dois slots PCIex1 e PCIex16 para periféricos extras.

Do lado de fora, o gabinete é exatamente o mesmo que foi lançado no ano passado, que tem menor quantidade de cores piscantes e visual mais conservador, dando grande destaque para as aberturas para ventilação que ficam na diagonal do conjunto.

O Dell PC Gamer Inspiron já está no mercado, com preço sugerido de R$ 4.368 para a versão com Core i3 com GTX 1050, R$ 5.708 para levar um Core i5 e GTX 1060, passando para R$ 7.258 para o Core i7 e com a mesma GPU do modelo anterior, adicionando SSD de 128 GB.

Especificações – Dell PC Gamer Inspiron:

  • Processador: Intel Core i3-8100 (3.6 GHz), Core i5-4800 (2.8 GHz) ou Core i7-8700 (3.2 GHz)
  • Chip gráfico: NVIDIA GeForce GTX 1050 (2 GB GDDR5) ou 1060 (6 GB GDDR5)
  • RAM: 8 GB DDR4 2.666 MHz
  • Armazenamento: HDD de 1 TB (7200 rpm) + SSD M.2 128 GB (opcional)
  • Sistema operacional: Windows 10 Home
  • Portas: 5 x USB 3.1 (três na frente e uma na traseira); 1 x USB tipo C; 4 x USB 2.0; 1 x HDMI; 3 x Display Port; RJ-45
  • Peso: 13,74 kg

Fonte: Tecnoblog

Pesquisa revela que 43% das empresas vendem dados de seus consumidores

Em tempos de Big Data e Analytics conhecer o consumidor é obrigação e colher dados é inevitável. Além de reunir dados, o que já coloca em xeque qualquer resquício de privacidade, muitas empresas vendem essas informações para terceiros.

Traduzindo em números, de acordo com uma pesquisa encomendada pela CA Technologies, conduzida pela Frost & Sullivan, 43% dos executivos de empresas admitem vender informações pessoalmente identificáveis (PII, na sigla em inglês) de seus clientes. A pesquisa foi feita com 990 consumidores e 324 executivos de empresas de 10 países.

Tais informações classificadas como PII, podem ser nome, país, endereço, endereço de e-mail, número de cartão de crédito, número de Seguro Social, número de identidade, endereço de IP, entre outras coisas.

A conclusão sobre esse panorama da venda de dados está presente no relatório Global State of Digital Trust Survey and Index 2018. Além das empresas que vendem suas informações por livre e espontânea vontade há também aquele grupo que já passou por violações de dados, o que acaba movimentando o mercado do cibercrime, que vende informações roubadas pela web e dark web. O percentual sobe de 43% para 48%, quando se leva em consideração as companhias que já enfrentaram violações.

Outro dado curioso é que apenas 15% dos profissionais de cibersegurança dessas empresas que vendem dados estavam ciente que essa transação estava ocorrendo.

O reforço do time de cibersegurança é essencial para a imagem da empresa, já que após a companhia estar envolvida com uma violação o reflexo no mercado é completamente negativo. O relatório revela que 48% dos entrevistados relatam ter abandonado serviços de alguma organização envolvida com uma violação de dados divulgada publicamente. “A confiança é passageira se as organizações não adotarem o processo para evitar que os dados dos consumidores caiam em mãos erradas. O sucesso na economia digital exige a adoção de uma mentalidade de segurança em primeiro lugar.”, diz Julio Carvalho, diretor de cibersegurança para América Latina na CA Technologies.

86% dos consumidores entrevistados dizem que preferem receber serviços mais seguros, aqueles que oferecem mais proteção contra vazamentos, do que aqueles que se posicionam como mais convenientes. 59% das companhias dizem ter registrado um tremendo impacto negativo em seus negócios após um escândalo de vazamento de informações.

“Estamos numa encruzilhada na era da informação, pois mais empresas estão em destaque por não protegerem os dados que armazenam. Com essa pesquisa procuramos entender como os consumidores se sentem com suas informações pessoais nas mãos das organizações e como as organizações veem seu dever de proteger esses dados”, diz Jarad Carleton, Diretor de Cibersegurança da Frost & Sullivan. “O que a pesquisa constatou é que certamente existe um preço a pagar quando se trata de manter a privacidade das pessoas, não importa se você é um consumidor ou gerente de uma empresa que lida com dados de clientes. O respeito pela privacidade do consumidor deve ser um pilar ético para qualquer companhia que coleta dados de usuários.”

Fonte: https://www.hardware.com.br

Vulnerabilidade de código CSS permite travar e reiniciar iPhones

vulnerabilidadeiphone

Usuários de iPhone, iPod Touch e iPad com iOS 7 ou superior devem ficar atentos a um novo bug que afeta seus aparelhos e foi exposto pelo pesquisador de segurança online Sabri Haddouche em sua conta oficial no Twitter. Segundo o especialista, algumas poucas linhas de código CSS são suficientes para induzir o sistema operacional ao chamado “kernel panic”, forçando a reinicialização do aparelho para evitar danos de hardware.

De acordo com a descrição do especialista, o bug afeta a interpretação de filtros gráficos dos aparelhos. De uma forma crua, a explicação para isso é: quando se abre o código através do Safari, um erro constante de leitura é provocado nas tags da página, o que acaba sobrecarregando o sistema de renderização usado pelo navegador, forçando o travamento e reinicialização do aparelho (uma medida instalada para evitarem-se os danos de hardware).

O bug vem sendo chamado de “Reaper Crash” e, segundo o pesquisador, também afeta o macOS.

Fonte: Canaltech

MPRJ denuncia hackers suspeitos de roubar mais de R$30 mi

6205671

Foram expedidos 45 mandados de prisão a serem cumpridos pela Polícia Civil nos Estados do Rio de JaneiroSão PauloParanáMinas Gerais Bahia como parte da denúncia, que foi apresentada como parte da segunda fase da operação Open Doors, deflagrada originalmente em agosto de 2017, disse o Ministério Público em comunicado.

Nessa nova fase, segundo o MPRJ, são acusados hackers integrantes da organização que tinham domínio sobre os golpes aplicados, entre elas a modalidade conhecida como “trampo físico”.

Nesse golpe, os suspeitos enviavam emails ou mensagens de texto, personificando instituições bancárias e alertando sobre a suposta necessidade de atualização de segurança da conta, indicando link de acesso. Ao clicar no link, a vítima era direcionada para site malicioso, que capturava as informações de sua conta, possibilitando a retirada fraudulenta de valores, segundo o MPRJ.

Em outra modalidade, um componente da quadrilha ligava para as potenciais vítimas, se fazendo passar por funcionário de instituição bancária, para obter dados pessoais, segundo o MPRJ. “No passo seguinte, o golpe tinha continuidade, conseguindo o agente criminoso ludibriar, inclusive, funcionários do setor financeiro de grandes corporações”, informou o Ministério Público.

Com a aplicação de golpes do tipo, o MPRJ estima que a organização tenha roubado mais de 30 milhões de reais entre 2016 e 2017. A denúncia aponta, ainda, que após as fraudes, os integrantes da organização lavavam o dinheiro roubado com a compra de terrenos, apartamentos e salas comerciais.

“Somando-se as duas etapas, a Open Doors já identificou e indiciou 320 indivíduos em todo o Brasil — numa clara demonstração de que o grupo criminoso é extremamente estruturado e, sua atuação, complexa”, afirmou o MPRJ.

Fonte: Terra

Google anuncia o fim do aplicativo de e-mail Inbox

Google-Inbox-gmail

O Google anunciou nesta quarta-feira, 12/9, o fim do seu aplicativo de e-mail Inbox, que existirá até março de 2019. Em seu blog, a empresa diz que irá focar seus esforços no Gmail daqui para frente.

“À medida que olhamos para o futuro, queremos adotar uma abordagem mais focada que nos ajudará a levar a melhor experiência de e-mail para todos. Como resultados, estamos planejando focar apenas no Gmail e dizer adeus ao Inbox by Gmail ao final de março de 2019”, afirma a gigante de buscas.

Lançado originalmente em 2014, o Inbox era usado frequentemente pela empresa de Mountain View como um local para testar novos recursos, muitos dos quais acabaram migrando para o Gmail.

A decisão por encerrar o aplicativo acontece alguns meses após o Google disponibilizar o “novo Gmail”. Liberado em abril, o update do serviço traz diversas funcionalidades que foram lançadas originalmente no Inbox, como Smart Compose, Smart Reply e “modo soneca”, entre outros.

Para ajudar os usuários do Inbox a migrarem para o Gmail, o Google preparou inclusive um “guia de transição”, que traz instruções para o processo e destaca as principais ferramentas presentes em ambos os aplicativos.

Fonte: IDG Now

Programação em Python: 8 razões para você aprender a linguagem

Python-programming-for-hackers-compressed

Dizem que se você quer trabalhar no Google, o caminho mais fácil é aprendendo e se especializando em Python. Entretanto, esse não é o único motivo para conhecer a linguagem criada por Guido Van Rossum no ano de 1991.

Atualmente usada em grandes corporações como Google e Nasa, aprender Python se tornou obrigatório entre programadores e é uma das formas mais simples, acessível e gostosa de começar no mundo do desenvolvimento. O blog da Mastertech, startup que capacita talentos para o futuro, listou oito motivos para isso.

Uma linguagem livre e de código aberto

A linguagem Python está sob a licença Python Software Foundation License, que é similar a GPL, com exceção de que se pode distribuir os binários da linguagem sem necessitar anexar os fontes. Ou seja, ela é uma linguagem de código aberto que permite modificações e estudos sobre o código.

Tem uma biblioteca e uma comunidade imensa

A linguagem Python tem uma biblioteca padrão grande que possui vários módulos para diversas necessidades que você possa ter durante o código. Além disso, o suporte para programar em Python é imenso. Em uma comunidade muito unida, você encontra fóruns, grupos no Facebook, sites especializados, tutoriais no Youtube, e-books, entre outros.

É multiplataforma

Por ser uma linguagem interpretada, Python roda em qualquer sistema que possua o seu interpretador. Além disso há “dialetos” Python como o já famoso Jython, uma forma de escrever Python em Java.

De alto nível

Python é uma linguagem de alto nível, de desenvolvimento rápido (RAD – Rapid Application Development) e que segue técnicas de DRY (Don’t Repeat Yourself) e KISS (Keep It Simple Stupid), é inteligível como o Inglês e sempre evita deixar coisas implícitas.

Orientada a objetos

A orientação a objetos no Python é explícita e muito divertida. Aliás, tudo para o Python são objetos e pacotes (inclusive tipos “primitivos”), mas nada que impeça que você programe de uma forma estruturada ou funcional.

Possui sintaxe simples

A sintaxe do Python é uma das suas mais fundamentais características. Em Python um bloco de código (por exemplo, um if) é feito através de indentações. Isso força o desenvolvedor a indentar seu código fonte e garante uma boa legibilidade. Além de reduzir o uso de caracteres “esotéricos” como ->, ::, :=, {, }, com Python você é capaz de testar determinada sequência e montar uma lista com uma linha apenas.

Tem bons frameworks

Além de multiplataforma e multiparadigma, com o Python você é capaz de desenvolver para qualquer tipo de ambiente, seja desktop, web ou móvel. Para isso, o Python conta com excelentes frameworks que auxiliam desde o desenvolvimento web, até o desenvolvimento de jogos ou algoritmos científicos de cálculos avançados.

Possui grande mercado

Contando com usuários ilustres como o Youtube, Dropbox, Nasa e Google, o Python vem ganhando mercado gradativamente, com cada vez mais espaço nas empresas e projetos a serem desenvolvidos. Se você já conhece de programação, mas ainda não se aprofundou nessa linguagem, saiba que a Python tem o potencial de aumentar a paixão pelo mundo da programação.

Fonte: Idgnow