Estudo prevê que Facebook está à beira do precipício

O site de relacionamentos Facebook está experimentando um ápice antes da queda, afirmam cientistas americanos para os quais a maior rede social do mundo perderá 80% de seus usuários até 2017. 










Dois doutorandos em engenharia mecânica e aeroespacial da Universidade de Princeton fizeram esta afirmação surpreendente em um artigo divulgado na edição online de um arquivo de pesquisas científicas, mas o estudo ainda aguarda revisão de pares. 


Com base na ascensão e queda do MySpace, John Cannarella e Joshua Spechler afirmam que o Facebook está prestes a sofrer uma forte decadência. 


“Assim como acontece com as doenças, as ideias parecem se disseminar como infecções entre as pessoas antes de acabar morrendo, o que tem sido descrito com sucesso em modelos epidemiológicos”, redigiram. 


Eles aplicaram um modelo epidemiológico modificado para descrever as dinâmicas da atividade do usuário de redes sociais online, usando dados do Google, disponíveis ao público. 


Esta seria uma leitura nada agradável para Mark Zuckerberg, co-fundador do gigante da internet, que tem mais de 1,1 bilhão de usuários em todo o mundo e completa 10 anos no mês que vem. 


De acordo com o estudo, o Facebook, cujas ações alcançaram uma nova alta esta semana, a US$ 58,51, está em declínio em termos de uso de dados desde 2012. 


“Espera-se que o Facebook experimente um rápido declínio nos próximos anos, perdendo 20% de seu tamanho máximo em dezembro de 2014”, destacou o relatório, publicado para leitura de pares no arquivo digital ArXiv.org. 


“O melhor modelo para o futuro sugere que o Facebook vivenciará um rápido declínio nos próximos anos, perdendo 80% do ápice de sua base de usuários entre 2015 e 2017”, acrescentou. 


O novo estudo foi divulgado em meio a consultas que sugerem que usuários mais jovens começaram a abandonar o Facebook em 2013. 


Cannarella e Spechler disseram à AFP que não desejam comentar fazer comentários públicos até que seu manuscrito tenha concluído o processo de revisão de pares, antes de sua publicação formal. 


Mas pelo menos por enquanto, o Facebook goza de boa saúde. 


Os preços das ações em ascenção fizeram da chefe de operações do site, Sheryl Sandberg, a mais nova bilionária do setor da tecnologia, e Zuckerberg, de 29 anos, tem uma fortuna pessoal estimada em cerca de US$ 19 bilhões. 


Fonte: Yahoo

Novo malware é voltado para Macs.

Pesquisadores do SophosLab divulgaram nesta semana a descoberta de um novo tipo de ataque, com foco especial em usuários de Macs. A ameaça consiste em um e-mail de “entrega não efetuada”, enviado por uma suposta empresa de correios e apresentando um link para download – que curiosamente identifica o sistema operacional usado pela vítima. 



A tática do e-mail falso não é exatamente nova, mas nesse caso, o diferencial é exatamente esse uso de uma “URL inteligente”. Explicando melhor, caso o endereço falso seja aberto no Firefox ou no Chrome do Windows, por exemplo, um arquivo ZIP será baixado – e se aberto, instalará uma variável do malware Zeus na máquina. Mas se o mesmo link for carregado especificamente no Safari do Mac, um item compactado alternativo, com outro conteúdo, aparecerá nos downloads.

A parte mais preocupante, no entanto, é que o OS X Mavericks (versão mais recente do sistema da Apple) descompacta os arquivos baixados automaticamente por padrão, como aponta o blog NakedSecurity. Isso faz com que ele seja mostrado como um PDF na pasta de downloads do Mac – o que, segundo os especialistas, funciona apenas como “disfarce”.
Ao tentar abri-lo para checar os dados da suposta entrega, o usuário é avisado pelo sistema de que o PDF não é um documento de fato, e sim uma aplicação – que conta até mesmo com uma assinatura de “legitimidade”. Se a vítima resolver ignorar o alerta e prosseguir com a abertura, um processo chamado “foung” será executado em segundo plano.
A ameaça funciona mais ou menos como a que afeta o Windows, e é identificada pelos antivírus como LaoShu-A. Sua função principal, segundo os especialistas da Sophos, é roubar dados, com códigos dedicados a “procurar por arquivos com extensões como DOC, DOCX, XLS, XLSX, PPT e PPTX”, zipá-los e enviá-los para servidores operados pelos invasores. Ele também é capaz de baixar novos arquivos e até rodar comandos remotos.
Evitar o malware não é difícil, no entanto. Para começar, o e-mail que chega à caixa de entrada do usuário estará em inglês. Portanto, você já poderia ignorá-lo caso não tivesse comprado nada no exterior. O texto também traz erros ortográficos, como nota a Sophos, e o arquivo PDF que vem dentro do ZIP não é um documento, como alerta o sistema. Ou seja, é preciso ser bem descuidado para ser uma vítima – mas as consequências são grandes.