Criador explica por que não vendeu o Snapchat por US$ 3 bi

Há menos de dois meses, Evan Spiegel e Bobby Murphy deixaram o mundo dos negócios de boca aberta ao rejeitar uma oferta de venda de 3 bilhões de dólares por parte de ninguém menos que o Facebook.


Em recente entrevista à revista Forbes, Spiegel, um dos criadores e diretor executivo do Snapchat, explicou o motivo: “poucas pessoas no mundo têm a chance de construir um negócio como este. Trocar isso por algum ganho de curto prazo não é muito interessante”, disse.
Para se ter uma ideia do tamanho deste ganho: a empresa foi avaliada recentemente por 2 bilhões de dólares, 1 bilhão a menos que o oferecido. Além disso, Spiegel e Murphy são donos de cerca de 25% das ações da empresa cada um, o que faz com que a venda rendesse a cada um deles 750 milhões dólares. Acontece que Spiegel está convencido de que pode bagunçar a hierarquia das redes sociais e, quem sabe, ultrapassar o Facebook. A média de idade dos usuários do Snapchat é 18 anos, enquanto que a do o Facebook é de 40. 
O Snapchat é um serviço de envio de fotos entre usuários, com um diferencial: as fotos desaparecem depois de um tempo pré-determinado por quem a mandou. Assim, a preocupação de que pais, familiares ou futuros empregadores vejam suas postagens desaparece. E, por buscar amigos apenas entre os contatos de telefone, o usuário só troca fotos com pessoas que realmente fala.
Rusgas
Há outro motivo, menos importante, mas não menos curioso, pelo qual Spiegel e Murphy esnobaram a oferta de Zuckerberg: o criador do Facebook tentou esmagá-los. No fim de 2012, Zuckerberg os convidou para um encontro para mostrá-los a nova ferramenta de sua rede social, o Poke. Tratava-se de uma cópia quase fiel ao que o Snapchat oferecia.
No dia do lançamento, Zuckerberg ainda enviou um e-mail a Spiegel, perguntando o que ele havia achado da nova ferramenta. Mas o Poke não pegou. Em vez disso, mais e mais pessoas baixaram o Snapchat. Alguns meses depois, o dono do Facebook os convidou novamente para conversar, desta vez com a proposta de compra. E ouviu um sonoro não.
Do começo
Apesar das disputas, Zuckerberg e os criadores do Snapchat têm muito em comum. Como o Facebook, o Snapchat foi criado dentro dos dormitórios de uma universidade americana. E como o Facebook, seus principais criadores enfrentam hoje um processo movido por um dos amigos que ajudaram o projeto a sair do papel.
Reggie Brown foi quem originalmente teve a ideia de criar um site “que mandasse fotos que desaparecessem”. De acordo com um depoimento de Brown, Spiegel havia dito que esta era “uma ideia de um bilhão de dólares”. Os dois procuraram Murphy para ser o desenvolvedor, Spiegel seria o CEO e Brown ficaria responsável pelo marketing.
Na entrevista à Forbes, Spiegel confirma o diálogo, mas não a frase do bilhão. Brown haveria, também, dado o primeiro nome ao aplicativo, Picaboo, e dado vida ao hoje mundialmente conhecido logo do fantasminha. Ele pede 30% de participação na empresa e “pelo menos 1 bilhão de dólares” de reparação, dizem seus advogados. O julgamento deve ocorrer ainda este ano.
A dúvida, agora, é se o Snapchat será o próximo Facebook. Nesse caso, seus criadores tomaram a decisão certa de não vender seu aplicativo. Ou se será mais uma empresa de tecnologia que decola e desaba na mesma rapidez, como o MySpace. Spiegel, de 23 anos, e Murphy, de 25, têm tempo de sobra para descobrir. 
Fonte: Info

Vale a pena comprar um smartphone ‘top’ assim que ele é lançado?

Por vezes, marcas identificam falhas em funcionalidades, aplicativos e componentes em smartphones recém-lançados somente depois que eles chegam as mãos do usuário. Isso já aconteceu até com os tops de linha mais badalados do mercado hoje.


O iPhone 5S, por exemplo, teve deficiência de bateria admitida pela própria Apple. O Samsung Galaxy S4 também enfrentou o mesmo problema.
Nesses casos, os primeiros compradores dos aparelhos são os mais prejudicados.
“A tecnologia inovadora está sujeita à evolução. Geralmente, ela é lançada de forma prematura por questões relacionadas basicamente ao mercado e à corrida pela inovação tecnológica”, explica José Lúcio Balbi de Mello, diretor da Ledcorp, empresa especializada em mobilidade e inteligência corporativa. “Como essa corrida é determinante para se demarcar território, os fabricantes preferem correr o risco de ter um produto com ‘falhas técnicas’ conhecidas, do que perder o posto de alta tecnologia para o concorrente”.
Porém, ele afirma que no caso de problemas de aplicativos, a atualização é bem mais simples devido à possibilidade de se corrigir as falhas de programas mesmo depois de lançados no mercado. “Para falhas físicas como bateria, GPS, bluetooth, entre outros, esta correção é feita durante a evolução dos lotes subsequentes, caso o custo do produto justifique tal ação”, conta.
Para José Lúcio, os cuidados que o usuário deve ter nessa hora é evitar comprar o que não precisa ou não usa. “Caso precise inovar por ‘status’ ou questões profissionais, esteja preparado para ser um ‘testador’ de tecnologia, com todo o risco de usufruir primeiro as facilidades dos ‘tops de linha’ ou se irritar com uma ‘funcionalidade que não funciona'”, expõe.
Early adopter
Júlio Fábio Chagas, diretor de Estratégia e Marketing da MC1, empresas de soluções de mobilidade, avalia que ser um early adopter de tecnologia tem dois lados da moeda: “Ter acesso à novidade antes da maioria das pessoas, mas também os possíveis primeiros ônus antes dos outros”.
Ele propõe que se a novo modelo desejado de smartphone não for fazer falta, que se espere até que a nova versão demonstre eficiência. Mas caso isso não seja possível, o especialista sugere que o usuário conheça antes de adquirir o celular inteligente a política de devolução da loja ou do fabricante e o plano de lançamento de patchs (correções) do fabricante.
“Fabricantes renomados e reconhecidos pelo respeito ao usuário, tais como Apple e Samsung, preferem amargar um recall a ter sua marca vinculada à insatisfação generalizada de seus usuários. Por isso, o risco de possível prejuízo financeiro ao usuário, devido a problemas com o novo modelo ou versão, é quase nulo”, explica.
Já para Daniel Bevilacqua, diretor de TI da Tritone Interactive, agência de soluções digitais, problemas em produtos são comuns, qualquer um que seja. “O importante é escolher marcas sérias que oferecem um serviço de suporte e garantia. Um bom exemplo é a Apple, que normalmente oferece recall de produtos que tiveram algum problema, como foi o caso do iPod Nano, onde os usuários puderam receber novos aparelhos”, lembra.
O especialista, porém, também recomenda esperar os primeiros meses para saber o feedback do mercado sobre o produto antes de adquiri-lo.
Fonte: Yahoo

Novo iPhone 6 pode se chamar ‘iPhone Air’ e ganhar design ultrafino

Rumores indicam que próxima geração do iPhone pode surgir com design ultrafino e deve ser chamado de Air, mesma nomenclatura utilizada pela Apple no novo iPad. Além disso, o dispositivo pode vir com tela de 5 polegadas.



A informação foi divulgada pelo site de tecnologia sul-coreano ET News. Segundo a página, o novo iPhone Air, como seria chamada a próxima geração do gadget, pode ser um dos smartphones mais finos do mercado. Ainda em seu especulado conjunto de medidas, o dispositivo deverá ter 6 mm de espessura, quase 2 milímetros mais fino que o iPhone 5S, com 7,6 mm. Segundo o rumor, que tem como fonte funcionários da Foxconn, a modificação estaria ligada a utilização de uma tela maior que permitiria mais espaço para os componentes internos.

Mesmo sendo muito cedo para especulações, uma nova informação fortalece o indício. Segundo o especialista conhecido por ter um histórico incrível de acertos em suas previsões para gadget da Apple, Ming-Chi Kuo, o novo iPhone 6 terá realmente uma tela maior, que teria entre 4,5 e 5 polegadas.
Tratando-se de um de um produto da Apple, entretanto, ainda é muito cedo para que essas informações sejam confirmadas pois a companhia costuma seguir a sua agenda anual de lançamentos produtos. Diante dessa premissa, o anúncio de um novo iPhone só é esperado a partir de setembro de 2014.
Fonte: Tech tudo

Panasonic apresenta telas OLED 4K curvadas em diferentes formatos

A Panasonic conseguiu chamar a atenção do público que visita o espaço da empresa na CES deste ano pela montagem de um painel com telas OLED 4K curvadas.


Usando aparelhos em formato côncavo e convexo, a fabricante dispôs um painel em formato de letra “S” bem no meio do seu estande. As telas não representam nenhum produto de venda específico da empresa, apenas demonstra a capacidade técnica de fabricação de monitores OLED.



O painel em questão é formado por três telas côncavas e três convexas, cada uma de 55 polegadas, e com angulação proeminente.

Não é muito claro ainda se telas curvadas dessa forma podem ter finalidade prática para equipar residências ou ter alguma aceitação entre os consumidores. Quem sabe para criar efeitos em pontos comerciais, bares e casas noturnas?



Seja como for, o efeito do painel da Panasonic é definitivamente muito bonito de se ver.



Fonte: Tecmundo