Microsoft cria quartel general futurístico para combater crimes virtuais

Microsoft inaugurou um novo centro de tecnologia destinado a combater crimes virtuais. Contando com especialistas técnicos e jurídicos, o local conta com design futurista para identificar ataques, denunciar novos malwares e inibir o avanço da pedofilia na Internet.



Localizado no campus da Microsoft, na cidade de Redmond, em Washington, o novo centro de combate a crimes virtuais conta com recursos de hardware e software que detecta e neutraliza ataques de hackers. O edifício pode abrigar os melhores especialistas com experiência para combater ameaças digitais como malware, botnets, exploração infantil e todos os tipos de crimes virtuais.

O espaço está equipado com todo tipo de recurso de harware e de software destinados aos crimes digitais. Através de um sistema de SitePrint, os profissionais podem mapear redes organizadas de crime online e identificar a exploração infantil na Internet com a análise PhotoDNA. Além disso, há outro sistema para derrubar redes botnets.

Segundo a Microsoft, a estrutura também pode acomodar especialistas de outras áreas que desejam trabalhar na instalação e colaborar com os esforços da companhia.
Fonte: Tech tudo

10 gadgets caríssimos que só servem para ostentação

A vida de ostentação não é limitada aos funkeiros de São Paulo e aos “reis do camarote”. Aficionados por tecnologia também integram este estilo de vida, com gadgets personalizados e ousados, geralmente cobrados com preços exorbitantes, exclusivos apenas para uma parcela ínfima da população geek. Para mostrar alguns dos mais desejados, selecionamos dez itens da tecnologia que não poderiam faltar na coleção dos ostentadores:


Se o iPhone já é um smartphone caro para a maioria das pessoas, imagine então um banhado a ouro? A GoldenGenie, uma empresa londrina, resolveu personalizar o gadget com ouro, platina e cristais Swarovski. O iPhone de Ouro têm preço salgado, bem mais caro do que os originais, com valores que ultrapassam R$ 8.000.



Ainda na família luxuosa da Apple, o iPad Gold History é o que mais chama atenção. O tablet, um iPad 3 com tela Retina, é banhado a ouro, com detalhes em diamante e bordas com fósseis de dinossauro de mais de 70 milhões de anos de idade. Para pouquíssimos, custa cerca de 20 milhões de reais.



O Playstation 3 Supreme  é a edição luxuosa do console da Sony. Só foram produzidos três exemplares no mundo. O aparelho custa aproximadamente R$ 750 mil e é constituído de 1.6 quilos de ouro e 58.000 diamantes. O leitor de Blu-Ray é totalmente feito de diamantes, garantindo uma durabilidade excelente, mas nada que, de fato, justifique o preço mais que salgado. Mas chama mais atenção que o Playstation 4, sem dúvidas.



Por uma bagatela de R$ 40 mil, a nova TV com tela curva da LG realmente eleva a reprodução e qualidade de imagem a um novo nível. Mas por esse preço e sem resolução 4K, ter um desses em casa é apenas motivo para ostentação. E olha que nem dá para colocar um suporte para prender a televisão na parede.



Considerada a TV LCD mais cara do mercado, a Yalos Diamond TV de 103 polegadas vem coberta com cerca de 106 diamantes, além de diversos detalhes em ouro. Para desembolsar o item, prepare-se para gastar cerca de R$ 300 mil.



Após lançar uma séria de relógios com fragmentos do Titanic, a empresa Romain Jerome investiu em Relógios Moon Dust-DNAconstruídos com poeira lunar e pequenos estilhaços da Apollo 11, nave que aterrizou em solo lunar no final da década de 60. Os preços são de outro mundo também, variando entre R$ 40 mil e R$ 1 milhão.



A japonesa Stax é a queridinha dos audiófilos, e como não poderia deixar de ser, o Fone de ouvido SR-009 cumpre bem as exigências dos apaixonados por som: sua resposta de frequência vai de 5 Hz até 42.000 Hz, chegando a reproduzir sinais inaudíveis aos humanos. Para ter um desses, entretanto, é preciso pagar cerca de R$ 12 mil apenas pelo fone de ouvido, mas ainda é preciso desembolsar mais R$ 4 mil pelo amplificador exclusivo. Sem ele, não dá pra ligar o fone ao seu sistema de som.



O que é mais importante: o fotógrafo ou o equipamento? Pela dúvida, por que não adquirir uma das mais caras e potentes câmeras digitais do mercado? A Hasselblad H4D-60 possui resolução de 60 MP e uma velocidade de abertura que varia de 32 segundos até aproximadamente 1.4 milésimos de segundo. O preço fica na faixa dos R$ 45 mil.



Possivelmente o item mais bizarro da lista: o Home Theater Batman: Dark Knight. Adquirindo o pacote, seu cômodo preferido poderá se transformar em um “esconderijo do Bruce Wayne”, onde você poderá assistir filmes com uma ótima qualidade e uma ambientação mais incrível ainda. Para ter um desses na sua casa, basta desembolsar a bagatela de R$ 4.500.000.



Uma central de trabalho ergométrica totalmente feita de couro, com tela touchscreen, sistema de filtragem de ar e iluminação terapêutica. Essa central de operações, conhecida como MWE Emperor 200, foi feita para quem gosta de ter uma experiência única de trabalho – e de consumo: para ter um desses é preciso pagar cerca de R$ 100 mil.


Fonte: Tech tudo

Memórias DDR4 devem ser lançadas ainda em 2013

A próxima geração de tecnologia em memórias pode sair antes do que você imagina: depois de seis anos com a DDR3 em destaque, o site da fabricante Crucial foi atualizado com informações sobre a DDR4, incluindo uma data de lançamento para os primeiros módulos da série: o final deste ano de 2013, possivelmente em dezembro.


A DDR4 da Crucial seria capaz de oferecer desempenho por módulo muito superior ao antecessor, a DDR3: uma voltagem até 20% menor, o dobro da velocidade e 300% de densidade a mais. Isso significa processamento de dados mais veloz, aplicativos carregados bem rapidamente, respostas imediatas do sistema aos comandos e multitarefas aprimorado.



O único problema é que, por contar com uma arquitetura de fabricação diferenciada, você terá também que trocar a placa-mãe atual por uma compatível com os novos módulos.


Tudo melhor


A questão da voltagem é importante para quem gosta de economizar. O 1,2 V prometido é capaz de promover maior durabilidade para baterias, além de significar menores gastos com energia, algo que fica bem mais evidente em data centers. O superaquecimento, ao menos na área da memória, é minimizado, já que menos calor é emitido por módulo de memória.

A velocidade mínima de 2,1 GHz permite não só que seus programas atuais rodem melhor e respondam mais rápido, mas facilita o desenvolvimento de aplicativos cada vez mais exigentes na questão de leitura de dados.



Por fim, há a densidade. Quanto maior for esse valor, mais é possível extrair de um único módulo de memória. Desse modo, é possível armazenar mais dados em um único componente, o que pode resultar em pentes de até 16 GB, o dobro do limite da DDR3.


É só o começo


Se você já achou as especificações incríveis, a Rambus quer deixar o consumidor de queixo caído. A companhia está disposta a aumentar a potência desses módulos que ainda nem foram lançados com a tecnologia Rambus R+.

A partir dela, seria possível abaixar o consumo em 25%, aumentar a velocidade em 50% e atingir incríveis 6,4 Gbps. Apesar de não serem muito popularizadas, as tecnologias da Rambus costumam agradar a certos segmentos da indústria: é dela a XDR DRAM do PS3, por exemplo. Ou seja, pelo visto, a geração atual de consoles chegou um pouco antes das novas memórias.


Fonte: Tecmundo


Conheça os dez melhores lançamentos de celulares em 2013

O fim do ano está chegando e, com ele, as compras de Natal prometem movimentar o mercado de telefones celulares no Brasil e no mundo. Por isso, criamos uma lista com os 10 melhores aparelhos lançados em 2013, que conta com marcas de peso, como a Apple, a Samsung, a LG, a Nokia e muitas outras. A grande maioria deles já pode ser encontrada no mercado nacional, e alguns chegam nos próximos meses.


O iPhone 5S, aguardado top de linha que a Apple preparou para 2013, ainda não tem data oficial para o seu lançamento no Brasil, mas é esperado que já esteja nas lojas em meados de dezembro. Ele tem Retina Display de 4 polegadas (640 x 1136 pixels), processador A7 (64 bits), câmera de 8 megapixels com dois flashes LED, leitor de digitais e opções de 16, 32 e 64 GB de armazenamento, nas cores preta, dourada e prata. É uma alternativa mais portátil do que a maioria dos outros listados, além de seu visual arrojado e seu ótimo sistema operacional, o iOS. Seu preço em território nacional ainda não foi revelado.



Nome de peso da principal concorrente da Apple, a Samsung, o Galaxy S4 é um dos melhores aparelhos com Android do ano. Porém, como foi lançado nos primeiros meses de 2013, acabou sendo ultrapassado por alguns concorrentes. Mesmo assim, e top da Samsung tem suas especificações de alto nível: telona Full HD de 5 polegadas, 2 GB de RAM, câmera de 13 megapixels traseira, bateria de 2600 mAh e opções de 16, 32 ou 64 GB de memória para armazenamento – expansível com microSD de até 64 GB. Há dois modelos; um com um processador octa-core de 1,2 GHz e o outro com quad-core de 1,6 GHz. É um gadget bem completo para quem curte o Android e a Samsung. Ele pode ser comprado pelo valor de R$ 2.399.



Também da Samsung, o Galaxy Note 3 é considerado por muitos o nome mais forte do mercado, com tela de 5,7 polegadas Super AMOLED Full HD, memória RAM de 3 GB e capacidade de armazenamento interno de 16, 32 ou 64 GB (com slot para cartões microSD de até 64 GB). O processador é quad-core, sua câmera fotografa em até 13 megapixels e filma em HD, e o sistema operacional é o Android 4.3 (Jelly Bean). É uma ótima opção para quem gosta das telas gigantes que estão na moda no momento. Ele custa R$ 2.899.



A RIM se reinventou e lançou o top de linha BlackBerryZ10 com a nova versão de seu sistema operacional, o BlackBerry 10, neste ano. Dessa aposta “ousada”, nasceu um smartphone respeitável com lugar garantido nesta lista. Tem visual agradável, uma plataforma bem evoluída em relação a seus antecessores, e uma tela sensível ao toque. Entre as especificações, 4,2 polegadas (768 x 1280 pixels) na sua tela, 16 GB de memória interna (com slot para cartão), 2 GB de RAM, processador de 1,5 GHz dual-core e câmera de 8 megapixels. Ele está disponível por R$ 1.999.

Uma tela de 4,7 polegadas (720 x 1280 pixels), 2 GB de RAM, 32 GB de memória interna, câmera de 1,4 ultrapixel com vídeos em alta definição, Android 4.2.2 e processador dual-core 1,7 GHz. Essas são as características do Moto X, telefone que, nos Estados Unidos, custa barato e tem uma série de opções de cores diferentes e de personalizações que o usuário pode realizar em um site da própria Motorola. No Brasil, ele não possui toda essa variedade e ainda custa mais caro. Mesmo assim, é um modelo top. Seu preço em território nacional é R$ 1.499.

Xperia Z1 foi o grande lançamento da Sony deste ano e já está disponível em terras brasileiras. Ele pode ser considerado uma das melhores alternativas para quem busca um Android com qualidade altíssima, especialmente nas fotos, e preço inferior a R$ 2 mil. Com sua máquina que dá cliques com até 20,7 megapixels, é praticamente um “cameraphone”.
Além de ótima qualidade de fotos, ainda possui uma tela de 5 polegadas (1080 x 1920 pixels), 16 GB de memória interna (com slot para cartões de até 64 GB), 2 GB de RAM e um processador Snapdragon quad-core de 2,2 GHz. O custo é de R$ 1.799.

LG tentou juntar tudo o que poderia de melhor em um smartphone. O resultado foi o LG G2, com tela gigante de 5,2 polegadas e tecnologia True HD-IPS e 1080 x 1920 pixels. Seu display também é incrível, além do modelo, que tem Android 4.2.2 como seu sistema, possuir processador quad-core de 2,3 GHz, 2 GB de RAM, 32 GB de memória interna (há também versão de 16 GB), câmera de 13 megapixels e a inovação de seus botões serem na parte traseira e não lateral do gadget. Seu preço é R$ 1.999.

Nexus 5 ainda não chegou ao Brasil, mas já foi confirmado que chegará, no máximo, no primeiro trimestre de 2014. Por isso, faz sentido estar na lista. Afinal, é o mais novo aparelho Android puro do mercado e virou sucesso absoluto nos Estados Unidos. O produto, fabricado pela LG em parceria com o Google, tem o Android 4.4 “KitKat”, principal atualização do sistema lançada no ano, tela grande, com 4,95 polegadas (qualidade Full HD), processador quad-core de 2,3 GHz, 2 GB de RAM e uma câmera de 8 megapixels. Seu custo em território nacional ainda não foi revelado.

Moto G teve o seu evento de lançamento há poucos dias, mas já está disponível no Brasil, antes mesmo de que nos EUA. O novo modelo da Motorola é a versão mais barata do Moto X e seu design é muito semelhante, só que com tela de 4,5 polegadas (1280 x 720 pixels). Ele possui versões single e dual-chip, além de rodar o Android 4.3 (Jelly Bean), mas já ter o update para o Android 4.4 “KitKat” confirmado para o início do ano que vem. Em suas configurações internas, um processador quad-core Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 1 GB de RAM, armazenamento interno de 8 GB ou 16 GB e bateria de 2.070 mAh. A boa câmera também deve somar na balança custo-benefício: uma 5 megapixels, na traseira, e outra frontal de 1,3 megapixels. Seus preços são os principais pontos que trazem o smartphone a esta lista: R$ 649, para 8 GB, e R$ 699, para 16 GB.

Para quem planeja fugir das opções da Apple, ou dos smartphones com Android, o Lumia 1020 é uma ótima alternativa, especialmente para os fãs de fotografia. O grande destaque da Nokia em 2013 roda o Windows Phone 8, além de ter um layout muito interessante, várias opções de cores e especificações que não deixam nada a desejar frente aos outros smartphones citados. O aparelho leva um conjunto com processador dual-core de 1,5 GHz, 32 GB de memória interna, 2 GB de RAM, tela de 4,5 polegadas (1280 x 720 pixels), e, é claro, a câmera, com resolução de 41 megapixels. Ele custa R$ 2.399.

Fonte: Tech tudo

Moto G ou Moto X: qual a melhor novidade da Motorola? Confira o comparativo

Motorola lançou dois novos smartphones em 2013: o Moto G e o Moto X. O primeiro é um pouco mais avançado e o segundo uma versão “econômica”. Ambos já estão à venda no Brasil e têm uma série de semelhanças, porém algumas questões podem pesar na hora de escolher entre eles. O TechTudo analisou os dois smartphones para descobrir qual possui o melhor custo-benefício. Afinal, vale a pena gastar mais e comprar um Moto X no lugar de um Moto G?




Desempenho: Moto X
Desenhado para ser um top de linha, o Moto X tem a maior parte das configurações de hardware mais avançadas do que as do Moto G, que é um aparelho intermediário e possui como grande atrativo o menor preço. Porém, para o usuário regular, esta diferença certamente não é tão grande.
O Moto X possui um processador mais avançado, o Motorola X8 (Qualcomm Snapdragon S4 Pro MSM8960), dual-core de 1,7 GHz, com GPU Adreno 320, além de 2 GB de RAM e 16 GB ou 32 GB de memória interna. Já o seu irmão possui um Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz, 1 GB de RAM e versões com 8 GB ou 16 GB de espaço.


Outro diferencial é nas conectividades. Ambos possuem Wi-Fi e Bluetooth, porém o Moto G não é equipado com suporte ao 4G, somente ao 3G, enquanto o Moto X navega com o LTE. Nenhum deles tem slot para cartão microSD. As baterias são parecidas: 2.200 mAh para o X e 2.070 mAh para o G.
Tela: Moto G
A tela do Moto X é maior, porém tem a mesma resolução do que a do Moto G. A diferença é mínima, mas, mesmo sendo um modelo mais econômico, o G tem a melhor densidade de pixels por polegada, com seus 720 x 1280 pixels em um display de 4,5 polegadas. Já o Moto X tem a mesma quantidade de pixels na tela de 4,7 polegadas.
A diferença é de 329 ppi para 316 ppi a favor do Moto G. O número de cores é o mesmo (16 milhões) e a tecnologia utilizada é diferente: dessa vez com vantagem do Moto X, que é de AMOLED, contra o LCD utilizado no Moto G, justamente para torná-lo mais barato do que seu irmão.


Dimensões: Moto X
O Moto X tem a tela maior, porém o corpo é menor. Ele mede 129,3 x 65,3 x 10,4 mm e pesa 130 g. O Moto G tem 129,9 x 65,9 x 11,6 mm e 143 g. Portanto, não se engane pelas polegadas de tela. O Moto G possui 4,5 e o Moto X tem 4,7 mas isso não significa que o G é menor. Pelo contrário.
Design: Moto G
No design, eles se parecem muito e, se por um lado o Moto X não chegou ao Brasil com todas as opções de personalização dos Estados Unidos, o Moto G oferece uma opção para todos os usuários que querem um telefone colorido: capas traseiras removíveis. Não é a mesma coisa do Moto X americano, mas já é uma ótima alternativa.


Câmeras: Moto X
Para o seu mercado, a câmera do Moto G está de ótimo tamanho, sendo semelhante ou até superior a de aparelhos como o iPhone 4S, que custam até um pouco mais caro do que ele no Brasil. No entanto, obviamente, ainda está um pouco abaixo da qualidade oferecida pelo Moto X. Podemos começar pelo número de megapixels, que é o dobro: 10 no Moto X e 5 no G.
A qualidade de imagem e o número de recursos oferecidos pelo Moto X também dão ao aparelho uma vantagem em comparação com o Moto G, que filma em Full HD com 60 fps (o Moto G vai só com 30 fps). Ambos têm flash LED. Na câmera frontal, nova vitória do Moto X, mas é por pouco: 2 megapixels contra 1,3 megapixels.


Sistema operacional: Empate
Os dois smartphones rodam plataforma Android. O Moto G, lançado depois, sai com uma versão mais recente, a 4.3 (Jelly Bean), enquanto o Moto X chegou às lojas com o 4.2.2 (Jelly Bean). Entretanto, ambos receberão um update para o Android 4.4 (Kit Kat), que chegou neste fim de ano. Por isso, não há diferenças neste quesito.
Preço: Moto G
Neste aspecto, a vantagem de um dos concorrentes é enorme. O Moto G, modelo mais econômico da série, tem preço médio de R$ 649, no Brasil. Já o Moto X custa R$ 1.499. A diferença é de mais de R$ 800. É possível, por exemplo, comprar dois Moto G – e ficar com R$ 200 “de troco” – com o dinheiro investido em um Moto X.


Conclusão:
O Moto G chegou ao Brasil para fazer sucesso entre os consumidores. Preço baixo, hardware de nível intermediário, porém adequado para a grande parcela da população. O smartphone tirar boas fotos, tem conexão com a Internet e faz ligações. Certamente ele, comparado ao Moto X, oferece um melhor custo-benefício.
As diferenças de hardware entre eles são grandes, principalmente no processador e na câmera. Além disso, o Moto X é um pouco mais portátil. No entanto, o valor do X, usando os preços médios de ambos, pode ser mais do que o dobro do G, em torno de aproximadamente R$ 800 a mais. As diferenças não parecem valer isso tudo.
Ambos são opções interessantes em suas faixas de preço, mas se o que você quer, acima de tudo, é economia, vá de Moto G. Se quiser um pouco mais de qualidade no hardware, mesmo com um preço bem mais alto, escolha o Moto X. Porém, se estiver buscando o que há de melhor no mercado, não compre nenhum dos dois.
Existem opções, obviamente mais caras, de aparelhos com especificações bem mais potentes do que o Moto X e o Moto G, à venda no mercado brasileiro. Mas para quem já não quer gastar muito, ambos os modelos da Motorola servirão muito bem. Entre eles, sem dúvida, o melhor custo-benefício é do Moto G: bom, bonito e barato.



Fonte: Tech tudo