Tablet Positivo Mini chega às lojas por R$ 699

A Positivo lançou nesta semana no Brasil seu novo tablet, o Positivo Mini. O aparelho tem tela de 7,85 polegadas (a mesma medida do iPad Mini) com tecnologia IPS e processador de quatro núcleos e 1,6GHz.



Produzido na cor branca, o Positivo Mini tem 9,4 milímetros de espessura e pesa 430 gramas. O dispositivo conta com aplicativos e serviços Google e alguns incluídos pela Positivo.
Entre esses estão assinaturas grátis de algumas revistas por três meses, Facebook, Kingsoft Office (abre arquivos de Word, Excel e PowerPoint) e alguns jogos, como Cute the Rope e Fruit Ninja.
O tablet vem com sistema operacional Android 4.2 Jelly Bean e teclado customizados para o português do Brasil.
O Positivo Mini também conta com armazenamento de 8 GB, memória expansível até 32GB pela porta Micro SD, câmeras frontal e traseira, Wi-Fi e Bluetooth 4.0 e portas mini HDMI e micro USB. O produto está sendo vendido por R$ 699.
Com o Positivo Mini, a companhia agora tem produtos com telas de 7, 7,85 e 10,1 polegadas. Segundo a IDC, o segmento de tablets contabilizará 7,2 milhões de unidades comercializadas neste ano no Brasil, contra 3,3 milhões em 2012. De cada 20 tablets vendidos no País, 19 rodam Android. Em um ano, a participação do Android aumentou de 68% para 95%, segundo dados da consultoria referentes ao segundo trimestre deste ano.

Facebook lança novo messenger na briga pelo domínio das trocas de mensagem por celular

O Facebook acaba de estrear a versão 3.0 de seu aplicativo de troca de mensagens para Android e iOS, o Messenger. Antigos usuários notarão mudanças drásticas em design e funções, repensadas para priorizar quem envia mensagens pelo celular, ao contrário da versão anterior, que era bastante dependente do Facebook no desktop.

Peter Martinazzi, gerente de produto responsável pelo Messenger, falou com exclusividade a INFO sobre as novidades do aplicativo, considerado estratégico no esforço do Facebook em se tornar uma companhia mobile. O app disputa diretamente com o Hangouts, do Google, e o Whatsapp, monstro que possui mais de 350 milhões de usuários ativos mensais (o Facebook não abre o número de usuários do Messenger).
Vestindo moletom, confinado numa sala do escritório do Facebook na Califórnia, Martinazzi não tentava disfarçar seu entusiasmo com o lançamento. Ao longo de 80 dias, ele coordenou uma equipe de vinte engenheiros, dois designers e outros técnicos envolvidos no back-end para lançar o produto.
“A troca de mensagens faz parte do Facebook há um bom tempo. Primeiro, tínhamos apenas o inbox no desktop. Depois, chat em tempo real. Dois anos atrás, lançamos o Messenger, nosso primeiro aplicativo mobile dedicado”, diz Martinazzi. “Agora, queremos fazer dele a melhor ferramenta para troca de mensagens no celular.”
O aplicativo está mais veloz e com elementos de design e navegação nativos do Android e do iOS. INFO testou o app antes do lançamento, e ele apresentou melhora significativa de performance. “Cada segundo importa, por isso nos esforçamos para torná-lo o mais ágil possível”, diz Martinazzi. Além do time de engenheiros dedicados por plataforma, técnicos responsáveis pela programação dos servidores foram parte essencial nesse processo.
Do lado da interface, quase nada lembra a versão anterior. O novo Messenger mal parece um aplicativo do Facebook, mais arejado, com barras e balões pintados numa tonalidade bem mais clara de azul e fotos de perfil em formato circular. No logo, o ícone do raio continua, mas agora vem dentro de um balão arredondado.
“O mais importante não é que as pessoas saibam que este é ‘um aplicativo Facebook’, mas que elas tenham a melhor experiência”, diz Martinazzi.
Entre as novas funções que prometem facilitar a vida do usuário, os nomes na lista de contatos vêm separados com dois símbolos: um raio em azul mostra que a pessoa está conectada ao Messenger e será avisada da mensagem; enquanto a letra F em cinza sinaliza que a pessoa não vai receber o alerta no celular, por estar fora do Messenger.
Nomes que estiverem na agenda do telefone, mesmo que não forem amigos no Facebook, também podem ser inclusos entre os destinatários de mensagens. Essas mudanças, Martinazzi aposta, facilitarão a vida de quem quiser mais independência da plataforma desktop do Facebook.
Os ringtones e sons do teclado mudam também, e estão entre as novidades favoritas de Martinazzi, produzidos exclusivamente para o aplicativo por uma empresa terceirizada. “Testamos uma enorme variedade de timbres, mais metálicos e mais orgânicos, até chegar àqueles que colocassem um sorriso no nosso rosto.”
O gerente nega que o crescimento da concorrência, principalmente do Whatsapp, tenha influenciado ou preocupado sua equipe durante o desenvolvimento do novo Messenger. “Nosso objetivo sempre foi criar a melhor experiência de troca de mensagens num celular”, diz. Agora, é ver se os usuários concordam com a visão do americano.
O Facebook Messenger já está disponível para download na Play Store do Google e na App Store da Apple. Não há previsão de lançamento para Windows Phone e outras plataformas.
Fonte: Info

Snapchat teria recusado proposta de US$ 3 bilhões do Facebook

Um dos aplicativos que se tornou mais popular nos últimos meses foi o Snapchat, movimentando milhões de imagens “sigilosas” por dia, e parece que a pequena empresa chamou a atenção de alguns peixes grandes.


Segundo o Wall Street Journal, o Snapchat teria recebido uma proposta de impressionantes US$ 3 bilhões do gigante Facebook, mas teria negado prontamente a oferta (o que parece ainda mais impressionante).
Para quem não está familiarizado, o Snapchat é um aplicativo que permite que usuários troquem fotos e vídeos que só podem ser vistos por um curto período de tempo e depois são “apagado definitiviamente”.
Outras fontes próximas da empresa afirmam que o aplicativo estaria sendo mirado por grandes grupos de investimento e teria até recebido ofertas de investimento que colocariam o valor da empresa em torno de US$ 4 bilhões, o que torna um pouco mais fácil de entender o porquê do “não, obrigado” dado à empresa de Mark Zuckerberg.
Nenhuma das duas empresas se dispôs a comentar o assunto até o momento.

Fonte: Mobilexpert