Apple começa a pagar por iPhone velho na compra de um novo nos EUA

A gigante americana da tecnologia Apple lançou esta sexta-feira nos Estados Unidos um programa destinado a estimular os consumidores a levar os modelos antigos de iPhones em suas lojas em troca de um crédito para comprar um modelo novo.
“As lojas Apple lançam um novo programa para ajudar os clientes que quiserem levar seus iPhones de versões anteriores para serem reciclados. Além do impacto positivo para o meio ambiente, os clientes receberão em troca de seu aparelho antigo um crédito de compra para um novo iPhone”, explicou o grupo em um comunicado.
Segundo o Wall Street Journal, os proprietários de telefones em bom estado poderão receber até US$ 280 de crédito de compra. Um porta-voz da Apple, no entanto, não confirmou esta informação.
A Apple tenta, desta forma, se apoderar do mercado de iPhones antigos, que são vendidos informalmente por centenas de dólares em sites de leilões, como o eBay.
Embora o iPhone permaneça como a galinha dos ovos de ouro para a Apple, sua fatia no mercado mundial de smartphones diminui frente à concorrência de modelos mais baratos que operam com o sistema Android, programa do Google, e fabricados por diferentes empresas, com a sul-coreana Samsung à frente.
Fonte: Terra

Mini Mac, conheça o menor Macintosh do mundo



O Mini Mac não é um produto oficial da Apple, mas sim uma miniatura em escala 1/3 criada artesanalmente por John Leake. E o melhor: completamente funcional. John usou PVC para construir a parte externa e, para rodar uma versão modificada do Debian que emula o sistema da Apple, utilizou um Raspberry Pi
 

Para quem não conhece, Raspberry Pi é um computador do tamanho de um cartão de crédito. Todo o hardware é integrado em uma única placa. Embora seja tão pequeno, ele tem Wi-Fi, Bluetooth, quatro portas USB, porta HDMI e uma entrada de cartão SD, para armazenamento de dados.

Por contar com uma porta HDMI e conectividade Bluetooth, é possível conectar o Mini Mac a um outro monitor e utilizá-lo com teclado e mouse Bluetooth. Como tela, John usou um display LCD de 3.5 polegadas com resolução de 320×200 pixels.

Não é possível adquirir um exemplar do Mac Mini, a não ser que você adquira um Raspberry Pi e tenha o talento e a paciência de John. Ele afirma que levou doze horas para fazer a parte externa do computador. 


Drones para fotografia e vídeo ganham versões mais acessíveis



Se até pouco tempo os drones pareciam ser algo distante para a maioria das pessoas, eles se tornam mais acessíveis e já são vendidos no Brasil aos interessados em utilizá-los no universo da captura de vídeo e fotografia. Para os aficionados por tecnologia de ponta dispostos a desembolsar uma quantia em torno de R$ 2,6 mil é possível obter um veículo não tripulado para a captura de imagens nas alturas.

Os multicópteros, como são chamados os drones de pequeno porte apresentados na feira de fotografia PhotoImage Brasil, que acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, até esta sexta-feira (30), começam a se tornar objeto de desejo de fotógrafos profissionais e amadores. Antes os amantes do aeromodelismo eram o principal mercado consumidor, segundo Guilherme Barbosa, representante da fabricante chinesa Dji no Brasil. Nos últimos meses os multicópteros começaram a ser comprados por fotógrafos que querem dar o primeiro passo em captação aérea de imagens e por amadores como um novo “hobby”. No exterior eles já colaboram com grandes produções cinematográficas, como nas gravações do próximo filme “Transformes”, conta Ting Liu, diretor de vendas para a China.
Um dos modelos mais baratos oferecidos no mercado brasileiro é o Phantom da chinesa Dji. Ele tem 4 hélices, pesa 1 kg, e foi feito para carregar câmeras da fabricante Go Pro, equipamentos pequenos de captura de vídeo e foto que pesam aproximadamente 74 gramas e medem 6 centímetros no lado maior. Este é um dos principais fatores para se levar em conta na hora de adquirir um ‘drone’ para fotografar, eles foram desenhados para tipos específicos de câmera.
Antes de desenvolver os modelos apresentados na feira no Brasil a fabricante chinesa Dji realizou uma pesquisa dos equipamentos fotográficos mais comuns nos mercados prioritários. Além do modelo para a Go Pro, a Dji comercializa outros dois tipos de multicópteros específicos para a linha NEX da Sony, e GH3 da Panasonic. Os custos são bem maiores, ultrapassam US$ 8 mil. Até o final do ano outro modelo que suportará a Canon 5D será comercializado por mais de US$ 15 mil.

Estabilidade
O que faz a diferença no preço final é o sistema de estabilização, que funciona para garantir que as imagens não fiquem tremidas mesmo com as variações que o multicóptero pode sofrer enquanto está voando.
A bateria do modelo testado pelo G1 dá uma autonomia de voo de 5 a 8 minutos, dependendo do peso da câmera acoplada. Os drones são guiados por um controle similar aos modelos usados no aeromodelismo. Na mão esquerda controlamos a aceleração e o leme, que faz a rotação no próprio eixo; na direita controla-se a inclinação do equipamento durante o voo.
Segundo Guilherme Barbosa não há como o drone se perder, o limite de altura e distância é percebido no olho, o controlador tem sempre que estar atento para a ‘frente’ do drone. Caso não seja possível perceber isto há um sistema dentro dele chamado RTH (return to home), algo como ‘de volta para casa’, ativado durante a pré-inicialização do aparelho quando o gps identifica a origem do voo.
Legislação

No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é responsável por regulamentar quem pode usar comercialmente aviões não tripulados e remotamente controlados. A entidade está trabalhando em legislação que permita o uso civil dos drones, tanto para indústria como para a sociedade, o que, atualmente, só pode ser feito com autorização. O uso pessoal de um pequeno drone para lazer, em regiões afastadas ou de baixa altitude não possui restrições.

Na prática, apesar da pressão de empresas do setor, apenas duas unidades de grande porte da Polícia Federal e dois modelos menores, particulares, são autorizados a operar no Brasil após terem recebido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave), da Anac. O documento é expedido após uma avaliação do projeto técnico e de aeronavegabilidade, atestando as condições de segurança da aeronave.
Tanto as normas da Anac quanto as da Aeronáutica proíbem totalmente o voo de drones sobre cidades, devido ao risco de colisões com helicópteros ou aviões e de acidentes. Os voos precisam ser comunicados à FAB com antecedência de 15 a 30 dias.

Fonte: G1

Vendas de smartphones cresceram 110% no Brasil no segundo trimestre




Pela primeira vez os celulares inteligentes superaram os celulares tradicionais, atingindo a marca de 8,3 milhões de unidades vendidas. Android responde por 90% dos smartphones vendidos no Brasil.


Vendas de smartphones cresceram 110% no Brasil no segundo trimestre
(Fonte da imagem: Reprodução/Pplware)
O segundo trimestre deste ano marcou a grande virada dos smartphones no mercado brasileiro. As vendas de celulares inteligentes superaram, pela primeira vez, a dos aparelhos tradicionais. De acordo com a IDC Brasil, de abril a junho foram vendidos aproximadamente 15 milhões de celulares no país; desse total, 54% foram smartphones, contra 46% de telefones celulares tradicionais.
Segundo o relatório da IDC Brasil, o mercado total de celulares cresceu 3% no segundo trimestre comparado ao mesmo período em 2012. Enquanto as vendas de smartphones cresceram 110%, os celulares tradicionais tiveram uma retração de 35%.
Para Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil, o bom resultado alcançado no trimestre comprova que a migração de feature phones para smartphones está de fato acontecendo, e de maneira muito acelerada, surpreendendo até as expectativas feitas no começo do ano para este mercado. A forte demanda por smartphones no Dia das Mães, por exemplo, deixou vários fabricantes sem estoque de equipamentos.
Android tem 90% do mercado no Brasil

Do total de 8,3 milhões de smarphones vendidos no segundo trimestre, 90% eram dispositivos com sistema operacional Android. Os dados da IDC apontam também um significativo aumento da quantidade de celulares inteligentes com múltiplos SIM card, que há um ano representavam 15% do mercado e hoje correspondem a mais de 40%.
“Este impressionante crescimento dos smartphones se deu por vários movimentos distintos e complementares, como a ampliação do mix de produtos em diferentes faixas de preço por parte dos fabricantes, o aumento das promoções e a maneira como os aparelhos estão sendo expostos tanto na operadora como no varejo”, comenta Munin. Ele também aponta o início da aplicação da desoneração fiscal (MP do Bem) para os produtores locais de smartphones como um fator importante, diminuindo os preços na ponta e alavancando as vendas.



Fonte: IDC

Memória de baixa voltagem e alta performance é solução para microsservidor



A Kingston desenvolveu uma solução de memória ValueRAM para microservidores, novo segmento em ascensão no mercado de servidores. Com baixa voltagem (1,35V) e frequências entre 1.333 MHz e 1.600 MHz, a nova memória possui características ideais para processadores x86 e ARM com sistemas-em-um chip (SoC).
Nos últimos anos, tem se tornado cada vez mais comum o uso de microservidores para aplicações em nuvem, data centers e análise de informações em Big Data (na qual tera ou até petabytes são processados a cada segundo).
“À medida que este segmento se amplia, a Kingston vem trabalhando para ajudar nossos parceiros e clientes com soluções para fortalecer ainda mais a presença dos microservidores no mercado”, comenta o diretor executivo da Kingston do Brasil, Gerardo Rocha.
A nova memória é compatível com processadores de sistemas em um chip (SoC), como o Avoton, da Intel, e o os processadores com arquitetura ARM como o Calxeda, Applied Micro e Marvell. Está disponível nas capacidades de 4 GB e 8 GB.


Fonte:
 Kingston


Skype completa 10 anos e anuncia chamadas em 3D no futuro

Skype completa hoje 10 anos de existência com 300 milhões de usuários. Ele chega a essa idade no ano em que substituiu um grande comunicador instantâneo, o MSN. Entre as mudanças que sofreu ao longo dessa última década, está a compra pela Microsoft, em maio de 2011, por US$8,5 bilhões.
Com a possibilidade de fazer chamadas em vídeo pelo Facebook ou Gmail, o comunicador precisa lutar para manter seu público cativo. E para incrementar as possibilidades, o vice-presidente corporativo da Microsoft para o Skype, Mark Gillet, disse que o próximo passo é o desenvolvimento de chamadas em 3D que não tornem necessário a utilização de óculos.
Em entrevista à BBC, Gillet afirmou que há uma grande variedade de TVs e monitores de computador com a funcionalidade, mas que ainda não estão “bons o suficiente”. Isso vai fazer com que a chamada em 3D ainda demore alguns anos para se tornar realidade. “Ao trabalhar com este tipo de recurso, você tem que adicionar múltiplas câmeras ao computador, calibrá-las de forma precisa e deixá-las no ângulo correto”, disse ao comentar as dificuldades encontradas nos laboratórios da Microsoft.
Enquanto as chamadas tridimensionais não chegam, o executivo falou que, em breve, o Skype vai liberar as videoconferências em FullHD (1080p) para outros aparelhos além do Xbox One.
No Blog do Skype Brasil, você pode conferir um infográfico sobre a primeira década do software.
Fonte: Adrenaline

Brasil solicitou informações de 857 usuários do Facebook, diz relatório.



O Brasil solicitou ao Facebook no primeiro semestre de 2013 informações sobre 857 usuários  da rede. O número foi divulgado nesta terça-feira (27) no primeiro relatório global de requisições de autoridades feito pelo site.
De acordo com o Facebook, essas solicitações são feitas “em busca de informações para serem usadas em investigações oficiais”. A rede afirma que o relatório contém o número total de solicitações de cada autoridade e inclui requisições criminais e de segurança nacional.
“A vasta maioria é relacionada a casos criminais, como roubos ou desaparecimentos. Em muitos desses casos, elas referem-se a informações básicas, tais como nome e extensão do serviço. Outras requisições podem também buscar endereços IP ou informações sobre a conta”.
Segundo o documento, o Brasil fez 715 solicitações envolvendo no total 857 contas do Facebook nos primeiros seis meses deste ano. Em 33% dos casos, o país conseguiu a revelação de informações. Na lista de autoridades que mais buscaram dados sobre usuários da rede, o Brasil figura no sétimo lugar.
No topo do ranking residem os Estados Unidos, com entre 11 mil e 12 mil solicitações de 20 mil a 21 mil usuários. Segundo o Facebook, as informações referentes aos EUA não foram divulgadas em números específicos, mas em intervalos, porque ainda não há “autorização legal para tal”. A rede promete completar os dados quando ela for concebida.

Fonte: G1

Portaria determina nº mínimo de apps nacionais para celulares com isenção



O ‘Diário Oficial da União’ publicou nesta terça-feira (28), a portaria nº 87 do Ministério das Comunicações que prevê os requisitos mínimos para isenção de impostos sobre smartphones fabricados no Brasil, que venham com um pacote mínimo de aplicativos nacionais.
Para que os aparelhos produzidos localmente sejam beneficiados com a desoneração de impostos, a partir de 10 de outubro, devem vir de fábrica com um mínimo de cinco aplicativos desenvolvidos no país, detalha a portaria.

De acordo com o texto, os smartphones com o pacote mínimo de aplicativos terão reduzidas a zero as alíquotas dos impostos PIS/Pasep e Cofins sobre a receita bruta da venda no varejo. O documento destaca também que o valor de venda dos smartphones no varejo não pode superar R$ 1,5 mil.

Em abril deste ano, o ‘Diário Oficial da União’ publicou o aviso de que as empresas interessadas na isenção teriam seis meses para cumprir o critério de aplicativos nacionais mínimos. De acordo com o texto, os aparelhos também devem ser produzidos com um sistema operacional que possibilite o desenvolvimento de aplicativos por terceiros, além de aplicativos de navegação e correio eletrônico, tela sensível ao toque ou teclado físico no padrão Qwerty.
Os smartphones devem ainda contar com acesso à tecnologia 3G (HDSPA), 4G (LTE – Long Term Evolution) ou outra capacidade de dados superior, além de suporte à conexão Wi-Fi.
Fonte: G1

Phablet, bitcoin, derp: expressões da internet entram no dicionário Oxford

Nada mal Oxford…

Você sabe o significado da sigla BYOD? Já viu um phablet na mão de alguém? Costuma tirar selfies? As três palavras acima, junto com muitas outras, foram adicionadas ao já extenso vocabulário do Oxford Dictionaries Online, a versão digital da famosa e respeitada publicação.
Várias expressões originárias ou apenas populares de redes sociais, memes, fóruns e tecnologia em geral foram incorporadas oficialmente. Abaixo, confira uma seleção com algumas das palavras adicionadas e seus respectivos significados, de acordo com o dicionário:

  • Bitcoin: moeda digital em que transações são feitas sem a necessidade de um banco central;
  • BYOD: abreviação de bring your own device (traga seu próprio aparelho). É a prática de permitir que funcionários usem PCs pessoais no trabalho;
  • Derp: linguagem que expressa algo sem sentido ou estúpido; comentário sobre ação boba ou idiota;
  • Emoji: imagem digital pequena ou ícone usados para expressar uma ideia ou emoção em comunicação eletrônica;
  • MOOC: um curso em que estudos são disponíveis para toda a internet sem custos e para um grande número de pessoas;
  • Phablet: smartphone que tem uma tela de tamanho intermediário entre um celular típico e um tablet;
  • Selfie: uma foto que alguém tira de si mesmo, tipicamente com um smartphone ou webcam, e posta em redes sociais;
  • TL;DR: abreviação para too long, didn’t read (“longo demais, nem li”), uma resposta para postagens extensas demais ou para introduzir um sumário de textos curtos.

Essa versão online do dicionário adiciona termos “modernos” e da cultura pop com frequência, ao contrário do Oxford English Dictionary, considerado histórico – este aí nem mesmo remove termos ou expressões, mesmo após caírem em desuso.


Fonte:
 Quartz


Mercado brasileiro de softwares e serviços cresce 26,7% em 2012



A Indústria Brasileira de Software e Serviços superou as expectativas de crescimento em 2012, atingindo a marca de US$ 27,178 bilhões, contando as exportações — um aumento de 26,7% em relação a 2011, de acordo com estudo realizado pelo IDC (International Data Corporation), em parceria com a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software).
O resultado da pesquisa foi apresentado durante a conferência anual da ABES, que ocorreu no dia 21 de agosto, no Hotel Ceaser Business, em São Paulo. O encontro reuniu profissionais de tecnologia, empresários, jornalistas, representantes do poder público e entidades setoriais para discutir as oportunidades e desafios em Inovação para a TI no Brasil. Segundo a pesquisa, 86% das empresas de software, associadas à entidade, são micros e pequenas.

Resultados do mercado brasileiro de software


O mercado brasileiro de TI, que engloba software, serviços e hardware, teve um crescimento de 41,6% e se posicionou na sétima posição no ranking internacional, na frente de países como Canadá, Austrália e Índia. Hoje, o mercado brasileiro de TI já representa 49,1% do que movimenta toda a América Latina, com US$ 60,2 bilhões. A região totaliza US$ 122 bilhões.
O país representa 3% do mercado mundial de TI e possui 72,6 milhões de computadores instalados, além de 52 milhões de usuários de internet, por meio de PCs e notebooks. De acordo com as tendências apontadas pela pesquisa, de 2013 à 2020 90% do crescimento do mercado de TI será direcionado para tecnologias mobile, social business, big data e “cloud services”.